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Cabanelas: Manifesta-se e propõe local alternativo para a ETAR


A população de Cabanelas, em Vila Verde, vai promover hoje uma manifestação pacífica contra a implantação de uma ETAR no lugar de São Gens. Os habitantes reuniram, anteontem à noite, em grande número, tendo decidido apresentar «uma localização alternativa» para a implantação daquele equipamento da empresa Águias do Ave, prometendo «endurecer a luta» caso a proposta seja recusada. Fonte Diário do Minho por José Carlos Lima


Fonte imagem

Por: Pires | Domingo, Novembro 22, 2009 às 9:53 PM | |

Portugal: Percentagem de crianças em risco de pobreza é das mais altas da europa, 23%



Em Portugal a percentagem de crianças em risco de pobreza é das mais elevadas da europa situando-se na casa dos 23 por cento

Os dados relativos a 2008 são do eurostat e foram divulgados ontem por Amelia basto da universidade tecnica de Lisboa no seminario pobreza infantil que teve lugar em Braga.

O seminario sobre pobreza infantil decorre na Universidade do Minho em Braga no dia que se comemora os 20 anos da adopção pela Assembleia Geral da ONU da Convenção sobre os Direitos da Criança

Sobre os direitos da criança Manuel Sarmento investigador e docente do Instituto de Estudos da Criança diz que a nivel mundial tem-se registado uma evolução que não resolveu ainda algumas formas de exploração e de miseria em que vivem milhoes de crianças.

A nivel nacional o investigador bracarense diz que a situação não é muito diferente do que sucede em outros cantos do globo. Fonte Antena Minho

Por: Pires | Sábado, Novembro 21, 2009 às 6:46 PM | |

Vila Verde: Traçado do TGV ‘chumbado’ pelo município vilaverdense

TGV Francês

O presidente da Câmara Municipal de Vila Verde, António Vilela, manifestou 'total oposição' aos traçados propostos pela Rede Ferroviária de Alta Velocidade (RAVE) para a passagem do comboio de alta velocidade (TGV) no concelho.
Os dois corredores/traçados de medidas preventivas, publicados em Diário da República e agora apresentados formalmente ao Município de Vila Verde, 'são manifestamente maus para Vila Verde e para a região' aponta António Vilela.

O edil vilaverdense nota que 'numa primeira análise, escapam logo à evidência erros merecedores de reparo, como a divisão de localidades a meio e os impactos ambientais gravosos'.
Sublinha mesmo que 'as divisões de propriedades, muitas vezes evitáveis, a juntar à demolição de diversas habitações e equipamentos públicos, condicionam enormemente o crescimento equilibrado e sustentado de algumas freguesias e do próprio território concelhio'.

António Vilela denuncia ainda que as propostas de corredores 'mostram desconhecimento completo da realidade local'.
Do ponto de vista da afectação da qualidade de vida em geral das populações abrangidas nas propostas apresentadas “é altamente penalizador”.

O presidente da câmara vinca mesmo que os corredores “passam por cima de freguesias inteiras e de várias áreas urbanas” e lembra que “põem em causa património construído e áreas naturais”. Observa também que “têm enormes impactos visuais e paisagísticos e provocam ruídos perfeitamente intoleráveis”.

António Vilela diz que “Vila Verde aceita o investimento e quer participar na escolha da melhor solução, aquela que melhor defenda os interesses locais em conciliação com o interesse regional e nacional do investimento programado”, indicando que “existem alternativas com menores impactos negativos”.
Face aos corredores/traçados agora publicados, anuncia que o município “não pode nem irá aceitar”.

Reuniões com juntas

Para proceder a uma análise e discussão mais alargada, o Município de Vila Verde agendou, para a próxima semana, uma reunião com os presidentes de Junta das Freguesias afectadas.
O Estudo de Impacte Ambiental, incluindo o Resumo Não Técnico, do Projecto de Ligação Ferroviária de Alta Velocidade entre Porto e Vigo - Lote 1 B Troço Braga/Valença está disponível para consulta pública.
Nos próximos 40 dias úteis, a contar da data de 13 de Novembro de 2009 e até 13 de Janeiro de 2010, decorrerá a Consulta Pública. Fonte Correio do Minho


Por: Pires | Quarta-feira, Novembro 18, 2009 às 11:27 PM | |

Minho: TGV pode destruir 164 habitações e uma dúzia de pequenas empresas



A construção da Rede de Alta Velocidade entre Braga e Valença vai implicar a destruição de pelo menos 138 habitações e respectivos anexos, mas o número pode chegar a 164. A decisão vai depender da solução que vier a ser aprovada pelo Ministério do Ambiente, que acaba de submeter as duas propostas de traçado da linha do TGV à consulta pública. O Estudo de Impacte Ambiental aponta ainda para a destruição de uma dúzia de pequenas empresas familiares, uma capela e vários monumentos. Braga, Ponte de Lima e Valença são os concelhos mais afectados, mas também os Vila Verde, Paredes de Coura e de Vila Nova de Cerveira são atingidos. Fonte Diário do Minho

Por: Pires | Terça-feira, Novembro 17, 2009 às 12:01 AM | |

Minho: Mau tempo fez soar alarme em toda a região



Depois das inundações de sexta-feira à noite, o mau tempo voltou a fustigar, ontem, domingo, o Norte do país. Quedas de muros e árvores, deslizamento de terras, carros atascados nas poças de água mobilizaram os bombeiros.

A força das águas causou a derrocada de parte de um muro de pedra sobre o anexo de uma moradia do Bairro Municipal de Ponte da Barca. Ocorrido ao final da manhã de ontem, o incidente, que não causou feridos, destruiria a construção, utilizada para arrumos, assustando vários dos moradores do bairro, situado junto ao campo de jogos concelhio.

Durante a manhã e tarde de ontem, tanto as corporações de Viana do Castelo como do resto do distrito viriam a ser por várias vezes chamadas para cortar árvores e limpar sarjetas. Em Geraz do Lima (Viana do Castelo), uma árvore caiu sobre duas viaturas e cortou o trânsito de via municipal, mas não causou feridos.

Segundo as capitanias de Viana do Castelo e de Caminha, devido ao mau tempo, as barras da região minhota encontram-se fechadas a toda a navegação desde a passada sexta-feira.

Em Vila Verde, uma árvore caiu sobre uma casa, na rua do Reguengo, mas trata-se de uma casa usada apenas no verão, por emigrantes, "caso contrário ficavam desalojados", como disse fonte da corporação vilaverdense que também teve de acorrer a Covas, onde as terras deslizaram para a EN 101. Na queda, a árvore rebentou cabos de electricidade.

Em Braga, as duas corporações foram chamadas para desobstruir esgotos que ficaram atulhados de folhas e ramos de árvores, impedindo o escoamento de água. "Nada de alarmante, mas muitas chamadas, para desatascar carros que ficaram submersos. Quando chove mais um bocado é normal isto acontecer nas zonas mais baixas da cidade, junto ao rio Este e em garagens", disse um bombeiro dos Voluntários de Braga. Fonte JN por LUÍS H. OLIVEIRA, MARGARIDA LUZIO e PEDRO VILA-CHÃ

Por: Pires | Segunda-feira, Novembro 16, 2009 às 11:05 PM | |

‘Raízes’ voltam a gravar após 20 anos de silêncio


Raízes em entrevista ao Correio do Minho:

Correio do Minho — Que é que permanece e que é que muda em relação aos velhos Raízes, tendo em conta este regresso após vinte anos?

Xico Malheiro— Temos vindo a ensaiar e a prova disso é este trabalho, que não é de agora; é de algum tempo atrás.

CM — Durante estes deza-nove anos, durante os quais três dos vossos 'craques', como disse, saíram, os restantes elementos continuaram sempre juntos?
XM — A partir do momento que eles saíram, há cerca de cinco anos sensivelmente, deixámos de fazer espectáculos. Foi dada ao nosso empresário a informação que não fazíamos espectáculos. Já não fazia sentido, a gente estava há muito tempo sem um trabalho novo. Ainda com eles na formação, nomeadamente com o Firmino Neiva, estavamos a desenvolver alguns temas. Depois como eles saíram do grupo fomos buscar mais três elementos.

CM — Porque voltam agora e com um cd? Consideram que recuperaram a vossa unidade, a identidade dos Raízes. Anda se pode falar nos Raízes? Ou é uma nova formação?
XM — Eu penso que a base em termos musicais está lá. Depois os espectáculos e a aceitação do trabalho é que se vai ver. Agora é um pouco prematuro estar a dizer se vai ser o mesmo ou se não vai ser. As linhas musicais são um bocado o seguimento do último trabalho ('Caminho d'Água'). Este trabalho tem a intenção de dizer que estamos cá, porque muita gente em Braga ou em Vila Verde, onde estamos sedeados, considera que acabámos, porque deixámos de aparecer. Já com a anterior formação há bastante tempo que não tocávamos aqui próximos. É evidente que quem não aparece esquece. As pessoas estão convencidas que o Raízes acabou. Ainda ontem passei pela Arcada e um amigo, a quem disse que estávamos gravar. Ele disse: vocês já acabaram!

CM — Refazendo a pergunta: entre os Raízes de há 20 anos, de que saíram pessoas e os de agora, com a entrada de outras pessoas, o que é que se mantém e o que é que mudou em termos musicais?
XM — Entre o que se mantém estão os instrumentos, que são os mesmos que já dantes tocávamos. A forma de executar esses instrumentos é que pode, a prazo, não ser a mesma.

CM — Houve alguma intenção de fazer uma actualização, uma evolução, alguma nova moda musical? Ou pretende-se manter a identidade inicial?
XM — Pretendemos manter a mesma identidade, principalmente tendo por referência o último trabalho. Não vamos recuar ao primeiro disco. Se seguirmos a linha musical do primeiro disco, 'Raízes', para o segundo disco, 'Diabo do Belho', nota-se uma evolução. E muito mais se nota do 'Diabo do Belho' para o terceiro disco, 'Caminho d' Água'.

CM — Vai ou não haver uma nova evolução do 'Caminho d'Água' para o quarto álbum?
XM — Não sei. Com toda a honestidade, não sei se haverá uma diferença muito grande . Em termos musicais, em termos de sonoridade, penso que não haverá uma diferença tão grande. Não posso estar agora a dizer-lhe se vai haver uma diferença muito significativa, porque ficaram cinco músicos que em termos de execução garantem essa continuidade.

CM — As raízes são as mesmas?
XM — As raízes são as mesmas, embora eu reconheça que perdemos três elementos muito bons. Acho que isto até é uma luta de sobrevivência em relação à banda que nós éramos. Não podemos esconder tudo aquilo que o Raízes já foi e por isso mesmo não posso afirmar agora que vamos atingir já os tops que chegámos a atingir. Há coisas complicadas, gente nova que entrou. A Ana Malheiro tem doze anos.

Correio do Minho — Com essa idade tem o g osto por este género musical porque cresceu sempre rodeada por este ambiente, sempre a escutar esta música?
Xico Malheiro — Sim. É um bocado isso. Acrescenta-se que tem a vantagem de ser aluna do Conservatório.

CM — Em termos de composições, há novidades?
XM — Uma das músicas que vamos gravar é do João Loio; vamos gravar a 'Maruxa', que o Zeca Afonso gravou também, mas com arranjos nossos. Ganhámos muito em termos de sonoridade e de arranjos com a colaboração do Giovani.

CM — O Xico Malheiro além de cantar também toca vários instrumentos: o cavaquinho, o acordeão, a braguesa, a gaita de foles, a gaita de beiços, o bandolim e percussões. Durante este tempo (em que o grupo Raízes esteve a hibernar) praticou estes instrumentos todos?
XM — Sim. Apesar de não aparecermos em espectáculos, o grupo continuou a juntar-se uma vez por semana na casa do Toninho Silva, em Vila Verde. Juntámo-nos sempre pelo menos uma vez por semana para ensaiar. Muitas vezes nem sabíamos o que íamos fazer, mas havia pelo menos três ou quatro que começavam, depois vinha mais uma música. E como ele também tem um mini-estúdio, a gente ia juntando. É como quem faz uma sopa. Põe-se feijão, depois vão se pondo batatas e acaba por se ter uma sopa. Foi mas ou menos assim que criámos algumas das músicas. Mas esses instrumentos nunca deixei de os tocar.

best-of não depende de sexta-feira 13

CM — O timing de lançamento do disco, agora em tempo frio, não devia acontecer mais perto do verão quando os Raízes talvez sejam mais soli-citados para festas e romarias?
XM — No Verão é de facto quando se fazem espectáculos. Mas quem começa a organizar festas e festivais e romarias para o Verão começa a tratar delas agora.

CM — A intenção é essa?
XM — A intenção inicial até era este disco ter saído em finais de Agosto, porque como nós fazemos 30 anos no próximo dia 25 de Abril, a intenção era fazer um best-of para a celebração dessa data.

CM — Portanto, é possível que vocês façam este disco agora e no próximo 25 de Abril voltem a fazer esse tal best-of?
XM — É provável, vamos ver.

CM — De que é que vai depender esse best-of? Vai ser conforme correr a aceitação do álbum que lançam agora?
XM — Não, nunca dependerá do que acontecer a este disco, se a gente considerar que temos empo para fazer o best of, vamos fazê-lo. Não tem nada a ver. Todos nós temos as nossas profissões, ninguém de nós faz isto por dinheiro; andamos nisto pelo gozo e pela amizade que nos tem unido durante estes anos todos. Não está em causa vender muito ou vender pouco. Está em causa, como tempos conversado entre os elementos do grupo, é fazer qualquer coisa para comemorar os trinta anos. Como este disco se atrasou um bocado, provavelmente estará no mercado em Dezembro, vamos ver se conseguimos.

CM — Para esse best-of a formação será a actual ou serão recuperados os três 'craques' que saíram?
XM — Não, para o best of será a mesma formação. É mais fácil fazer porque é pegar em músicas que já estão gravadas e que os novos elementos já conhecem. É curioso, a respeito daquela questão que colocou de fazer o disco agora quando nos tocamos mais no Verão.
A gente criou uma página na internet (o grupo Raízes atingiu o sucesso que atingiu sem uma página na internet). Criámos uma há poucas semanas, já apareceram contactos, já me ligaram pessoas, a convidar para tocar aqui e para tocar acolá, sem querer saber quem é que saiu e quem é que ficou. Fonte Notícia/Imagem Correio do Minho por Rui Serapicos

Por: Pires | Domingo, Novembro 15, 2009 às 11:00 AM | |

Vila Verde: Muitos alunos a faltar devido a sintomas gripais


Cerca de duas centenas de alunos estão a faltar às aulas no concelho de Vila Verde devido a sintomas gripais e há já alguns casos confirmados de gripe A.
O absentismo acentuou-se desde o início desta semana com incidência particular nalgumas escolas.
A Escola Básica do 2.º e 3.º ciclos de Prado, a Escola Básica do 1.º ciclo (EB1) da Vila, também em Prado, a EB1 e Jardim de Infância de Soutelo e a EB1 de Cabanelas são aquelas onde tem faltado um maior número de alunos.

No caso da EB1/JI de Soutelo, estão a faltar às aulas quase 40 por cento dos 115 alunos, confirmou ontem ao ‘Correio do Minho’ o director do Agrupamento de Escolas de Vila Verde, António Amaro, que dá conta também de algum absentismo a escola sede - a EB2,3 de Vila Verde - que considera, no entanto, “normal para a época”.
A EB1/JI continua a funcionar, até porque, até agora, ainda não há casos confirmados de infecção por H1N1, refere aquele responsável.
Já no caso do Agrupamento de Escolas de Prado - onde se integram a EB 2,3, a Escola da Vila e a de Cabanelas - há pelo menos dois casos confirmados de gripe A.
Só na EB 2,3 d e Prado, são cerca de 80 os alunos que têm faltado às aulas com sintomas gripais, com um “acelerar de casos” desde o início desta semana, refere o director do Agrupamento, José Peixoto.

As escolas accionaram os respectivos planos de contingência: todos os dias de manhã, é feita a avaliação dos alunos, através da medição da temperatura à entrada do recinto escolar, remetendo para as salas de isolamento os casos em que há sintomas.
Os directores dos dois agrupamentos sublinham a reacção positiva dos pais que têm seguido, à risca, as indicações da escola e das autoridades de saúde.

O coordenador da Unidade de Saúde Pública do Agrupamento de Centros de Saúde Gerês/-Cabreira, José Manuel Araújo, confirma que há alguns casos de Gripe A diagnosticados no concelho vilaverdense, dentro dos parâmetros previstos de disseminação do vírus.
De resto, a situação está estabilizada, garante, realçando a postura cooperante dos pais e das escolas.
O número de alunos que tem faltado às aulas não tem correspondência no atendimento no centro de saúde, onde o centro de atendimento à gripe A está a funcionar desde terça-feira. Fonte Correio do Minho por Teresa M. Costa
Fonte imagem

Por: Pires | às 10:53 AM | |

Vila Verde: António Vilela pede convergência de esforços


Empossado ontem como presidente da Câmara Municipal de Vila Verde, António Vilela, convocou todos para o “grande desígnio” do desenvolvimento do concelho.
Eleito com maioria absoluta, António Vilela - que sucede a si próprio, já que assumiu a presidência com a saída de José Manuel Fernandes para o Parlamento Europeu - apelou à convergência de “forças político-partidárias, autarquias, instituições e sociedade civil”.
No plano político, o presidente da Câmara apelou “a todas as forças políticas” para ajudarem a construir “um concelho pela positiva”, colocando “Vila Verde acima das questões ideológicas”.
Em último no discurso, mas não esquecidos, os presidentes das Juntas de freguesia serão “os grandes parceiros na construção do deenvolvimento e da mo-dernidade”.
Neste contexto, António Vilela comprometeu-se a “privilegiar o diálogo e a cooperação” com todos os autarcas, definindo as prioridades de cada freguesia e equacionando as melhores soluções.
O edil vilaverdense quer “um novo ciclo de desenvolvimento” assente na vertente económca, mas também no emprego e acção e social e no ambiente e qualidade.
Estes foram os “três eixos fundamentais” apontados no discurso de tomada de posse.
António Vilela não apresentou novidades em relação à campanha eleitoral e aos projectos que já vêm sendo anunciados.
Assumiu que o desenvolvimento económico terá na atracção do investimento privado “uma das grandes molas impulsionadoras”.
O executivo vilaverdense pro-mete “fazer tudo o que estiver ao seu alcance para viabilizar o avanço de empreendimentos que gerem riqueza e emprego” para os jovens do concelho.
É com incentivos fiscais e com a criação de novas zonas industriais que a equipa liderada por António Vilela se propõe “atrair ainda mais investidores”.
Nesta matéria, vai tratar “o investidor, todos os investidores, como alguém que Vila Verde quer e precisa”.
O reforço da competitividade do concelho irá apostar na inovação e no conhecimento.
A Casa do Conhecimento e o I9Park são projectos a concretizar, tal como vem sendo anunciado, a par da generalização do acesso à banda larga.
No plano das acessibilidades, António Vilela reafirmou a importância da concretização de vias estruturantes como a variante a Vila Verde, a Via Intermuncipal Homem-Lima e o prolongamento da variante ao Parque Industrial de Olieoros, Cabanelas e Cervães para o que conta com a “abertura da Administração Central”.
De resto, o executivo do PSD propõe-se consolidar os grandes eventos estratégicos e a promoção das potencialidades locais, a par da sustentabilidade ambiental, sem esquecer os mais desfavorecidos.

Esposa do ex-presidente é vereadora

Com António Vilela, empossado como presidente da Câmara Municipal de Vila Verde, tomou ontem posse o resto da sua equipa: Rui Silva, Júlia Fernandes e Zamith Rosas, todos vereadores do PSD.
Rui Silva e Zamith Rosas transitam do executivo anterior.
Júlia Fernandes, esposa do anterior presidente da Câmara e agora eurodeputado, José Manuel Fernandes, é a ‘cara nova’ da equipa agora liderada por António Vilela. É também a única mulher do executivo.
Pelo PS, foram empossados Luís Filipe Silva e Porfírio Correia.
O CDS-PP elegeu um vereador, reconquistando um lugar no executivo, através de Sérgio Alves.

António Cerqueira renunciou como deputado

O dia de ontem marcou também a posse da Assembleia Municipal de Vila Verde.
Uma das surpresas foi a renúncia do ex-presidente da Câmara, António Cerqueira, que liderou a lista do CDS-PP à Assembleia Municipal.
António Cerqueira renunciou a favor de Maria Rocha Amorim que ontem foi empossada. O presidente da Assembleia Municipal continua a ser João Lobo, que assumiu a mesma função do mandato findo.

Presidência das Juntas é coutada masculina

Ontem, foram empossados todos os membros da Assembleia Municipal de Vila Verde, eleitos directamente e por inerência, isto é, os 58 presidentes de Junta.
Nas Juntas de freguesia, verificaram-se algumas mudanças em relação ao mandato anterior. O que não mudou foi a representatividade, a 100 por cento, do sexo masculino. Não há qualquer mulher a presidir a nenhuma das 58 Juntas de freguesias do concelho vilaverdense. Fonte Correio do Minho por Teresa M. Costa

Por: Pires | às 10:49 AM | |

Vila Verde: Movimento "Por Vila Verde" lança tema de reflexão


O movimento POR VILA VERDE, pretende discutir e reflectir sobre os mais variados assuntos de interesse concelhio, independentemente das medidas e projectos que as diversas candidaturas apresentaram durante a passada campanha eleitoral, solicitam assim aos vilaverdenses, uma reflexão quanto à forma de encarar e resolver questões concelhias.
Foi lançado o tema relativo ao mês de Novembro e será assim todos os meses a partir daqui. Pode participar em http://porvilaverde.blogspot.com/

Por: Pires | às 9:38 AM | |

Bruxelas: José Manuel Fernandes alerta Parlamento Europeu pelo agravamento das condições de trabalho



O deputado europeu José Manuel Fernandes alertou hoje o Parlamento Europeu para o agravamento de situações de insegurança no trabalho e exploração de mão-de-obra que estão a afectar, sobretudo, emigrantes do espaço europeu.

José Manuel Fernandes lamentou o trágico acidente em Andorra que vitimou mais cinco trabalhadores portugueses.

O eurodeputado referiu ainda a necessidade urgente de reforçar medidas de protecção de cidadãos que partem à procura de melhores salários e melhores condições de vida. Fonte Antena Minho


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Por: Pires | Quinta-feira, Novembro 12, 2009 às 11:19 PM | |

Ponte de Lima: Edição 2010 do Festival Internacional de Jardins recebeu 77 candidaturas





A edição 2010 do Festival Internacional de Jardins de Ponte de Lima, único certame do género na Península Ibérica, recebeu 77 candidaturas, oriundas de 15 países, informou hoje fonte municipal.

Portugal está no topo da lista, com 29 candidaturas, tendo as restantes assinaturas de França, Espanha, Áustria, Itália, República Checa, Estados Unidos da América, Inglaterra, Irlanda, Sérvia, Brasil, Holanda, Alemanha, Austrália e Rússia.

As propostas para aquela que será a sexta edição do festival vão agora ser avaliadas pelo júri, a quem cabe escolher onze novos projectos para edição de 2010, cujo tema é Kaos no Jardim.

Com lugar garantido para o próximo ano está o jardim de 2009 mais votado pelos visitantes, concretamente Kaleidoscope Garden, da China.

Este ano, o certame foi visitado por mais de 90 mil pessoas.

A promoção da edição 2010 vai contar com a ajuda de um camião TIR, com cerca de 14 metros de comprimento e 2,60 de altura, que tem o cartaz do festival impresso no toldo do reboque.

Esta campanha resulta de um acordo estabelecido entre o Município de Ponte de Lima e uma empresa de Arcozelo, uma freguesia do concelho, que circula regularmente por todos os países da Comunidade Europeia.

Divulgar o festival e ao mesmo tempo promover o nome de Ponte de Lima junto dos europeus é o principal objectivo desta iniciativa, que já roda pela Europa, referiu a fonte municipal.

O Festival Internacional de Jardins de Ponte de Lima, que decorre de Maio a Outubro, assume-se como uma recriação do famoso festival francês de jardins de Chaumont-sur-Loire.

Após o encerramento de cada edição, alguns jardins são pura e simplesmente destruídos, enquanto outros são cedidos para outras localidades, de Portugal ou do estrangeiro, que manifestem interesse em adquirir um exemplar.

O festival mais votado pelos visitantes ganha automaticamente o direito a figurar na edição seguinte.

Contribuir a nível local, nacional e internacional para uma maior sensibilidade para a arte nos jardins e para o aumento da importância dos espaços verdes é o principal objectivo do certame. Fonte Antena Minho

Por: Pires | Quarta-feira, Novembro 11, 2009 às 11:22 PM | |

Arcos de Valdevez: GNR deteve homem suspeito de burlas e de furto de cartões bancários


A GNR de Arcos de Valdevez deteve segunda-feira um homem de 37 anos suspeito de burlas e furto de cartões bancários, com os quais terá efectuado compras no valor de 10 mil euros, informou hoje fonte daquela força.

Segundo a fonte, o homem, com residência em Vila Verde, está ainda indiciado pelo furto de objectos em ouro.

O indivíduo começaria por conquistar a confiança das vítimas, oferecendo-se mesmo para efectuar trabalhos de manutenção nas suas residências. Fonte Lusa
Fonte imagem

Por: Pires | às 11:14 PM | |