
A bancada parlamentar do CDS/PP de Vila Verde na Assembleia Municipal considera que o Executivo vai "doar a galinha para de seguida comprar os ovos que eram o sustento dos vila-verdenses", referindo-se à adesão ao sistema multimunicipal de saneamento "Águas do Ave". Os populares consideram que o município "troca uma receita com crescimento garantido e serviço público por uma despesa que não poderá suportar sem recorrer a outras receitas municipais ou ao bolso dos munícipes".
Uma posição que é reforçada pelo desenvolvimento de outras ideias "Não podemos esquecer que o concelho possui uma rede instalada em funcionamento e que necessita de mais infra-estruturas para servir mais munícipes". Dizem ainda que "a taxa cobrada pela Autarquia é de 16 cêntimos/metro cúbico e, com a concessão haverá um aumento de 26 cêntimos/metro cúbico, o que corresponde a um encargo de mais de 263%".
O CSD/PP alerta, ainda, para o facto de "não se poder entrar num caminho de utilizador-pagador a qualquer preço; caso contrário, as infra-estruturas criadas não servirão os vila-verdenses". E aproveitaram, também, a onda para fazer uma curta análise ao plano de actividades da Câmara para este ano "Não passa de um documento bom na apresentação, mas paupérrimo na essência e na concretização efectiva de projectos".
As reticências do CDS/PP quanto "às boas intenções" expressas no documento são evidentes "Nas linhas orientadoras estabelecem-se prioridades, definem-se projectos, programam-se actividades, mas refere-se constantemente que a concretização depende da aprovação de candidaturas ao QREN". Fonte JN por PAP
Uma posição que é reforçada pelo desenvolvimento de outras ideias "Não podemos esquecer que o concelho possui uma rede instalada em funcionamento e que necessita de mais infra-estruturas para servir mais munícipes". Dizem ainda que "a taxa cobrada pela Autarquia é de 16 cêntimos/metro cúbico e, com a concessão haverá um aumento de 26 cêntimos/metro cúbico, o que corresponde a um encargo de mais de 263%".
O CSD/PP alerta, ainda, para o facto de "não se poder entrar num caminho de utilizador-pagador a qualquer preço; caso contrário, as infra-estruturas criadas não servirão os vila-verdenses". E aproveitaram, também, a onda para fazer uma curta análise ao plano de actividades da Câmara para este ano "Não passa de um documento bom na apresentação, mas paupérrimo na essência e na concretização efectiva de projectos".
As reticências do CDS/PP quanto "às boas intenções" expressas no documento são evidentes "Nas linhas orientadoras estabelecem-se prioridades, definem-se projectos, programam-se actividades, mas refere-se constantemente que a concretização depende da aprovação de candidaturas ao QREN". Fonte JN por PAP
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