Depois do Fado, em 2011, e do Cante Alentejano, já este ano, outro género musical português quer obter o reconhecimento de Património Imaterial da Humanidade, atribuído pela Organização das Nações Unidas.
Os ‘Cantares ao Desafio’ querem esta distinção e a candidatura está a dar os seus primeiros passos em Vila Verde. "Estou convencido de que é uma candidatura ganhadora", afirmou António Vilela, presidente da autarquia, à agência Lusa. O político recorda que os cantares "atravessam já muitas gerações" e estão presentes em praticamente todas as romarias do Minho, assim como em outras regiões de Portugal. Desta forma, o objetivo é que o processo se estenda a todo o País para formar "uma candidatura e uma rede de parceiros muito fortes". O mentor deste processo é Carlos Silva, do grupo Ideia Cinco, também de Vila Verde, que promoveu já uma concentração de ‘Cantares ao Desafio’ que reuniu mais de 30 artistas. "Agora é preciso criar uma comissão que tome as rédeas da candidatura", afirma. Nos ‘Cantares ao Desafio’, os artistas atuam de improviso e, como o nome deixa antever, estes desafiam-se durante as atuações, com quadras e rimas, muitas delas bem atrevidas, com recurso a algum calão. "É um dom que nasce com as pessoas", conclui à agência Lusa o cantador Jorge Loureiro, um dos artistas mais conhecidos deste género.Language
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