Há cada vez mais mulheres com educação superior a emigrar.
A conclusão está publicada no livro “Para um Debate sobre Mobilidade e Fuga de Cérebros”, da autoria de Emília Araújo, Margarida Fontes e Sofia Bento, investigadoras do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da Universidade do Minho.
O estudo revela que Portugal ocupa uma das posições mais elevadas nos rankings europeus em termos da taxa de mulheres presentes na ciência e tecnologia. “
Esta crescente presença de mulheres da ciência no país faz com que a maioria dos cientistas que integram as linhas de mobilidade sejam mulheres”, explica a coordenadora Emília Araújo,
O livro é um ponto de partida para o debate sobre a fuga de cérebros que ocupa um lugar cada vez mais “pertinente” nas agendas políticas.

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