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Uma mulher, com cerca de 50 anos de idade, foi encontrada com vida, hoje ao início da tarde, pelos militares da Guarda Nacional Republicana (GNR) do destacamento territorial de Vila Verde depois de ter sido dada como desaparecida ontem à tarde.




A freguesia de Rio Mau, Vila Verde, volta a comemorar o S. Martinho de 11 a 13 de Novembro 2016, partilhamos acima o cartaz com o programa completo destas festividades.






Muitos devotos no tributo a São Bento da Ermida em Rio Mau, Vila Verde, partilhamos abaixo as fotos e a notícia do jornal O Vilaverdense:


O Presidente da Câmara Municipal de Vila Verde, António Vilela, divulgou no site da Câmara Municipal a carta aberta que enviou ao Presidente Assembleia da República devido ao Encerramento do Jardim de Infância de Rio Mau, abaixo transcrevemos a carta enviada:


O bispo D. António Moiteiro ‘abençoou’ ontem a ideia pensada há cerca de ano e meio por um jovem pároco do arciprestado de Vila Verde: adornar os paramentos litúrgicos com motivos dos ‘lenços de namorados’. De visita pastoral a Godinhaços, aquele prelado celebrou missa com uma estola e casula onde foram desenhados os bordados típicos de Vila Verde.

“Eu sou a bide, vós sois os ramos, na igreja felizes estamos”. A frase proferida por Jesus Cristo, adaptada ao estilo muito próprio dos ‘lenços de namorados’ destacava-se na casula com que D. António Moiteiro celebrou, na tarde de ontem, na igreja paroquial de Godinhaços.

Em 2011, a revelação do propósito do padre Sandro Vasconcelos em adaptar a linguagem e os desenhos dos lenços às celebrações católicas não foi unânime entre os sacerdotes de Vila Verde. Ontem, dia paroquial da fé na pequena comunidade de Godinhaços, António Moiteiro aprovou a ideia, tanto mais que na sua ordenação como bispo usou paramentos com motivos dos também célebres e genuínos bordados de Castelo Branco.

“Quando avancei com a ideia dos paramentos estes motivos, uns padres aceitaram, outros não”, afirmou ontem o padre Sandro Vasconcelos, jovem sacerdote natural da freguesia bracarense de São Victor, mas em trabalho pastoral em cinco comunidades do arciprestado de Vila Verde desde a sua ordenação presbiteral, já lá vão 12 anos.

Esbatida alguma polémica inicial, a anuência do bispo auxiliar António Moiteiro incentivou o sacerdote responsável pelas paróquias de Moure, Rio Mau, Escariz S. Mamede, Godinhaços e Pedregais a avançar com a adaptação dos bordados aos paramentos litúrgicos que, nos últimos anos, se têm afirmado como imagem de marca do concelho. 

Enquanto aguardavam pela chegada do bispo, alguns populares de Godinhaços confessavam que a ideia percursora do padre Sandro, concretizada por duas bordadeiras da terra irá ser seguida noutras paróquias do arciprestado de Vila Verde onde a arte dos lenços de namorados ainda se mantém viva. Se assim for, depois de terem entrado em força no mundo da moda, os símbolos e quadras criados há vários séculos para transmitir sentimentos amorosos das raparigas em idade de casar, ganha agora funções nos paramentos dos sacerdotes.


Fonte Correio do Minho por José Paulo Silva
Igreja Paroquial de Rio Mau

A freguesia de Rio Mau vai realizar de 9 a 11 de Novembro as Grandiosas Festividades em honra de São Martinho. No primeiro dia de festividades vai haver música gravada e no dia seguinte a festa vai estar a cargo da Orquestra Belcanto Show, a partir das 21h30, acompanhada do tradicional magusto e porco no espeto. A partir das 00h30 vai haver uma sessão de fogo de artifício e vaca de fogo. No dia 11, Domingo o dia vai ser dedicado aos actos religiosos com missa solene às 09h00 e à tarde terço, sermão e procissão acompanhada pela fanfarra do Barrio. As festividades terminam com a actuação dos Bombos do Barrio.



imagem ilustrativa

Um incêndio deflagrou esta tarde, pelas 14h25, no lugar da Lameirinha, na freguesia de Rio Mau. No total arderam mil metros de eucalipto. No local estiveram 5 elementos dos Bombeiros Voluntários apoiados por uma viatura pesada. O incêndio foi extinto por volta das 16h35.




Cerca de cinquenta jovens das freguesias de PedregaisGodinhaços e Rio Mau, recriaram esta noite, no campo de jogos da Ribeira do Neiva, várias cenários da Via Sacra. A Última Ceia, o cenário do átrio e da fogueira, onde Pedro nega três vezes Jesus e todo o caminho até ao Calvário foram alguns dos quadros representados.

Este foi o primeiro ano que as três freguesias se juntaram a fazer a Via Sacra e segundo o Padre Sandro, «é muito fácil trabalhar com as três freguesias em conjunto, conhecem-se e vivem numa zona um pouco deslocada do resto do concelho e por isso eles também sentem isto muito como deles e mostramos desta forma que somos capazes de fazer alguma coisa».



Já passava duas horas e 35 minutos da madrugada de ontem, quando Francisca nasceu. A primeira bebé a nascer em 2012 no Hospital de Braga é também o primeiro filho de uma família de Barcelos.

“Orgulhosa” e “muito feliz”. Helena Linhares não conseguia disfarçar e o sorriso no rosto revelava tudo. O pai, Márcio Loureiro, esteve sempre presente, mas no momento da visita da equipa de reportagem do jornal ‘Correio do Minho’ tinha acabado de se ausentar um pouco.

Francisca Liz Gomes de Escairo nasceu com 2.930 quilogramas e nas poucas horas de vida mostrou-se uma bebé muito sossegada. Nem os ‘flashes’ da máquina fotográfica a fizeram acordar ou até chorar. 

O nascimento da pequena estava previsto para 27 de Dezembro, dia que completava as 40 semanas, mas Francisca quis “pregar uma partida” aos pais e “ser notícia”, justificou, em jeito de brincadeira, a mãe. “Tive uma gravidez muito saudável e correu tudo muito bem, não tive complicações nenhumas a não ser as náuseas típicas de uma gravidez”, contou Helena Linhares, que tem 27 anos e é advogada.

Depois das 40 semanas, Francisca podia nascer a qualquer momento. “Foi sem dúvida uma passagem de ano irrepetível, primeiro por ser a primeira filha, depois por ser na passagem de ano e, ainda, por ser a primeira a nascer neste hospital”, referiu a jovem mãe.
Na noite de sábado, Helena ainda jantou com a família como é tradição. “Foi uma refeição muito leve, porque já estava com contracções”, lembrou a mãe, referindo que já não teve tempo de comer a sobremesa. 

“As contracções começaram a ser bem mais frequentes. Vim para o hospital por volta das 21.30 horas e já tinha sofrido um bom bocado, porque já estava com seis centímetros de dilatação”, contou Helena, que contou sempre com a companhia do marido, que tem 33 anos e é empresário.
Francisca acabou por nascer de cesariana, porque “já estava com batimentos cardíacos bastante acelerados e teve que ser”, justificou. 

O casal já estava mentalizado que Francisca ia nascer ainda em 2011, mas a pequena quis nascer no ano novo. “A equipa médica foi maravilhosa. Tinha receio por ser a noite que era, mas os profissionais estavam todos muito bem dispostos e animados. As doze badaladas foram sem dores, deitada na cama, mas muito ansiosa”, confidenciou Helena, sublinhando que até o marido celebrou o novo ano com a equipa que estava a trabalhar no hospital durante a madrugada de ontem.

Nas primeiras horas, a pequena Francisca esteve sempre calma e bastante sossegada. “É preciso acordar a Francisca para comer, ainda pensa que está dentro da barriga”.
Em relação ao nome pouco comum” da bebé do ano do Hospital de Braga, a advogada explicou que o casal optou, nos dois casos, por colocar os nomes das avós de Francisca. 
Vestida de fatinho branco e aconchegada numa manta cor-de-rosa e um gorro na cabeça, Francisca continuava alheia ao que se passava à volta dela, e sempre muito sossegada ao lado da mãe. 

“A verdadeira prenda do ano”

Manuel Vieira foi o segundo bebé a nascer, durante o dia de ontem, no Hospital de Braga. O pequeno também é o primeiro filho de um casal que reside na freguesia de Rio Mau, em Vila Verde.

A “felicidade” estava bem patente no rosto de Maria Olinda Marques que foi mãe pela primeira vez. Ontem deu à luz às 6.30 horas o pequeno Manuel.
“Já estava a contar que nascesse hoje (ontem) ou amanhã (hoje). Mas nunca pensei que seria um dos primeiros a nascer este ano”, confessou Maria Olinda Marques.
A empregada têxtil teve “uma gravidez normalíssima, sem problemas”, sublinhou.

O último dia do ano foi passado “dentro da normalidade”, contou Maria Olinda. Mas Manuel decidiu pregar uma partida. “Estava com contracções, mas estava calma, por isso, deitei-me normalmente”, lembrou a mãe do pequeno. Mas às cinco da madrugada as àguas rebentaram e foi de imediato para o hospital na companhia do marido. “Quase que não chegava a tempo. Foi tudo tão rápido e certinho, que nem tive tempo de levar epidural e mal consegui subir para a ca- deira”, referiu Maria Olinda, que tem 42 anos, que nem parecia que tinha acabado de dar à luz. 

Bebé “é saudável e está tudo bem”

Mário acompanhou sempre a esposa. “Não sabia muito bem o que fazer e andava meio atrapalhado, mas correu tudo bem”, atirou o empregado de construção civil, mostrando-se sempre muito “vaidoso” e “orgulhoso” pelo nascimento do pequeno. “O Manuel foi a verdadeira prenda do ano”, confessou.
Manuel nasceu às 6.30 horas de parto normal com três quilogramas. “A médica sempre disse que não ia pesar mais de três quilos e acertou”, mas o que importa é que o pequeno “é saudável e está tudo bem”.

Nestas primeira horas, Manuel teve sempre “tão calmo e sossegado”, que a mãe estava a tentar acordá-lo para dar de mamar e não conseguia.
Mal se ouvia respirar. O pequeno Manuel estava sossegado e muito aconchegado ao lado da mãe, sempre a receber mimo e carícias. 

E, pelo corredores da maternidade, continuavam a passar pessoas. Com os sorrisos estampados no rosto. E ninguém se esqueceu dos presentes para as mães e, sobretudo, para os bebés. Mas estes sim foram as melhores prendas para começar bem o ano.

Fonte Correio do Minho por Patrícia Sousa


Pedregais: Vídeo de 1ª atuação da banda hora e meia, com Padre Sandro




Rosário Durães, de Rio Mau, Vila Verde, celebrou, ontem, os 103 anos de idade. A família canta-lhe este fim-de-semana os ‘parabéns’ a você à centenária. Os dois filhos que deu à luz garantiram-lhe uma prole longa, com 11 netos, 17 bisnetos e dois tetranetos.

Maria Martins Sá é a nora de Rosário Durães, que hoje celebra também 76 anos, e que cuida dela todos os dias, há mais de 21 anos.
“Eu faço aquilo que posso por ela e só queria que me fizessem o mesmo a mim”, indica a cuidadora de Rosário, ostentando “orgulho” pela longevidade da sogra.
“Ela pouco andou na escola, mas conseguiu aprender a escrever o seu próprio nome e pouco mais com outras colegas da sua altura”, apontou.

“Quando fez 100 anos, muitos autarcas, presidente da câmara e o padre Sandro Vasconcelos, juntaram-se para lhe fazer uma grande festa com direito a foguetes e tudo”, recordou a nora.
“Na verdade toda a gente fica muito admirada pelos anos que tem, mas ela foi uma pessoa que sofreu muito, tinha uma saúde débil devido a uma anemia, mas trabalhou muito toda a vida, sempre com muitos sacrifícios para conseguir ter alguma coisa para deixar”.
Ontem, ainda foi capaz de dizer que fazia “103 anos”, balbuciando várias outras coisas, perguntando sempre “como está o gado” e onde estão os seus familiares mais directos.

Fonte Correio do Minho por Marta Caldeira


Vila Verde celebra o S. Martinho como manda a tradição, com magusto e outros condimentos próprios da festividade. Não faltam actividades em diversos pontos do concelho no próximo fim-de-semana. Confira a agenda:

Magusto anima Vilarinho no dia 13 de Novembro

A ACRD de Vilarinho promove, no dia 13 do corrente mês de Novembro, um tradicional magusto animado pelo som das concertinas e dos cantares ao desafio. A sardinha assada, o caldo verde, a broa caseira e outras iguarias prometem deliciar todos aqueles que se quiserem juntar ao evento que decorrerá no campo de jogos local.
O magusto está agendado para o período da tarde, com início às 14h00. No período da manhã, decorre no mesmo espaço um jogo de futebol entre os jovens das escolinhas daquela localidade e do Vilaverdense FC.


Rio Mau celebra S. Martinho de 11 a 14 de Novembro

A freguesia de Rio Mau, Vila Verde, celebra, de 11 a 14 de Novembro, as tradicionais festividades em honra de S. Martinho. No primeiro dia das festas, o grande destaque vai para a missa solene em honra de S. Martinho, que decorre pelas 19h00.
No dia 12, ao início da tarde, tem lugar o desfile do grupo de Zés Pereiras ‘Os Frujeiras’, provenientes de Duas Igrejas. A partir das 21h00, os presentes podem assistir ao espectáculo musical de Tiago Maroto&Banda. Às 24h00, realiza-se uma sessão de fogo-de-artifício.
Na manhã de domingo, dia 13, haverá missa cantada em honra de S. Martinho (09h15). Pelas 16h00, actuará o Rancho Folclórico de Godinhaços.
As festas encerram no dia 14 de Novembro, com música gravada durante o dia.


S. Martinho em Valbom de 11 a 13 de Novembro

Valbom, localidade inserida no Vale do Homem, celebra a festa em honra do seu padroeiro, S. Martinho, nos dias 11, 12 e 13 de Novembro. O tradicional magusto, associado à música tradicional, conjugado com as celebrações religiosas, marca as festividades locais.
No dia da celebração litúrgica do santo, 11 de Novembro, a festa contempla a missa, com início às 10h00, com sessão de fogo, às 12h00. Durante a tarde, realiza-se o magusto e – como sugere o programa – acompanhado de bom ‘verdasco’ e sardinhas.
No sábado, dia 12 de Novembro, destaque para a procissão em honra de Nossa Sra de Fátima e Coração de Jesus. À noite (21h30), actua o Grupo Verde Canto, de Mós.
No domingo, dia 13 de Novembro, tem lugar a missa cantada em honra de S. Martinho (10h00), com Primeira Comunhão e Profissão de Fé. À tarde, com início às 14h00, realiza-se a procissão em honra do santo. Pelas 15h00, realiza-se o bazar de oferendas.
Logo após, actua o rancho folclórico de Balança, do concelho vizinho de Terras de Bouro.


Passeio BTT /S. Martinho em Moure / 20 de Novembro

A Associação Juvenil de Moure promove, no próximo dia 20 de Novembro, um Passeio BTT/ Passeio de S. Martinho, com início às 9h00. Os interessados em participar devem fazê-lo através dos seguintes contactos: 253 927 390 ou ajmoure@gmail.com



Mais de 600 pessoas do Concelho de Vila Verde participaram na Peregrinação a Santiago de Compostela, realizada ontem, domingo, dia 02 de Outubro. Uma iniciativa realizada no âmbito das comemorações dos 800 anos da Catedral Românica de Santiago de Compostela, organizada pela Câmara Municipal de Vila Verde, em parceria com as Juntas de Freguesia e as Paróquias do Concelho, a que se juntou o apoio da AEJ – Associação Confraria de São Tiago “Espaço Jacobeus”.

O momento alto desta peregrinação aconteceu com a celebração da Eucaristia, no Altar Maior da Catedral de Santiago de Compostela.

No âmbito desta Eucaristia, o Presidente do município apresentou uma Invocação ao Santo Apóstolo. Momentos mais tarde, foi efectuada uma oferta de produtos típicos do concelho de Vila Verde. A celebração encerrou com o majestoso Botafumeiro.

Acompanhou esta peregrinação, com o propósito de animar liturgicamente a celebração da Eucaristia, o Grupo Coral da Santa Casa da Misericórdia de Vila Verde. Fundado em 2002, este grupo coral, integrado por 45 elementos (distribuídos por 4 vozes: sopranos, contraltos, tenores e baixos), foi dirigido pelo maestro Dr. Júlio Dias.

Depois do almoço convívio, que se realizou nas instalações do Mosteiro San Martín Pinario, ao lado da catedral, os participantes realizaram uma visita guiada a Catedral e visitaram o centro histórico desta cidade Património da Humanidade.

Recorde-se que o Concelho de Vila Verde é atravessado por um dos Caminhos Portugueses a Santiago. São cerca de 15 km, desde da vila de Prado até a freguesia de Rio Mau, passando por Lage, Moure, Carreiras São Miguel, Portela das Cabras e Goães. Consciente da importância deste itinerário de peregrinação, o município inaugurou um albergue de peregrinos na antiga escola primária da freguesia de Goães.



No âmbito das comemorações dos 800 anos da Catedral Românica de Santiago de Compostela, a Câmara Municipal, com as Juntas de Freguesia e as Paróquias do Concelho, e o apoio da AEJ – Associação Confraria de São Tiago “Espaço Jacobeus”, vai realizar uma “Peregrinação do Concelho de Vila Verde a Santiago de Compostela”, no próximo Domingo, dia 2 de Outubro.

Esta peregrinação que será integrada por cerca de 650 pessoas do concelho de Vila Verde, será liderada pelo Presidente da Câmara Municipal, Dr. António Vilela, acompanhado pela Vereadora da Cultura, Dra. Júlia Fernandes, e numerosos Presidentes de Junta de Freguesia. Participará ainda o Eurodeputado, José Manuel Fernandes.

O momento alto desta peregrinação será a celebração da Eucaristia, no Altar Maior da Catedral de Santiago de Compostela, que comemora este ano 800 anos, às 12h00 (Hora Europeia, 11h00 em Portugal).

No âmbito desta Eucaristia, o Presidente do município apresentará uma Invocação ao Santo Apóstolo. Momentos mais tarde, será efectuada uma oferta de produtos típicos do concelho de Vila Verde. A celebração será encerrada com o majestoso Botafumeiro.

Acompanha esta peregrinação, com o propósito de animar liturgicamente a celebração da Eucaristia, o Grupo Coral da Santa Casa da Misericórdia de Vila Verde. Fundado em 2002, este grupo coral, integrado por 45 elementos (distribuídos por 4 vozes: sopranos, contraltos, tenores e baixos), é dirigido pelo maestro Dr. Júlio Dias.

Depois do almoço convívio, que se realizará nas instalações do Mosteiro San Martín Pinario, ao lado da catedral, os participantes terão tempo para uma visita guiada a Catedral bem como para visitar o centro histórico desta cidade Património da Humanidade.

O Concelho de Vila Verde é atravessado por um dos Caminhos Portugueses a Santiago. São cerca de 15 km, desde da vila de Prado até a freguesia de Rio Mau, passando por Lage, Moure, Carreiras São Miguel, Portela das Cabras e Goães. Consciente da importância deste itinerário de peregrinação, o município inaugurou um albergue de peregrinos na antiga escola primária da freguesia de Goães.

Mais informações em http://www.jacobeus.org/portal/


Os moradores da Avenida do Sobrado 1, da freguesia de Rio Mau, em Vila Verde, mostram-se “indignados” e “chocados” com a lixeira a céu aberto que, desde há uns meses para cá, tem afectado negativamente os espaços verdes daquela rua.

Por entre as folhas caídas e a vegetação que floresce, pode encontrar-se um pouco de tudo. Sofás, lixo de obras, restos de mercearia, televisões, artigos de pichelaria, electrodomésticos diversos, entre muitas outras coisas “estragam” a paisagem local e geram revolta nos moradores que, diariamente, ali passam.

De acordo com um habitante da freguesia, “há pelo menos três meses” que ali começaram a deitar o lixo indevidamente. A Junta de Freguesia já terá sido alertada, tendo remetido para o pelouro responsável da Câmara Municipal de Vila Verde, a quem os moradores apelam, agora, para que intervenha, no sentido de resolver o problema.

No entender desta mesma fonte, “é mais urgente que as pessoas tenham consciência do que fazem e que os moradores fiquem alertados para esta situações”.

“Eu não tenho que sair de casa e levar com este triste cenário todos os dias. Por exemplo, é estranho ver aqui tantos pacotes de leite escolar espalhados. Não me parece que sejam as crianças que os despejam aqui”, ilustrou o queixoso, assegurando que “grande parte do lixo já se encontra encoberto pela vegetação”.

“Para quem aqui mora é complicado porque dá uma imagem muito feia desta zona. Não percebo qual é a lógica de se fazer uma coisa destas”, concluiu.


‘Faísca’ saiu há poucos meses da cadeia, onde esteve 5 anos por roubos

"Enquanto se lembrar do que lhe aconteceu aqui, não deve querer voltar tão cedo. Juntou-se muita gente e o povo deu-lhe ‘poucas’ e boas", relatou ao CM José Pereira, de 60 anos, que anteontem surpreendeu um ladrão a assaltar a sua casa, em Rio Mau, Vila Verde. A população juntou-se e espancou o assaltante, de 29 anos, mantendo-o detido até à chegada da GNR. Ouvido ontem pelo Tribunal de Vila Verde, foi libertado.

O casal chegava a casa, ao final do dia, quando se apercebeu de um homem junto a uma janela do rés--do-chão. "Assim que o vi, saí do carro e ainda lhe agarrei um braço, mas ele deu-me um empurrão e fugiu", contou, ainda em sobressalto, a dona da casa, Marinha Sá. O assaltante foi perseguido pelo filho do casal, de 18 anos, que pediu ajuda aos vizinhos para apanhar o fugitivo. Já com um largo número de pessoas a procurar nas redondezas, foi mesmo o filho de José e Marinha que veio a encontrar o ladrão escondido num silvado. "Ainda se fez ao meu filho de navalha, mas ele encheu-se de coragem e disse para guardar aquilo", referiu a mãe.
O assaltante, conhecido pela alcunha de ‘Faísca’, foi libertado há menos de meio ano, depois de ter cumprido cinco anos de prisão por roubos, posse de arma proibida e tráfico de droga, soube o CM. Foi ouvido ontem por um juiz, em Vila Verde, e fica obrigado a apresentar-se à GNR todos os dias até ser julgado.


Fonte Correio da Manhã por Fátima Vilaça


O arcebispo primaz de Braga, anuncia hoje o Movimento Eclesiástico. D. Jorge Ortiga, em comunicado enviado à comunicação social, dá conta que esta 'reorganização territorial da arquidiocese tem concentrado muitas energias'. Segundo o prelado, 'não é fácil harmonizar os reais interesses das paróquias e dos sacerdotes com as possibilidades de que dispomos'. 'Diante de nós temos um desafio que deve comprometer sacerdotes e leigos: tomar consciência de um novo modo de ser Igreja para crescermos na comunhão corresponsável. Uma aposta necessária na formação sólida capaz de garantir a variedade ministerial na transmissão, celebração e vivência da fé cristã. Isto não é tarefa de alguns ou sempre dos mesmos. É uma exigência da nossa condição baptismal. Todos devemos sentir a alegria de viver uma pastoral que necessariamente está a exigir mudanças de atitude em todos nós', escreve o arcebispo.
D. Jorge Ortiga aproveita o momento para lançar alguns apelos, não só aos sacerdotes, mas também aos leigos. 'Aos sacerdotes pede-se que se concentrem no essencial e específico do seu ministério, criando e preparando espaços de corresponsabilidade laical em ordem a uma confiança plena. Aos leigos pede-se que sintam a Igreja como espaço de comunhão e de participação ministerial sem qualquer espírito de protagonismo. Ser cristão passa por uma coerência de vida com o Evangelho e de compromisso familiar com as vocações na Igreja. Não podemos continuar a exigir multiplicações de eucaristias. As comunidades devem estar disponíveis para sacrifícios onde a alteração de horários e lugares de culto assim o exigirem', diz.

Neste sentido e perante as necessidades das comunidades, o arcebispo primaz de Braga faz as seguintes nomeações:
- P.e Manuel José Ribeiro Pinheiro, dispensado da paroquialidade de S. Martinho de Vila Frescainha e S. Pedro de Vila Frescainha, arciprestado de Barcelos, e nomeado pároco de Sta. Maria de Prado - Vila Verde.
- P.e Manuel da Rocha, dispensado de S. Paulo de Fão e do Divino Salvador de Fonte Boa, Esposende, e nomeado pároco de S. Martinho de Vila Frescainha, S. Pedro de Vila Frescainha e S. João Baptista de Barqueiros, Barcelos.
- P.e José António Arantes de Andrade, dispensado de S. Paio de Vila Verde, Sta. Eulália de Loureira, S. Martinho de Travassós, arciprestado de V. Verde, assim como da capelania da Misericórdia, e nomeado pároco de S. Paulo de Fão e do Divino Salvador de Fonte Boa, arciprestado de Esposende, continuando a colaboração nos Cursos de Cristandade.
- P.e Avelino Manuel Lima Castro, dispensado de Divino Salvador de Campo, S. Miguel de Roriz, S. Pedro Fins de Tamel e S. Tiago do Couto, arciprestado de Barcelos, e nomeado pároco de S. Simão e S. Judas Tadeu da Junqueira, Sto. André de Parada e Divino Salvador de Touguinhó, arciprestado de Vila do Conde/Póvoa de Varzim, e proposto para capelão do Hospital de P. Varzim.
- P.e Carlos Mário Ferreira Gomes, dispensado de S. Miguel de Argivai e Divino Salvador de Touguinhó, V. Conde/P. Varzim, e nomeado pároco de Divino Salvador de Campo, S. Miguel de Roriz, S. Pedro Fins de Tamel e S. Tiago do Couto - Barcelos.
- P.e Nuno Matos Rocha, no-meado pároco de S. Miguel de Argivai, arciprestado de V. Conde/P. Varzim, em acumulação com N. Sra. da Lapa, do mesmo arciprestado.
- P.e Manuel José Baptista, dispensado, por razões de saúde e de idade, da paroquialidade de S. Tiago de Cossourado e Sta. Eulália de Panque - Barcelos.
- P.e Paulo Jorge Brás de Sá, dispensado da paroquialidade “in solidum” de Sta. Eulália de Fafe, e nomeado pároco de Sta. Maria de Quintiães, S. Martinho de Aboim, Sta. Lucrécia de Aguiar, S. Tiago de Cossourado e S. Eulália de Panque, arciprestado de Barcelos, contando com a colaboração do P.e Manuel José Baptista.
- P.e Paulino Manuel do Vale Novais, dispensado, por razões de saúde e de idade, da paroquialidade de S. João Baptista de Barqueiros - Barcelos.
- P.e José Carlos Vechina (O.C.D.), dispensado da paroquialidade de S. Vicente, arciprestado de Braga, com a gratidão da arquidiocese à Ordem do Carmo.
- P.e João Paulo Coelho Alves, nomeado pároco de S. Vicente, arciprestado de Braga, em acumulação com a Pastoral Juvenil, Assistente Regional do Escu-tismo, com a Chancelaria da Cú-ria e com a moderação da paróquia de Sta. Maria de Palmeira, arciprestado de Braga.
- P.e João Pereira Monteiro e Darci de Jesus Ferreira Vilarinho (Missionários da Consolata), nomeados párocos “in solidum” de Santa Maria de Palmeira, sendo moderador o P.e João Paulo Coelho Alves.
- P.e Manuel Mendes Fernandes da Fonseca, dispensado, a seu pedido, da paroquialidade de S. Tiago da Cividade, arciprestado de Braga.
- Cón. Manuel Joaquim Fernandes da Costa, nomeado pároco de S. Tiago da Cividade - Braga, em acumulação com a paróquia de Sta. Maria Maior e Sé Primaz e de S. João do Souto, do mesmo arciprestado, com a colaboração do Monsenhor Joa-quim Moisés Rebelo Quinteiro, sem prejuízo de outros encargos diocesanos.
- P.e Luís Eugénio Couto Baeta, dispensado da paroquialidade de S. Clemente de Basto, arciprestado de Celorico de Basto, e nomeado pároco de S. Marinha de Pedraça e S. Sebastião de Passos, arciprestado de Cabeceiras de Basto, em acumulação com S. Senhorinha de Basto e S. Pedro de Alvite, do mesmo arciprestado.
- Mons. José Augusto Gomes Ribeiro e Pe. Jorge Agostinho Gomes Esteves, dispensados de S. Martinho de Pedraça, arciprestado de Cabeceiras, continuando com a paroquialidade de Sto. André de Rio Douro, S. João Baptista de Cavez e S. Jorge de Abadim, do mesmo arciprestado.
- P.e Francisco Marcelino Monteiro Esteves, dispensado da paroquialidade de S. Sebastião de Passos, arciprestado de Cabeceiras, continuando com a paroquialidade de Santo André de Painzela, S. Miguel de Refojos de Basto e Sta. Maria Maior de Outeiro, do mesmo arciprestado.
- P.e António Gomes de Lima, dispensado da paroquialidade de Santa Maria de Borba da Montanha, S. Miguel de Carvalho e S. Tecla de Basto, arciprestado de Celorico de Basto, continuando com a paroquialidade de S. Bartolomeu do Rego, arciprestado de Fafe.
- P.e Alexandre Agostinho Teixeira de Sá, dispensado do Divino Salvador de Parada e Barbudo, Sta. Maria de Mós e S. Mamede de Gondiães, arciprestado de Vila Verde, e nomeado pároco de S. Clemente de Basto, Santa Maria de Borba da Montanha, S. Miguel de Carvalho e S. Tecla de Basto, arciprestado de Celorico de Basto.
- P.e Adelino Marques Domingues, nomeado pároco de S. Martinho de Quinchães em acumulação com S. Martinho de Silvares e S. Martinho de Ceidões - Fafe.
- P.e Samuel Vilas Boas, dispensado de S. Romão de Rendufe e de S. Cosme e S. Damião da Lobeira, arciprestado de Guimarães/Vizela, e nomeado pároco de S. Cristóvão de Selho em acumulação com Sta. Maria de Silvares, do mesmo arciprestado.
- P.e Joaquim Domingos Luís, dispensado das paroquialidades “in solidum” de S. Cristóvão de Selho, S. Torcato, S. Miguel de Gonça e S. Pedro de Gominhães, assim como da moderação des-tas três últimas, do arciprestado de Guimarães/Vizela.
- P.e António Manuel Baptista Lopes, dispensado da paroquia-lidade “in solidum” de S. Cristóvão de Selho, S. Torcato, S. Miguel de Gonça e S. Pedro de Gominhães, assim como da moderação de S. Cristóvão de Selho, do arciprestado de Guimarães/ /Vizela.
- P.e Joaquim Leonel Araújo de Sousa e Carlos Alberto Aires de Matos, confirmados párocos “in solidum” de S. Torcato, S. Miguel de Gonça e S. Pedro de Gominhães, e nomeados párocos “in solidum” de S. Romão de Rendufe, S. Cosme e S. Damião de Lobeira, do arciprestado de Guimarães/Vizela.
- P.e José Luís de Sousa Pimenta, nomeado pároco “in solidum” com o P.e Devendra Bhuriya e os referidos P.e Joaquim Leonel Araújo de Sousa e Carlos Alfredo Aires de Matos das paróquias de S. Torcato, S. Miguel de Gonça, S. Pedro de Gominhães, S. Romão de Rendufe, S. Cosme e S. Damião de Lo-beira, arciprestado de Guimarães/Vizela, ficando com o encargo de moderador.
- P.e José Agostinho da Costa Ribeiro, d

ispensado da paroquialidade e moderação de S. Cláudio de Barco, arciprestado de Guimarães/Vizela, continuando pároco de S. Tomé de Caldelas.
- P.e Miguel Augusto Freitas Teixeira, nomeado pároco de S. Cláudio de Barco, arciprestado de Guimarães/Vizela, em acumulação com Divino Salvador de Briteiros e Sto. Estevão de Briteiros.
- P.e Albino José da Silva Carneiro, nomeado pároco de Sta. Maria de Sobradelo da Goma, arciprestado de P. Lanhoso.
- P.e João Maria Tinoco, por razões de idade, dispensado de S. Tiago de Lanhoso, arciprestado de Póvoa de Lanhoso.
- P.e Armindo Ribeiro Gonçalves, nomeado pároco de S. Tiago de Lanhoso, arciprestado de P. Lanhoso, em acumulação com N.ª Sr.ª do Amparo e S. Martinho de Galegos, do mesmo arciprestado.
- P.e Domingos Alberto Pinheiro Mendes, nomeado pároco de S. Martinho de Travassôs, arci-prestado de V. Verde, em acumulação com S. Miguel de Carreiras, Santiago de Carreiras, Santa Maria de Dossãos e Sta. Marinha de Nevogilde, do mesmo arciprestado.
- P.e Sandro Nuno da Silva Vasconcelos, nomeado pároco de Divino Salvador de Pedregais e Sta. Eulália de Godinhaços, arciprestado de V. Verde, em acumulação com S. Martinho de Moure, S. Mamede de Escariz e S. Martinho de Rio Mau, do mesmo arciprestado.
- P.e Artur Jorge Ramalho Rocha Gonçalves, nomeado pároco de S. Paio de V. Verde e Sta. Eulália de Loureira, arciprestado de V. Verde, em acumulação com o serviço na Diocese das Forças Armadas e Segurança.
- P.e José António Ribeiro de Lima Carneiro, autorizado a trabalhar na diocese de Aveiro por mais um ano.
- P.e Horácio José Segura (S.M.M), dispensado de Administrador Paroquial de S. Simão e S. Judas Tadeu da Junqueira e Sto. André de Parada, do arciprestado de V..Conde/P. Varzim.
- P.e Pedro Daniel Faria Marques, nomeado pároco “in soli-dum” de Sta. Eulália de Fafe, continuando como moderador P.e João Fernando Peixoto Araú-jo, contando os dois com a cola-boração do P.e Bernardino Ri-beiro, o qual é dispensado da capelania da Santa Casa da Misericórdia.
- P.e João Alberto Sousa Correia, dispensado de Administrador Paroquial de Sta. Maria de Prado, continuando pároco de S. Miguel de Frossos e responsável pelo Diaconado Permanente e Departamento Bíblico da Arquidiocese.
- P.e António Rodrigues, nomeado pároco de Divino Salvador de Barbudo, S. Mamede de Gon-diães e Sta. Maria de Mós, arciprestado de V. Verde, continuando com Sta. Maria de Freiriz.
- P.e Angelino Tchindombe Kamati, nomeado Vigário Cooperador de Divino Salvador de Barbudo, S. Mamede de Gondiães e Santa Maria de Mós, arciprestado de Vila Verde.
- P.e Avelino dos Santos Mendes, dispensado da paroquialidade “in solidum” de S. Martinho de Carrazedo, S. Tomé de Prozelo e S. Paio de Besteiros, continuando com a paroquialidade de S. Salvador de Amares e Sta. Maria de Ferreiros.
- P.e Jorge Manuel Carneiro Ferreira, dispensado da paroquialidade “in solidum” de S. Miguel de Refojos de Basto, Sto. André de Painzela, S. Sebastião de Passos e Sta. Maria Maior de Outeiro, arciprestado de Cabeceiras de Basto, nomeado pároco de S. Paio de Besteiros, S. Tomé de Proselo e S. Martinho de Carrazedo, arciprestado de Amares e integrando-se na Unidade Pastoral de Amares.
- Mons. Domingos da Silva Araújo, dispensado, a seu pedido, da capelania da Basílica dos Congregados - Braga, continuando a colaborar na mesma Basílica.
- P.e José Barbosa Granja, no-meado Reitor da Basílica dos Congregados, arciprestado de Braga, e coordenador do Secretariado da Pastoral da Mobilidade.
- Mons. Joaquim Morais da Costa, dispensado da coordenação da Pastoral da Mobilidade, continuando responsável pela capelania de Nª. Sª. do Sameiro.
- P.e Henrique dos Santos Ribeiro, nomeado Assistente Regional Adjunto do C.N.E e responsável pela Assistência e Formação no Campo Escola de Fraião.
- P.e Samuel Miranda Vilas Boas, nomeado Assistente Regional Adjunto do C.N.E e responsável pelo acompanhamento e formação dos Assistentes da Região.
- P.e Eduardo Jorge Gomes da Costa Duque, dispensado de assistente do Departamento da Formação Cristã de Adultos, continuando responsável pela Pastoral Universitária e professor na Universidade.
- P.e Paulo Alexandre Terroso da Silva, dispensado da Equipa Formadora do Seminário Menor para realizar uma experiência na comunidade dos Picolli Fratelli di Gesú Caritas (Pequenos Irmãos de Jesus Caritas), em Limiti di Spello, Peruggia, Itália.
- P.e Marc Rodrigues Monteiro, dispensado da paroquialidade “in solidum” de S. Salvador Amares, S. Maria de Ferreiros, S. Martinho de Carrazedo, S. Tomé de Prozelo e S. Paio de Besteiros - Amares, e nomeado para integrar a Equipa Formadora do Seminário Menor.
- P.e João Paulo Brito da Costa, dispensado do serviço da Equipa Formadora do Seminário Menor e de Chefe do Gabinete do Arcebispo Primaz, e autorizado a frequentar os estudos na Pontifícia Universidade Gregoriana, em Roma.
- P.e José Miguel Fraga Cardoso, nomeado para integrar a Equipa Formadora do Seminário Menor e Chefe do Gabinete do Arcebispo Primaz.

Arcebispo dá vida a mais duas novas Unidades Pastorais em dois centros urbanos

Segundo D. Jorge Ortiga, a mudança vertiginosa dos condicionalismos sociais não permite que “nos acomodemos ao âmbito restrito das paróquias. Crescemos à sombra dos campanários gerando-se uma mentalidade de comunidade frequentemente circunscrita aos limites geográficos. A mobilidade e a necessidade de agir de modo diferente convidam-nos a dar consistência a estruturas já existentes em alguns lugares e a potenciá-las noutros sítios”, diz.
Por isso, e com as apostas de anos anteriores, as Unidades Pastorais começam a dar os seus frutos sem destruir a autonomia das paróquias. “Urge dar um passo em frente, ou seja, as Unidades Pastorais devem tornar-se verdadeiras comunidades pastorais onde se redescobrem ministérios que não servem exclusivamente o âmbito restrito da paróquia mas que estão
ao serviço de uma determinada zona pastoral.
Continuando a esperar muito das actuais Unidades Pastorais, o arcebispo de Braga revela que gostaria de dar vida a mais duas em dois centros urbanos: Unidade Pastoral de Amares, constituída pelas paróquias de S. Salvador de Amares, Santa Maria de Ferreiros, S. Martinho de Carrazedo, S. Tomé de Prozelo, S. Paio de Besteiros, Santa Maria de Caires, Santa Maria da Torre e S. Pedro de Portela, ficando como co-ordenador o P.e Avelino dos Santos Mendes.
Unidade Pastoral de Vila Verde, constituída por S. Paio de Vila Verde, Santa Eulália de Loureira, S. Tiago de Sabariz, S. Tomé de Lanhas, S. Cláudio de Geme, S. Pedro de Esqueiros, Divino Salvador de Barbudo, S. Mamede de Gondiães, Santa Maria de Mós, ficando como coordenador o P.e Carlos Manuel Fernandes Lopes.

Diáconos: estágios pastorais

No seu percurso para a Ordenação Sacerdotal, os diáconos farão o seu estágio pastoral nas seguintes paróquias ou unidades pastorais:
- Diác. António Rafael Moreira Poças, na unidade pastoral de S. Pedro de Esmeriz, S. Cristóvão de Cabeçudos e Santa Eulália de Palmeira, sob a orientação do P.e Mário Martins Chaves Rodrigues.
- Diác. Feliciano Azevedo de Oliveira, na paróquia de N.ª Sr.ª dos Navegantes
das Caxinas, sob a orientação do
Mons. Domingos Ferreira de Araújo.
- Diác. Francisco Xavier Gomes de Oliveira, na unidade pastoral de Santo André de Painzela, S. Miguel de Refojos de Basto e Santa Maria Maior de Outeiro, sob orientação do P.e Francisco Marcelino Monteiro Esteves.
- Diác. Nuno Fernando de Sá Vilas Boas, na unidade pastoral de S. Martinho de Brufe, Santo Adrião de Vila Nova de Famalicão e S. Martinho de Cavalões, sob a orientação do P.e Paulino Alfredo de Oliveira Carvalho.
- Diác. Vítor Manuel Costa Araújo, na unidade pastoral de S. Tiago de Esporões, S. Paio de Arcos, S. Miguel de Guizande, S. Tiago de Priscos, S. Bartolomeu de Tadim e S. Pedro de Escudeiros, sob orientação do P.e João Miguel Torres Campos.

Fonte Correio do Minho por Ricardo Miguel Vasconcelos


O mau tempo que nos últimos dias cortou estradas, fechou escolas e isolou muitas aldeias do interior Norte e Centro do país, deverá manter-se até depois de amanhã. O Instituto de Meteorologia admite mais chuva, neve e temperaturas muito baixas, sobretudo na Guarda.

A vaga de frio que está a assolar alguns países europeus, Portugal incluído, promete agravar-se com frio intenso, precipitação e neve acima dos 600 metros em vários distritos do Norte. A previsão é do Instituto de Meteorologia (IM) que prevê melhorias graduais, com céu geralmente pouco nublado e sem chuva, apenas a partir de depois de amanhã.

Bragança, Covilhã e Penhas Douradas serão as regiões mais afectadas pelo frio, a partir de amanhã, altura em que "poderão voltar a ficar sob aviso amarelo", alerta o IM, embora a situação mais aguda esteja já a verificar-se no distrito da Guarda.
"Ao nível de temperaturas mínimas muito baixas, apenas o distrito da Guarda, que atingiu o limite, está com aviso amarelo de temperatura mínima baixa até sexta-feira", disse, ao JN, Cristina Simões, técnica superior do IM.

A meteorologista desdramatiza a eventual antecipação da invernia em Portugal. "Esta vaga de frio não veio antes do tempo. Afinal, estamos a caminho do Inverno e o resto da Europa está a viver situações muito piores".

O dia de ontem foi relativamente ameno no interior norte e centro do país, mas nem por isso deixou de fazer estragos.

O despiste de um camião no viaduto da A24, em Pedras Salgadas (Chaves), ao início da manhã, revelou-se o mais aparatoso acidente provocado pela queda de neve. Ao sair da via, o veículo invadiu os rails de protecção, ficando com a cabina suspensa no viaduto do rio Avelâmes. O condutor, de Vila Verde, sofreu apenas ferimentos ligeiros. O veículo foi removido 12 horas depois.

Em Montalegre e Boticas a neve também provocou vários transtornos e obrigou a Protecção Civil a colocar no terreno toda a frota de remoção de neve. As escolas estiveram encerradas e a maioria das aldeias isoladas.

Em Vila Real, os principais acessos estiveram transitáveis, mantendo-se encerradas algumas estradas nacionais e municipais em zonas de montanha. Algumas escolas também se mantiveram encerradas em Vila Real, Vila Pouca de Aguiar, Boticas, Ribeira de Pena e Montalegre.

Na Guarda, as aulas continuaram suspensas em todas as escolas. A protecção civil municipal considerou que "ainda não estavam reunidas todas as condições de segurança, nomeadamente as relacionadas com a circulação rodoviária". Pelo mesmo motivo, os estabelecimentos de ensino de Trancoso também não abriram. Fonte JN por Teresa Cardoso

Gladíolos, rosas, giribérias, cravos, lílios, orquídeas, estrelícias, coroas de rei, crisântemos e, claro, muitos ‘verdes’. A Praça do Município ‘vestiu-se’, durante a manhã de ontem, como sempre, de cor e cheiros. E apesar das ‘reclamações’ todos levaram flores para hoje embelezarem o cemitério.

Mesmo com o temporal, os vendedores de flores ‘acamparam’ na praça ainda de madrugada, alguns deles abrigando-se com toldos. E as pessoas atropelavam-se. Todas queriam comprar flores. As melhores, as mais bonitas e de preferência as mais baratas. A correria já é habitual no dia que antecede o feriado de Todos os Santos.

E os vendedores lá apregoavam as melhores flores e, claro, os melhores preços. Era uma correria. E sempre que a chuva abrandava o negócio e a multidão voltava a encher a praça. Neste dia, atiravam os vendedores, as pessoas acabam sempre por comprar, por tem que ser e já é uma tradição.

Para além dos molhos de flores, não faltavam também os arranjos. Mais práticos e baratos para quem vai apenas de visita ao cemitério.
O negócio das velas de todos os tamanhos e das esponjas para fazer os arranjos de flores também não foi esquecido.

Crise e mau tempo atrapalham negócio


Apesar da crise e da muita chuva que caiu ontem, os vendedores de flores da Praça do Município lá foram fazendo negócio. Para uns até “correu bem”, já para outros não foi bem assim.
Maria Júlia, de Barcelos, tem “produção caseira” de flores e já costuma marcar presença no mercado. “Só vendo crisântemos, de várias cores e qualidades”, contou Maria Júlia, que estava a vender o molho a três euros. “Mas isto já são os restos. Ontem (sábado) vendi as melhores a cinco euros”. E apesar da crise e do mau tempo, a barcelense admitiu que o negócio “até não correu mal”.

Mais à frente, o 'Correio do Minho' falou com Maria Costa, residente em Braga. Esta vendedora de flores, que todos os anos tem lugar marcado nesta feira, assegurou que o negócio “corre sempre muito bem”. E este ano não estava a ser excepção. Para além dos molhos de flores, Maria vendia também arranjos de orquídeas. “Só ontem (sábado) vendi 150 arranjos, cada um a cinco euros”, revelou a comerciante, mostrando-se “satisfeita” porque vendeu tudo. “Mesmo com a crise e a chover tanto as pessoas acabam sempre por comprar neste dia”, justificou. E as rosas, as estrelícias e os crisântemos foram as flores preferidas dos clientes de Maria.

Conceição Alves, que estava na companhia de tias e primas, também elas vendedoras de flores, contou que o negócio estava a correr “mais ou menos”. E atirou: “podia ser melhor, mas a chuva também não ajudou”. E quando se fala em preços, Conceição é peremptória: “é à maneira dos clientes, conforme as carteiras que aparecem”.

Pessoas compram sempre o mais acessível

As pessoas corriam mais do que costume. A chuva atrapalhava, mas mesmo assim as pessoas compravam. Paula Faria estava a fazer arranjos com vários tipos de flores. “As pessoas estão em contenção de despesas e, este ano, os arranjos não estão a sair tão bem como é habitual”, confidenciou. E Paula salientou, ainda, o facto das pessoas comprarem “sempre o mais acessível”.

Outro vendedor que falou ao ‘Correio do Minho’, Manuel Barbosa, partilhou da mesma opinião da ‘vizinha’ Paula. “Hoje o negócio está mais fraco do que ontem (sábado). As pessoas compram sempre, apesar deste ano estar mais fraco do que em anos anteriores”, garantiu este vendedor de Vila Verde. Manuel cultiva as flores em casa e costuma marcar presença todos o anos neste mercado. Os crisântemos, as coroas de rei, as rosas, as espumas e o vivaz foram as flores que mais vendeu. Fonte Correio do Minho por Patrícia Sousa




“A ASAE se fosse a Bruxelas fechava aqueles restaurantes todos!”, afirmou ontem em Vila Verde o eurodeputado José Manuel Fernandes, no decorrer de um almoço / conferência que teve lugar na Escola Profissional Amar Terra Verde. O parlamentar europeu justificou o exagero com o que considera ser um problema de “transposição excessiva” de algumas normas.
Para José Manuel Fernandes, que produziu uma intervenção centrada nas políticas da União Europeia para a alimentação, o objectivo principal da UE em matéria alimentar é atingir uma elevada segurança dos alimentos.
O debate, que decorre em instâncias comunitárias, no sentido de fixar directivas europeias, com a ênfase na segurança alimentar, coloca em causa as produções tradicionais.
Ouviram-se vozes a sugerir desigualdade de tratamento, lembrando que na região de Bordéus, em França, qualquer consumidor pode comprar vinho sem rótulo.
O deputado — cuja intervenção no parlamento europeu a defender os produtos regionais ficou famosa com a sua difusão no youtube —, ontem voltou a sustentar que numa Europa de 500 milhões de habitantes, onde os alimentos podem circular livremente, as leis europeias “não podem perturbar a produção local e regional”.
Apesar de a segurança dos alimentos se inserir num quadro europeu comum, a diversidade também é contemplada, realçou, sustentando que a UE promove a diversidade e a qualidade , protegendo os produtos tradicionais e as especialidades locais provenientes de certas regiões ou produzidos segundo métodos próprios contra imitações desleais.

Sampaio recusa batatas do Chile em cozido à portuguesa

É neste contexto que se enquadram as intervenções de Alexandre Rebelo, da Minhorigem — Associação Agroecológica do Minho, que está a desenvolver um projecto para apoiar e aconselhar produtores que queiram certificar produtos biológicos, como o “pica no chão” ontem servido por alunos na Escola Profissional e de Francisco Sampaio, o antigo presidente da Região de Turismo do Alto Minho. Este radicalizou o discurso ao preconizar que o cozido à portuguesa só pode ser cozinhado com genuínos produtos p ortugueses e recusando, por exemplo, a sua confecção com batatas do Chile.
Aquele especialista em questões de turismo e de gastronomia definiu para o arroz de pica no chão o percurso a prosseguir pelo frango caseiro, desde a eclosão do ovo até à confecção, destacando a aparência final, o aroma, a textura e o receituário.

Minhorigem disponível para levar frango ao ‘Guiness’

Alexandre Rebelo, que interveio em nome da Minhorigem, elogiou os esforços que em Vila Verde têm vindo a ser desenvolvidos pela Câmara Municipal no sentido da se afirmar este território como “capital do pica no chão” e colocou a associação ao dispôr para uma eventual iniciativa que entenda promover, para registo no Guinesse Book, como a maior concentração de frangos caseiros ou o maior arroz
O dirigente associativo, em declarações ao Correio do Minho, disse ter em fase adiantada um projecto de regulação da criação de frangos caseiros, com vista a divulgar e levar os produtores a harmonizar as respectivas regras.
Os discursos ocorreram após a degustação daquele prato regional, com excepção da intervenção do presidente da Câmara de Vila Verde, António Vilela, que usou da palavra ainda antes de a refeição ser servida.
O autarca apelou à criatividade, lembrando que a par da paisagem e do património também a gastronomia constitui factor de atracção de turistas.
Amílcar Malhó, o jornalista especializado em gastronomia que moderou a sessão, lembrando que esta é uma causa seguida por muitos outros concelhos, cada um a apostar nos seus produtos, como o leitão ou o porco preto e citou o amarense Chefe Silva: “com bons produtos, já vi fazer má comida. Com maus produtos nunca vi ninguém fazer bons pratos”.
O vice-presidente da Câmara de Amares, Emanuel Magalhães, o presidente da Assembleia Municipal de Vila Verde, João Lobo, autarcas de freguesias, professores, profissionais e dirigentes associativos tiveram oportunidade de colocar questões, em alguns casos com registo do eurodeputado José Manuel Fernandes. À participação de todos apelou o anfitrião, Manuel Barros, presidente do Conselho de Administração da empresa municipal Proviver. Fonte Correio do Minho por Rui Serapicos