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O lugar de Premedelos, Valões, Vila Verde, vai receber a partir de amanhã, dia 11 julho até o próximo domingo dia 16 de julho, as Festividades em Honra de S. Bento, partilhamos abaixo todo o programa:




O famoso cantor minhoto Augusto Canário e Amigos marcarão presença em Valões na próxima sexta-feira, dia 14 de julho pelas 22h00, veja abaixo um dos seus mais famosos temas "O Pópó da Namorada":




Decorreu a apresentação do candidato Manuel Costa Pereira à Junta de Freguesia da União de Freguesias do Vade, por Luís Filipe Silva.

Mais uma vez, a apresentação de um candidato a uma junta de freguesia por Luís Filipe Silva, mostrou ser uma verdadeira onda de esperança para os respectivos habitantes. A multidão que se deslocou à EB 1 de Atães, fez perceber que o povo das freguesias de Atães, Covas, Codeceda, Penascais e Valões, agora unidas sob o nome de União de Freguesias do Vade, procuram uma Mudança real nas suas vidas.

Costa Pereira, candidato socialista à União de Freguesia do Vade, defendeu efusivamente as medidas que reclama para a população que representa, nomeadamente o “não encerramento do centro saúde, os investimentos na rede de saneamento, nas infraestruturas viárias e na rede pública de abastecimento de água”. A respeito da água pública, Costa Pereira afirmou, com “todas as letras”, que “nunca aceitará a privatização da rede de abastecimento de água, nomeadamente as que foram construídas pelas próprias freguesias”. Entre muitas outras propostas, Costa Pereira apontou o “apoio ao associativismo como forma de dinamizar a zona do Vade, não esquecendo a construção do Centro Escolar do Vade, obra que consta da Carta Educativa, que tem sido promessa dos executivos de António Vilela e que tem sido constantemente esquecida”.

Luís Filipe Silva destacou a forma emocionada como Costa Pereira sempre defende a Zona do Vade, referindo ainda as suas valias profissionais e o muito que pode fazer pelas freguesias do Vade. Luís Filipe Silva continuou dizendo que “não pode estar satisfeito com os resultados da actual gestão de António Vilela, pois, passados 16 anos ainda se continua a falar de falta de água, de falta de saneamento e de emprego”. Face a esse panorama, Luís Filipe Silva lançou aos presentes o desafio para que cada um imaginasse o seu “ideal de concelho” e pediu-lhes para caminhar nesse sentido, apoiando-o na mudança que Vila Verde precisa.

*** Nota do PS Vila Verde ***





O novo mapa do concelho de Vila Verde vai ter apenas 33 juntas de freguesia. A proposta da câmara (PSD) acaba de ser aprovada em Assembleia Municipal, tendo reduzido 25 das 58 juntas existentes até agora.

Mesmo assim, a proposta inicial - que apontava para uma nova reorganização do concelho com um total de 34 juntas de freguesia - ainda foi sujeita uma alteração), solicitada pela própria Junta de Freguesia de Atães (cuja agregação não estava prevista), pedindo para ser agregada à União de Freguesias do Vade - que inclui ainda Covas, Penascais, Codeceda e Valões. Um pedido ainda contestado por um elemento da Assembleia de Freguesia de Atães, que se tinha manifestado contra a agregação.

O mapa final ficou reorganizado em 33 juntas de freguesia. 

Do leque de uniões de freguesias constam: 1 - União das Freguesias do Vade, 2 - União de Freguesias de Aboim da Nóbrega e Gondomar, 3 - União de Freguesias de Valbom (S. Pedro), Passô e Valbom (S. Martinho), 4 - União de Freguesias de Oriz (Sta. Marinha) e Oriz (S. Miguel), 5 - União de Freguesias de Sande, Vilarinho, Barros e Gomide, 6 - União de Freguesias de Pico de Regalados, Gondiães e Mós, 7 - União de Freguesias de Esqueiros, Nevogilde e Travassós, 8 - União de Freguesias de Carreiras (S. Miguel) e Carreiras (Santiago), 9 - União de Freguesias da Ribeira do Neiva, 10 - União de Freguesias de Marrancos e Arcozelo, 11 - União de Freguesias de Escariz (S. Mamede) e Escariz (S. Martinho) e 12 - União de Freguesias de Vila Vede e Barbudo.
As juntas de freguesia que se mantêm são Atiães, Cabanelas, Cervães, Coucieiro, Dossãos, Freiriz, Geme, Lage, Lanhas, Loureira, Moure e Oleiros.

Maioria dos deputados votou a favor

Os presidentes das juntas de Barros, Escariz S. Mamede, Pico de Regalados e Gondiães, ainda propuseram a desagregação das suas freguesias, mas sem eficácia, uma vez que a maioria dos deputados da Assembleia Municipal (68) aprovou a proposta da câmara, com 24 votos contra e duas abstenções.


Fonte Correio do Minho por Marta Caldeira

imagem ilustrativa

Várias casas nas freguesias de Valões, Duas Igrejas e Godinhaços, no concelho de Vila Verde, foram assaltadas ontem à tarde. A GNR, que tomou conta da ocorrência, acredita que os furtos terão sido levados a cabo pelo mesmo grupo. Uma das casas roubadas pertence a um militar.


Valões: Foto Igreja Paroquial (por © Superfaria)


A Vindima de Uvas, marcada para 5 outubro, no Passal da Junta da Freguesia de Valões, teve que ser anulada por um motivo nobre: a precoce maturação das uvas!

A organização, a Associação Cultural, Desportiva e Recreativa de Valões, justificou assim a decisão, acrescentado: "a vindima vai ter de ser feita mais cedo, ou seja, esta semana".
O vice-presidente da Associação, Carlos Cação, foi quem comunicou a decisão: "O motivo deve-se ao facto, de as uvas já se encontrarem bastante maduras e não aguentam até á data prevista. Pelo que é com muita pena que informo que já não há tempo para organizar a vindima", lamentou o vice-presidente.

Acompanhe a iniciativa Na Rota das Colheitas no site oficial http://www.proviver.pt/colheitas



O incêndio que lavra desde terça-feira em Frades, concelho de Vieira do Minho, chegou a colocar em perigo "algumas habitações", mas esse risco "já foi afastado", disse à Lusa fonte da Protecção Civil de Braga.

"Por volta das 03:00, houve zonas onde a situação esteve muito complicada, mas neste momento já não há casas em perigo", sublinhou a fonte.
As chamas obrigaram ao corte do trânsito na EN 103, perto das 4:30, tendo a via sido reaberta às 07:45.
Segundo a informação disponível no portal da Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC), o incêndio, que mantém uma frente activa, deflagrou às 22:48 e está a ser combatido por 93 homens auxiliados por 31 veículos.
Um helicóptero bombardeiro pesado foi accionado às 8:21 para apoiar o combate ao incêndio que lavra há 10 horas em Frades, Vieira do Minho, informou a Protecção Civil.
Quanto ao incêndio em mato que deflagrou às 20:55 de terça-feira em Valões, Vila Verde, está "dominado".


Uma acção de venda de gado e hortaliças, produtos de gastronomia e artesanato, animada por folclore local teve lugar ontem em Escariz S. Mamede, uma freguesia do limite ocidental de Vila Verde.

O produto da venda reverte para a concretização de um projecto de arranjo da zona envolvente à igreja.

A iniciativa, que beneficiou da tarde soalheira, atraiu centenas de visitantes, notando-se, entre outros, a vereadora da Cultura da Câmara Municipal de Vila Verde, Júlia Fernandes e Manuel Barros, o presidente da empresa municipal Proviver, que integrou esta iniciativa no seu programa ‘Na Rota das Colheitas’, sob o signo “Sabores da Terra”.

Arranjo vai custar de 80 mil euros

O presidente da Junta de Freguesia de Escariz S. Mamede, Adelino Machado, adiantou ao Correio do Minho que o projecto de arranjo para a zona envolvente à igreja tem um custo previsto na ordem dos 80 mil euros.

Mas vincou que o primeiro objectivo da iniciativa era mesmo a promoção dos produtos da terra locais, agradecendo no entanto as ofertas de géneros — uma empresa de produção animal ofereceu bois — para fazer reverter o produto a favor das obras, que contemplam a recuperação e arranjo urbanístico da envolvente à igreja, incluindo arranjo do estacionamento.

O padre Sandro, pároco da freguesia, em declarações ao ‘CM’ reconheceu que, sob o ponto de vista pastoral, esta acção veio constituir mais um “factor de unidade, pois toda a gente da paróquia está a aderir a esta causa”.

Folclore, gado, hortaliças e castanhas assadas

Junto ao adro da igreja, havia dezenas de tendas com produtos frescos das hortas, roupas confeccionadas artesanalmente, castanhas assadas e animais vivos — bois, ovelhas e aves de capoeira.
A iniciativa contou ainda com o envolvimento do Rancho Folclórico ‘As Lavradeiras de Escariz’, que animou um palco ao qual subiram artistas amadores da região, para actuar, uns em grupo, outros a solo, e sempre animadas.
Não faltaram mesmo no terreiro pares a dançar o vira e o malhão.

Presidente da Câmara pisou uvas numa quinta em Valões

O presidente da Câmara de Vila verde, a vereadora Júlia Fernandes, o eurodeputado José Manuel Fernandes, o presidente da Assembleia Municipal, João Lobo e o presidente da Proviver, EM, Manuel Barros, foram alguns dos participantes numa pisada de uvas que teve lugar na freguesia de Valões.

Na Quinta dos Outeirinhos, a animação teve o mote com a chegada das rusgas, com concertinas, cantares de ‘Valões, terra do norte de Vila Verde’ e os cestos de uvas trazidos pelas mulheres que os despejaram no lagar. Ao som da música e do compasso das palmas dos convivas, os homens preparam-se então para a pisada.

Tiraram as calças e calçado e foram lavados com a água quente, aquecida no fogão a lenha, que as mulheres trouxeram para desinfectar os pés e pernas. Entre os populares que se alinharam para a pisada e o anfitrião José Cação, presidente da Junta de Freguesia local, juntaram-se também o presidente da Câmara de Vila Verde e o eurodeputado.

António Vilela, José Manuel Fernandes e os restantes homens pisaram, alinhados, as uvas no lagar, com o entusiasmo estampado nos rostos e animados pela música das concertinas.
A meio, as mulheres trouxeram vinho novo em malgas de quase meio litro e pastéis para dar força ao trabalho. No final, repetiu-se o ritual do lava-pés para tirar o ‘cagaço’ das uvas.

A festa prosseguiu na eira da quinta, com música, magusto improvisado e um repasto onde não faltou carne de porco assada ao vivo, broa caseira, vinho novo e presunto entre outros petiscos.
Fizeram-se rodas, dançou-se o folclore, ‘pintaram-se’ faces com os restos da fuligem do magusto. José Manuel Fernandes ‘matou’ saudades da concertina e juntou-se a tocar aos restantes tocadores.

Esta pisada ficou registada como pontos alto da programação ‘Na Rota das Colheitas’. Além da genuinidade da recriação, conseguiu atrair visitantes de várias paragens do Minho, ‘saudosos’ destas práticas’ e envolver personalidades distintas do concelho.
‘Na Rota das Colheitas’ é uma iniciativa do Município de Vila Verde, dinamizada pela Proviver, com a envolvência directa das Juntas de Freguesia e associações culturais e sociais do concelho. Fonte Correio do Minho por Rui Serapicos


A Junta de Freguesia da Vila do Pico de Regalados está apostada na revitalização da feira quinzenal. Os sinais de crise também estão a atingir os feirantes e a autarquia picoense resolveu lançar transportes gratuitos para trazer e levar os habitantes das freguesias limítrofes interessados em ir à feira.

O transporte gratuito está assim assegurado em dois trajectos/percursos diferentes. Um primeiro percurso inicia-se em Aboim da Nóbrega, às 8h30, seguindo por Penascais, Valões, Portela do Vade, Vilarinho e feira do Pico. O segundo percurso gratuito inicia-se em Estrumil, às 07h30, segue por Gomide, Barros, Sande e Coucieiro, desembocando na feira do Pico.

À margem, o presidente da junta de freguesia da vila do Pico de Regalados, Avelino Abreu, diz que já existem conversações com a Câmara Municipal para criar espaços próprios para comercialização de peixe.

Em paralelo, a junta de freguesia da Vila de Pico de Regalados volta a mostrar a indignação face ao que classifica de 'feira ilegal de Vila Verde' nos dias da feira do Pico. De acordo com o presidente da junta picoense, Avelino Abreu, «não se percebe que as autoridades não façam nada quando se sabe que os comerciantes (de hortícolas, peixe, aves e afins) que ali se instalam nos sábados de feira do Pico estão ilegais».

Diz que está «farto» de assinalar o facto à Câmara Municipal.
Por isso, pede à Câmara Municipal que «faça cumprir a Lei. Espero que resolvam isso quanto antes». Fonte Rádio Voz do Neiva


Os Bombeiros Voluntários de Vila Verde não tiveram, ontem, ‘mãos a medir’ para acorrer a mais de uma dúzia de incêndios que consumiram o concelho desde o início da madrugada.
Marrancos
, Gomide, Esqueiros, Moure, Atiães, Nevolgilde, Valdreu, Soutelo, Lanhas, Freiriz e Valões foram as localidades que sofreram com os incêndios, durante todo o dia. Fonte Correio do Minho por Marta Caldeira


A decisão da Arquidiocese de Braga de mudar o pároco de quatro freguesias do concelho de Vila Verde deixou revoltados os moradores. Os católicos da zona do Vade não se conformam com a saída do padre António Lopes, transferido para a paróquia de Balasar, concelho da Póvoa de Varzim.


"O arcebispo quer tirar-nos a melhor prenda que Deus nos deu nos últimos 18 anos", reclamam os fiéis em tarjas negras colocadas nas estradas, declarando o apoio ao padre António Lopes. Está também a ser promovido um abaixo-assinado abrangendo as paróquias de Portela do Vade, Valões, Covas e Codeceda.

Um grupo de elementos das comissões fabriqueiras e outras instituições locais pediram directamente ao arcebispo de Braga para recuar na transferência, mas o prelado terá confirmado que a decisão é irreversível, face à necessidade de haver um sacerdote como António Lopes na paróquia de Balasar, onde está o santuário da Beata Alexandrina. A mudança foi anunciada oficialmente, no âmbito dos movimentos eclesiásticos da diocese.

"A vontade do padre é ficar, mas não o diz por obediência ao arcebispo", garante o autarca José Cação, frisando que o pároco "é muito amigo das pessoas, desprendido de bens materiais e sempre disposto a apoiar no que é necessário. Ninguém lhe pode apontar seja o que for", reforça.

Já o dirigente da Casa do Povo da Portela do Vade, José Pereira, realça que António Lopes "é um padre que não cobra missas ou funerais aos pobres, não pede o dinheiro dos direitos paroquiais e têm de ser as comissões fabriqueiras a entregá-lo. É um amigo de todos e muito boa pessoa". O dirigente da Casa do Povo deixa ainda o alerta: "Já se nota que o padre está diferente e esta mudança vai acabar por lhe fazer muito mal." Fonte Correio da Manhã


Um movimento popular está em curso na zona do Vade, a Norte do Concelho de Vila Verde, para impedir a saída do pároco das freguesias da Portela do Vade, Valões, Covas e Codeceda.

Um abaixo-assinado está em curso naquelas quatro paróquias, para tentar demover a Arquidiocese de Braga de 'tirar' o padre António Lopes daquela área.

Os movimentos eclesiásticos foram ontem tornados públicos e confirmou-se o que os fiéis católicos daquela área do concelho de Vila Verde temiam: o padre António Loureiro Lopes vai deixar aquelas paróquias e assumir responsabilidades na Paróquia de Balazar, Póvoa do Varzim. Uma decisão do Paço Arquiepiscopal que está a revoltar a população daquelas quatro freguesias.

O movimento para impedir a saída do padre António está em curso e, ao que o JN apurou, pode estender-se a freguesias limítrofes. O padre António Loureiro Lopes estava colocado nas Paróquias de S. José da Portela do Vade, Santa Maria de Covas, Santa Eulália de Valões e S. Pedro de Codeceda há já 17 anos, tendo criado "fortes laços com a população local".

"Foi a maior e a melhor prenda que Deus nos deu", refere José Cação, um dos paroquianos, que assegura que "a vontade do padre é ficar, mas ele não o diz por obediência ao Arcebispo", acentuando que "é muito amigo das pessoas, desprendido de bens materiais e sempre disposto a apoiar no que é necessário. Ninguém lhe aponta seja o que for. Todos gostam dele". Outro paroquiano presidente da Casa do Povo da Portela do Vade), José Pereira, conta mesmo que "é um padre que não cobra missas ou funerais aos pobres, não pede o dinheiro dos direitos paroquiais e têm que ser as Comissões Fabriqueiras a entregá-lo. É um amigo de todos e muito boa pessoa". Fonte JN por Pedro Antunes Pereira



Fonte Imagem

No âmbito da descentralização dos serviços autárquicos, o Gabinete de Fiscalização e Vistorias da Câmara Municipal de Vila Verde está a atender os munícipes nas respectivas juntas de freguesia.
Depois de Aboim da Nóbrega, Gondomar, Valbom S. Martinho, Valdreu, Codeceda e Valões, seguem-se, na quarta-feira, as freguesias de Barbudo e Turiz, às 9.30 horas e 11 horas, respectivamente.


As freguesias de Paçô e Valbom S. Pedro recebem a visita dos técnicos da câmara no dia 27 de Fe-vereiro, às 9.30 horas e 11 horas, designadamente.
Até final deste ano, os técnicos do departamento municipal de Urbanismo e Gabinete de Fiscalização e Vistorias da câmara vão percorrer as cinquenta e oito freguesias do concelho vilaverdense, visitando uma média de cinco a seis freguesias por mês, sempre às quartas-feiras.

Trata-se de uma acção do pelouro do Urbanismo, Ambiente e Qualidade de Vida, tutelado por António Zamith Rosas, que visa “esclarecer procedimentos técnicos e legais para construção privada e edificação/intervenção em espaços públicos e alertar para algumas deficiências em construções e outras estruturas”.
O mapa de visitação já está definido até ao final do mês de Dezembro, pelo que os munícipes podem informar-se da data e hora das visitas nas respectivas juntas de freguesia. Fonte Correio do Minho

Um homem de cerca de 30 anos morreu ontem, por volta das 18h30, na freguesia de Grovelas, no concelho de Ponte da Barca, na sequência de um acidente de trabalho.
O indivíduo, natural da freguesia de Valões, no município de Vila Verde, estava a carregar uma máquina giratória para um reboque.
A máquina virou-se por cima do trabalhador, que foi transportado pelos Bombeiros de Ponte da Barca para o Hospital da Misericórdia de Vila Verde, mas acabou por falecer. Fonte Diário do Minho

O Blog "Respire Fundo! Está em www.Vila-Verde.net" envia os sentimentos à família.

População: 183 habitantes (pelos Censos 2001)

Actividades Económicas: Agricultura, pecuária e pequena construção civil.

Festas e Romarias: S. Bento (11 de Julho), Santa Eulália (10 de Dezembro) e Festa do Emigrante (Agosto).

Orago: Santa Eulália

Património cultural e edificado: Igreja paroquial e espigueiro.

Outros locais de interesse turístico: Praia fluvial do rio Vade e Oural.

Artesanato: Preparação do linho.

Colectividades: Associação Cultural Desportiva e Recreativa de Valões.

Dista 15 Km de Vila Verde e abrange uma área de 500 hectares, estando situada no extremo norte do concelho.
A antiga freguesia de Santa Eulália de Valões, no termo da vila de Ponte da Barca, era abadia da mitra, segundo o Pe. Carvalho, ou da apresentação alternativa do pontífice, rei e arcebispo, conforme diz a Estatística Paroquial.
Em 1840 pertencia ao concelho de Aboim da Nóbrega, extinto em 1853, pelo qual passou para o de Pico de Regalados. Suprimido este em 1855, foi anexada ao concelho de Vila Verde.
No lugar de Premedelos localiza-se um secular espigueiro. Compreende os lugares de Cotinhas, Custeira, Estremadouro, Goujar, Igreja, Lama, Murteira, Outeiro, Premedelos, Rego e Sequeiró.

Bibliografia

Dicionário Enciclopédico das Freguesias 1º Volume (Braga-Porto-Viana do Castelo) –MinhaTerra (Estudos Regionais de Produção e Consumo, Lda)





Vila Verde,


Portela das Cabras
Prado São Miguel
Rio Mau
Sabariz
Sande
Soutelo
Travassós
Turiz
Valbom São Martinho
Valbom São Pedro
Valdreu
Valões
Vila de Prado
Vila Verde
Vilharinho

Segundo os censos de 1991, é de 44056 o número de habitantes residentes.
Lugares antigos, como castros castelos ou citânias, sobreviveram à chegada dos romanos, sendo possível encontrar em muitos povoados vestígios que testemunham a aculturação das populações e mantendo-se, nalguns casos (S. Julião e Barbudo), ocupados até a época medieval. Também da Idade Média restam castelos (Aboim – Castelo dos Francos e as Broas de Pedregais), igrejas e mosteiros românicos (Valdreu e Coucieiro) e pontes (Goães, Moure e Caldelas), testemunhos monumentais de tempos conturbados após o declínio imperial romano no ocidente.
Sendo, em superfície, um dos maiores concelhos minhotos, Vila Verde é essencialmente agrícola. Grandes veigas contrastam com leiras e nesgas de terra cobrindo áreas declivosas e exigindo a instalação de terraços ou a construção de socalcos. Testemunham a luta do homem pela ocupação da terra, dando à paisagem aspectos imponentes e inconfundíveis. Nas margens dos campos aparecem uveiras com a vinha de enforcado, que produzem vinho verde. As oliveiras, em geral de grande porte, predominam em quase todo o concelho. A par da actividade agrícola anda ligada a exploração pecuária, aqui relevante na economia regional.
O habitat, outrora distribuída mais sobre a parte média da encosta, encontra-se hoje disseminado pela paisagem, com as casas quase encobertas por ramadas, oliveiras, medas de palha e laranjeiras.
A população não se distribui uniformemente por todo o território, sendo consideráveis as variações de densidade. Esta distribuição está ligada à morfologia (a densidade populacional diminui à medida que o relevo se acentua e a altitude aumenta), à rede viária (maiores núcleos populacionais junto das Estradas Nacionais 101, 201, 205 e 308), e à distância aos centros com oferta de emprego e serviços.
Sendo Vila Verde eminentemente rural, a sua industrialização assenta na construção civil, serrações de madeira, cerâmica e artesanato. O sector secundário é já a maior fonte empregadora do concelho (aproximadamente um terço).






Bibliografia

Dicionário Enciclopédico das Freguesias 1º Volume (Braga-Porto-Viana do Castelo) –MinhaTerra (Estudos Regionais de Produção e Consumo, Lda)


Terra de gente do campo, com povo humilde, acolhedor e trabalhador, a freguesia de Valões, em Vila Verde, ainda vive da agricultura e vive os problemas de uma aldeia do interior. Empresário e presidente da Junta, José Barbosa Cação é um exemplo para muitos. Aproveitando as condições naturais da freguesia projecta a criação de uma adega regional para mostrar um dos maiores trunfos de Valões o vinho.

Lentamente, o néctar está a conquistar adeptos, que procuram um vinho verde excepcional, de aroma mais adocicado, com um corpo frutado e um teor alcoólico à volta dos 15 graus. "Em vez de andarmos às voltas com o milho, temos que fazer boas castas de vinho para aproveitar as condições climatéricas fora do comum, já que aqui existe um microclima", refere o autarca.

Com a reformulação da sua vinha, José Cacão percebeu quais as castas que melhor se adaptavam aos terrenos, actividade na qual foi seguida por outros. Nesta altura, produz 20 pipas de vinho que espera juntar à "produção de mais pessoas na freguesia" para, no final, terem 50 pipas. "O tratamento e acompanhamento da vinha é muito importante" bem como o dia da vindima "Faço-a sempre a 5 de Outubro". Um dos maiores entusiastas do vinho da freguesia é o pároco, também ele proprietário e produtor. "Houve interessados em fazer champanhe, porque ficaram muito admirados com o aroma e a graduação, no entanto, devido a essa mesma graduação, não conseguiram", conta.

Ao presidente da Câmara de Vila Verde cabe também um papel importante na estória "Foi-lhe servido, num almoço, com pessoas com cargos importantes na região, o meu vinho. O sucesso foi tanto que quiseram levar garrafas para casa". Vai daí, José Manuel Fernandes tem incentivado e apoiado o autarca da freguesia para a criação de uma adega regional. O projecto já está em marcha e existe um grupo de produtores interessados em aderir. "Estamos a construir uma nova sede da Junta e queremos criar um espaço para a promoção e venda do vinho de Valões, que terá rótulo próprio, e que juntaremos o cabrito da serra do Oural e os enchidos". José Cachão espera inaugurar a adega no Verão, a tempo da próxima vindima. Fonte JN por Pedro Antunes Pereira