O famoso blogue brasileiro 'Ficou Mais Fácil Viajar' passou por Vila Verde no passado verão de 2017.
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Partilhamos abaixo novas fotos do 'I Trail Antonino' no alto de Gomide em direção a Vila Verde, mais um bom trabalho fotográfico por Ângelo Almeida:
Realizou-se, ontem, dia 18 de janeiro, a 2ª parte do 11º Encontro de Cantares de Reis de Vila Verde, onde 22 grupos encheram de alegria, cor e tradição, ao som de cantares e música populares, a Praça de Santo António, no centro de Vila Verde.
Com periodicidade bienal, o 11º Encontro de Cantares de Reis de Vila Verde, é uma iniciativa promovida pelo Município de Vila Verde, através do Gabinete de Ação e Promoção Turística, adstrito ao Pelouro da Cultura.
Marcaram presença na 2ª parte do 11º Encontro de Reis de Vila Verde os seguintes grupos:
- Associação Rec. E Cult. De Atiães
- Associação Cult. E Rec, Desp. De Esqueiros
- Grupo Coral Santiago de Atiães
- Verde Tuna Municipal
- Grupo de Cavaquinhos de Soutelo
- CCCP- Centro de Convívio Cultural Prado
- Grupo Folclórico e de Cavaquinhos da Casa do Povo Prado
- Grupo Coral de Vila Verde
- Os Amigos da Paródia de Parada de Gatim
- Grupo Coral e Paroquial Vila Prado
- Associação de Pais e Enc. De Educação E.B. Rib. Do Neiva
- Associação Cult. Rec. E Desportiva de Vilarinho
- Grupo Coral de Gomide
- Associação Cultural e Musical de Vila Verde
- Clube Fontainha
- Rancho Folclórico S. Eulália de Cabanelas
- Amigos da Borga de Barros
- Grupo Coral do Vale do Homem
- Rancho Folclórico do Vale do Homem
- Comissão de Obras de Esqueiros
- Associação Guias de Portugal - Companhia de Soutelo
- Grupo de Jovens "Dar Mais"
São trinta e quatro (34) os grupos de cantares de reis que vão marcar presença no 11º Encontro de Cantares de Reis de Vila Verde, uma iniciativa promovida pela Câmara Municipal de Vila Verde, através do Gabinete de Ação e Promoção Turística, adstrito ao Pelouro da Cultura.
Sem meios para fazer "mais nada", o padre António Albino Marques, pároco de Oriz Santa Marinha, Oriz São Miguel e Gomide, em Vila Verde, usou o altar para "amaldiçoar" os ladrõesde esmolas nas capelas.
sede dos bombeiros Voluntários de Vila Verde
O período de Verão continua a ser muito atarefado para os soldados da paz. Os bombeiros de Vila Verde estiveram, recentemente, a braços com dois incêndios de larga dimensão. O primeiro dos quais deflagrou na freguesia de Gomide, durante a noite de ontem e foi controlado hoje de manhã. No local estiveram presentes cerca de 50 bombeiros do concelho de Vila Verde, Vizela, Fão e Esposende, tendo ardido sobretudo mato. Durante o dia de hoje as chamas lavraram uma zona de mato nas proximidades do Centro Hípico da Lage. Perto de 30 bombeiros estiveram envolvidos no combate às chamas. Neste momento, os soldados da paz encontram-se de prevenção para agir prontamente em caso de um eventual reacendimento.
O juiz do Tribunal Judicial de Vila Verde detectou irregularidades em cinco listas de candidatura a outras tantas assembleias de freguesia que apresentaram candidaturas ao sufrágio autárquico de 29 de Setembro. Em três casos, registam-se irregularidades quanto ao (in)cumprimento da regra da paridade e num outro regista-se a apresentação de um mesmo candidato em duas listas diferentes.
Em causa estão as listas do PSD à União de Freguesias de Aboim da Nóbrega e Gondomar, os Independentes Unidos da União de Freguesias de Sande, Vilarinho, Barros e Gomide, e a candidatura do PS à assembleia de freguesia de Coucieiro. Nestes três casos não é respeitada parcialmente a regra da paridade. No entanto, fonte do PS avança que - em relação à lista de Coucieiro - apenas existe notificações em relação à necessidade de comunicação quanto à profissão de dois candidatos que integram a lista.
Mais caricata é a situação registada na União de Freguesias de Oriz Sta Marinha e Oriz S. Miguel, onde o mesmo candidato integra duas listas diferentes (PSD e PS).
As candidaturas terão agora que repor as irregularidades, sob pena de não puderem apresentar-se a sufrágio nas eleições autárquicas de 29 de Setembro.
Refira-se, a propósito das decisões do Tribunal Judicial de Vila Verde, que o juiz que avaliou a eventuais (ir)regularidades das listas de candidatura não se pronunciou sobre a inelegibilidade dos candidatos que se apresentam a sufrágio a um quarto mandato consecutivo.
imagem ilustrativa
Por volta das 13h50 deflagrou um incêndio numa zona de mato da freguesia de Gomide. No combate às chamas estiveram duas viaturas dos Bombeiros de Vila Verde, com dez homens, e um carro de Terras de Bouro, com cinco bombeiros. Os ‘soldados da paz’ contaram com o apoio de um helicóptero.
O fogo foi dado como extinto às 15h50 e as chamas consumiram três mil metros quadrados de mato.

Gomide: Vídeo da Freguesia vista dos céus! (por Jorge Barbosa 38)

A felicidade estava estampada na cara da família Gonçalves, de Gomide, Vila Verde, ontem, no momento em que recebeu das mãos da Associação Humanitária Habitat aquela que, a partir de agora, será a sua nova casa, construída a partir da solidariedade e do trabalho de centenas de voluntários.
Durante um ano, vários grupos de voluntários, quer do estrangeiro, quer da região, e muitos deles estudantes, ajudaram a erguer a nova casa para a família Gonçalves, constituída por um casal com dois filhos, um dos quais com paralisia cerebral e deficiência motora. Até aqui, os quatro viveram compartilhando, apenas, 40m2, em duas reduzidas divisões. Agora, tudo mudará, pois cada um terá o seu próprio quarto e todas as vantagens de uma casa acabada de estrear.
“É muito bom ter uma casa nova. Sem dúvida. A nossa vida vai melhorar em tudo, principalmente porque esta nova casa terá as condições necessárias para os meus filhos, principalmente para a Cláudia, que anda numa cadeira de rodas”, comentou Fátima Gonçalves, a dona do novo lar.
“Não sabia que ainda havia gente tão boa e muitos vieram até do estrangeiro para nos ajudar a construir esta casa”, considerou, com os filhos ao lado, também muito contentes com a melhoria habitacional.
O sonho de ter uma casa nova começou para a família Gonçalves, depois do gesto solidário de um casal de vizinhos, designadamente Augusta e Manuel Cerqueira, oferecendo-lhes o terreno. Alguns meses depois, a Habitat punha as mãos à obra, que agora acaba de inaugurar.
Habitat celebrou 15 anos com inauguração em Gomide
“A casa está praticamente pronta, só falta mesmo colocar as portas e janelas, algo que será executado já na próxima semana”, garantiu José Cruz Pinto, responsável da Habitat, ontem, durante a inauguração, que teve direito a festa entre voluntários e entre os habitantes de Gomide.
Uma inauguração simbólica que serviu, também, para a associação de Braga assinalar os seus 15 anos de existência.
“Tem sido um percurso progressivo, que tem vindo a aumentar de ano para ano, depois do arranque difícil. Nós propusémo-nos eliminar a pobreza habitacional, e é isso que temos feito no distrito de Braga. Em 2009 batemos o record com 10 construções e este ano, em princípio, vamos ficar pelas seis. Estamos já em Amarante e é possível uma expansão para Lisboa”.
Fonte Correio do Minho por Marta Caldeira

Cerca de vinte alunos da Escola Profissional de Braga estão a aplicar os últimos acabamentos de uma casa que a associação humanitária Habitat está a construir para uma família carenciada em Gomide, norte do concelho de Vila Verde. Trata-se de homens e mulheres que frequentam o curso de Educação e Formação de Adultos de Desenho Assistido por Cumputador, com aplicação à construção civil, e que nestes dias trocaram salas e equipamentos informáticos por baldes, trinchas e pincéis. Ontem, pintavam paredes exteriores e interiores, aplicavam soalho e tijoleira.
“Nós é que nos oferecemos”, conta-nos o professor Rafael Nunes, acrescentado que foi a Habitat a indicar esta casa em Gomide.
Para quem chega, salta à vista a presença significativa de mulheres. Conceição Mota, 39 anos, confessa mesmo que quando entrou para o curso na Escola Profissional de Braga “nem sabia bem o que ia aprender”. Está a estudar matérias como topografia e desenho técnico.
Perguntamos-lhe como se sente com a mão na massa a trabalhar como operária da construção — se não é um ofício para homens.
Responde-nos que “nós, mulheres, também podemos trabalhar na construção”.
Sandra Pinto, 31 anos, resume a questão dizendo que “é importante saber que podemos fazer o que os homens fazem e, por vezes até fazemos melhor”.
Filha deficiente, marido sofreu acidente de trabalho
Fátima Gonçalves, 35 anos, nasceu e viveu sempre em Gomide, Vila Verde. A sua primeira filha, que vive sobre uma cadeira de rodas, nasceu com paralisia cerebral. Volvidos cerca de dois anos, o marido sofreu um acidente e ficou incapacitado para o trabalho.
É para esta família, a que se acrescenta um filho de 16 anos, saudável, que se construiu de raiz a casa, tendo em conta a circulação de uma cadeira de rodas.
Fonte Correio do Minho por Rui Serapicos

Não há mãos que cheguem para tudo quanto se quer fazer, quando se é voluntário por vocação. Estas mãos estão sempre presentes, sempre que é necessário atender aos mais necessitados. Os jovens voluntários da Associação Humanitária Habitat - Habitat for Humanity Portugal, uma organização cristã sem fins lucrativos dedicada à eliminação da pobreza habitacional - são disso exemplo. São jovens e menos jovens que não têm hesitado, nos últimos anos, em ‘dar a sua mãozinha’ na construção e melhoria de habitações de famílias carenciadas do Minho.
Desde que a Habitat arrancou a sua actividade, em 1996, já foram cerca de quatro dezenas as famílias da região que viram as suas casas melhoradas ou tiveram a oportunidade de entrar para uma nova habitação, ficando apenas a pagar mensalmente uma baixa quantia durante um período mais alargado do que o normalmente concedido por uma instituição bancária.
Actualmente é em Gomide, Vila Verde, que os jovens voluntários da Habitat, vindos de vários países, estão ‘de pedra e cal’, a construir uma nova casa para a família Gonçalves.
E foi a meio de uma jornada de trabalho árduo que a equipa de reportagem do jornal ‘Correio do Minho’ os foi encontrar, numa alegria de ajuda ao próximo contagiante.
“Este é já o terceiro projecto que levamos a cabo aqui no concelho de Vila Verde. O primeiro foi em Vilarinho, depois ajudámos outra família em Gondiães e agora aqui em Gomide”, apontou João Cruz, coordenador do Voluntariado da Habitat, que referiu, para além do preciso trabalho dos voluntários, o importante apoio ao nível de matérias-primas por parte da Câmara Municipal de Vila Verde e de uma série de empresas da área da construção civil e outras, desde a DST, Lilly Portugal, Montepio Geral, KPMG, MZ Consultores, entre outras.
“Infelizmente temos o conhecimento de que há, ainda, muitas famílias cujas casas não têm condições de habitabilidade ao nível do concelho de Vila Verde”, informou o responsável, acrescentando que este é um cenário que se repete, também, nos concelhos de Amares e de Braga - “onde continua a existir muita carência habitacional”.
“No caso desta família que agora estamos a ajudar em Gomide, foi a própria autarquia que nos fez chegar a situação, mas também temos muitas famílias que vão directamente à Habitat pedir ajuda”, explicou João Cruz - mas estas situações também acabam por chegar à associação através de associações, centros sociais e das igrejas locais.
“Estes voluntários quando vêm participar com a sua ajuda nestes projectos de habitação vêm sempre com um coração enorme. E não vêm só do estrangeiro. Há também muitos que participam no que concerne ao voluntariado nacional”.
“Este é um apoio importantíssimo para a execução do nosso trabalho. Estes voluntários pagam as suas viagens e alojamento do seu próprio bolso e, no final, ainda nos deixam um donativo para que possamos comprar os materiais que nos fazem falta para conseguirmos finalizar o projecto a que nos propusemos”.
Família Gonçalves vai ter habitação nova
“Todos têm direito, para si e para a sua família, a uma habitação de dimensão adequada, em condições de higiene e conforto e que preserve a intimidade pessoal e a privacidade familiar”.
Assim reza o
artigo 65º, Habitação e Urbanismo da Constituição da República Portuguesa, como forma de ‘legislar’ que qualquer cidadão tenha uma habitação condigna.
E é com este mesmo objectivo, que nestes casos serve de lema, que a Associação Humanitária Habitat leva, agora, a cabo a construção de uma nova casa para a família Gonçalves.
“Esta é uma família com quatro elementos, sendo que um destes elementos, a Cláudia tem paralisia cerebral e movimenta-se numa cadeira de rodas. A residência actual dos Gonçalves não apresenta condições mínimas de habitabilidade, tendo apenas cerca de 40m², com duas divisões extremamente reduzidas. Numa divisão encontra-se a cozinha, junto da casa de banho, sem base de chuveiro ou banheira, e na outra o quarto que é partilhado pelos quatro elementos”, detalhou João Cruz, coordenador do programa de Voluntariado da Habitat.
O projecto inicia em Setembro de 2010, depois de no mês de Fevereiro, uma vizinha da família ter doado uma parcela de terreno à família. Um pedaço de terra que lhes vai permitir, desta forma, concretizar o sonho de finalmente ter uma casa como deve ser - o que deverá acontecer até ao final do próximo mês de Junho.
Mas os apoios da comunidade não quedam por aqui. O Agrupamento de Escolas de Vila Verde vai integrar, também, esta equipa, através do lançamento de uma campanha de solidariedade, com a finalidade de angariar fundos monetários para ajudar a família Gonçalves a erguer aquele que será brevemente o seu novo lar.
Mais de 600 mãos amigas ajudam na construção
Mais de 600 mãos de voluntários amigos irão apoiar a construção da nova habitação da família Gonçalves com o ‘seu suor’, trabalhando arduamente até à sua finalização. Sofia Lages, brasileira de 17 anos, e Marta Gonzales, espanhola de 17 anos, são dois dos rostos das três centenas de voluntários que ajudaram a erguer a casa em Gomide, Vila Verde.
“Estou a estudar numa escola americana em Lugano, na Suiça, onde estou a fazer um intercâmbio por seis meses e onde temos que escolher um grupo de ajuda humanitária para participarmos num dos seus projectos”, explicou Sofia Lages, mostrando-se contente por usar o capacete de segurança na obra.
“Eu escolhi a Habitat for Humanity e cá estou a trabalhar na construção desta casa durante uma semana”, indicou. “Escolhi este projecto porque acho muito bom ajudar uma família que precisa e nós, no fundo, também a ajudamos a ela querer conquistar esta casa”.
“Na realidade eu nunca me tinha imaginado sequer a fazer este tipo de trabalho, porque é duro, mas é também uma experiência única”, comentou a voluntária brasileira, sublinhando, por outro lado, “que a parte interior do país é linda com as montanhas a dominar as paisagens”.
Foi, também, através da sua escola que a espanhola Marta Gonzalez tomou conhecimento desta iniciativa de voluntariado, tendo aderido desde logo.
“Este projecto é, também, uma forma de nós darmos aquilo que temos de melhor e também para aprender que há muita gente que vive com muitas dificuldades. Assim podemos ajudá-las. É algo construtivo também na nossa vida”, disse a voluntária.
“Há poucas pessoas que podem ter esta experiência, que custa, mas que vale muito a pena”, destacou, animada.
Fonte Correio do Minho por Marta Caldeira

Uma família carenciada e sem condições de habitabilidade de Gomide, Vila Verde, vai ter uma nova casa, que começou a ser construída pela associação humanitária internacional Habitat de Braga.
Fonte ligada à iniciativa adiantou hoje à Lusa que a obra está a ser feita com a ajuda voluntária de jovens portugueses e estrangeiros.
A iniciativa visa apoiar um casal com dois filhos menores, que reside numa casa 'sem condições mínimas de conforto e salubridade', facto a que acresce a necessidade de prestar cuidados de saúde à filha mais nova, portadora de deficiência psíquica e motora.
A família sobrevive do pastoreio de algumas cabras e de trabalhos ocasionais agrícolas do ‘chefe da família’.
O caso havia sido referenciado pelos serviços da Segurança Social e da Câmara Municipal local, que pediram a ajuda da associação humanitária.
A nova habitação encontra-se na fase inicial. Os trabalhos são conduzidos por um empreiteiro local, que traz dois a três homens a trabalhar na obra. O con tingente é depois reforçado por voluntários.
A construção está a ser implantada num terreno oferecido por familiares do presidente da Junta de Gomide, Manuel Marques.
NO final a família ficará a pagar uma renda simbólica à associação.
A Habitat havia já entregue, em 2010, uma casa a uma família em Gondiães e está também a construir uma outra em Vilarinho.
A Associação Humanitária Habitat - fundada em Braga em 1996 mas criada nos Estados Unidos - é uma associação de base cristã e ecuménica, que procura resolver os problemas habitacionais de famílias portuguesas.
É uma filial da «Habitat for Humanity International», organização filiada em 100 países e que, desde 1976, construiu 300 mil casas, em todo o mundo, garantindo uma habitação digna e de baixo custo a um milhão de pessoas.
No Minho, construiu ou reparou 30 casas para famílias carenciadas de Braga, Barcelos, Póvoa de Lanhoso e Vieira do Minho. Fonte Correio do Minho

As obras de requalificação e iluminação da igreja e espaços envolventes da paróquia de Gomide, no concelho de Vila Verde, são inauguradas amanhã a partir das 11 horas.
O acto conta com a presença do presidente da Câmara Municipal de Vila Verde, que às 10 horas de associa à celebração da eucaristia, acto que assinala a comemoração das Bodas de Prata do Grupo Coral da Paróquia de Gomide.
As obras, cujo investimento total ascende a 80 mil euros, foram suportadas pela autarquia, no seguimento da política que tem vindo a ser ad optada e que visa, sobretudo, a remodelação dos espaços públicas das freguesias, designadamente igrejas, adros e cemitérios.
Em Gomide, as obras compreenderam a instalação da iluminação pública e cénica, a valorização do cemitério, o pavimento e águas pluvias e a requalificação do caminho de acesso à Igreja.
“Tratam-se de obras de rele-vância para a freguesia”, disse ao ‘Correio do Minho’ fonte da autarquia de Vila Verde, satisfeita com a nova centralidade que a localidade ganha, agora, com esta obra. Fonte Correio do Minho

Vila Verde, Godinhaços, Prado, Gomide e Moure vão inaugurar novos equipamentos públicos de elevados montantes de investimento durante a primeira quinzena do mês de Agosto.
Esta quinta-feira, Vila Verde inaugura as obras de remodelação e requalificação da Praça do Município. A Cerimónia inicia-se às 11h00.
No domingo, dia 09 de Agosto, realiza-se a inauguração da Capela Mortuária e das obras de remodelação e ampliação do Cemitério de Godinhaços, com início às 9h00.
Ao fim da manhã, em Prado, são inauguradas as novas instalações do Clube Náutico de Prado.
No dia 15 de Agosto, Moure vai inaugurar o Centro Cultural e Sede da Junta de Freguesia. A cerimónia arranca às 15h00, com a recepção dos convidados e bênção das instalações. Uma cerimónia que ficará ainda marcada pela actuação do rancho local, a ginástica para idosos, a apresentação de uma peça de teatro, danças de salão e encontro de concertinas.
Também no dia 15 de Agosto, pela manhã (10h00), são inauguradas as obras de arranjo exterior da Igreja Paroquial de Gomide. Fonte Rádio Voz do Neiva

A Junta de Freguesia da Vila do Pico de Regalados está apostada na revitalização da feira quinzenal. Os sinais de crise também estão a atingir os feirantes e a autarquia picoense resolveu lançar transportes gratuitos para trazer e levar os habitantes das freguesias limítrofes interessados em ir à feira.
O transporte gratuito está assim assegurado em dois trajectos/percursos diferentes. Um primeiro percurso inicia-se em Aboim da Nóbrega, às 8h30, seguindo por Penascais, Valões, Portela do Vade, Vilarinho e feira do Pico. O segundo percurso gratuito inicia-se em Estrumil, às 07h30, segue por Gomide, Barros, Sande e Coucieiro, desembocando na feira do Pico.
À margem, o presidente da junta de freguesia da vila do Pico de Regalados, Avelino Abreu, diz que já existem conversações com a Câmara Municipal para criar espaços próprios para comercialização de peixe.
Em paralelo, a junta de freguesia da Vila de Pico de Regalados volta a mostrar a indignação face ao que classifica de 'feira ilegal de Vila Verde' nos dias da feira do Pico. De acordo com o presidente da junta picoense, Avelino Abreu, «não se percebe que as autoridades não façam nada quando se sabe que os comerciantes (de hortícolas, peixe, aves e afins) que ali se instalam nos sábados de feira do Pico estão ilegais».
Diz que está «farto» de assinalar o facto à Câmara Municipal.
Por isso, pede à Câmara Municipal que «faça cumprir a Lei. Espero que resolvam isso quanto antes». Fonte Rádio Voz do Neiva
Síntese das notícias Vila Verde nas últimas duas semanas:
IX ENCONTRO DISTRITAL DOS “Clubes da Floresta” no Bom Jesus ...
Voluntários da Habitat constroem em Vila Verde casa para família ...
PS salva ministra de explicar abusos
'Vou ser a voz do Minho no Parlamento Europeu'
Candidato do PSD nas eleições europeias em Braga
Autarquias de Braga distinguidas pelo bom serviço à comunidade
Pais indignados com morte de filha
Bebé morre ao cuidado de Centro Social
Funcionários continuam a laborar
Mecânico afixa listados maus pagadores
Arcebispo de Braga ordenou quatro diáconos
Vila Verde: População testou meios de intervenção da GNR
Freiriz escolhe hoje os melhores Maios
Acidente em Gomide provoca uma vítima mortal
Filhos viram pai morrer na estrada
BE questiona governo sobre imposição de normas de vestuário








