Vila Verde: Lança amarra do empreendedorismo (via C.M.)



Ajudar a pensar Vila Verde e a definir um plano estratégico de desenvolvimento do concelho é o desafio lançado aos cinco painéis de personalidades que compõem as jornadas locais de desenvolvimento, sob o lema ‘Vila Verde Cada Dia Melhor’.
O desafio proposto, anteontem à noite, foi debater ideias sobre a temática da ‘inovação e empreendedorismo como factores de crescimento’ numa sessão que contou com a presença do secretário de Estado do Emprego, Pedro Roque.

No discurso de abertura, o presidente da Câmara Municipal de Vila Verde, António Vilela, destacou a importância da aposta na inovação e no empreendedorismo como forma de dar um salto para o futuro. 
Para o autarca vilaverdense, “há que lançar amarras para o futuro, um caminho que terá que ser trilhado com base na inovação e no conhecimento. Vamos empreender a pensar no futuro”. 

Reconhecendo o desemprego como o principal problema que Portugal se depara, atingindo níveis recorde, sobretudo nos jovens (38 %) o secretário de Estado do Emprego afirmou que “só se consegue inverter esta tendência através do crescimento económico e do esforço conjunto de todas as entidades e agentes económicos”. Nesse sentido, traçou como fundamental “uma aposta mais clara no empreendedorismo, dando alguns exemplos de programas governamentais de apoio ao empreendedorismo.

Pedro Roque enalteceu ainda a capacidade empreendedora das pessoas do norte, sublinhando “que se estes bons exemplos fossem reproduzidos à escala nacional, o país estaria diferente”.
O coordenador do Projecto “Casas do Conhecimento”, e docente da Universidade do Minho Luís Amaral, traçou o quadro das redes tecnológicas de alta velocidade como factor de atractividade do território e, neste capítulo “o país não está mal em termos europeus, mas frisou que cá dentro temos um país regionalmente desequilibrado, ou seja, o que se passa em Lisboa não é idêntico ao que se passa no resto do país”. 

No final da intervenção, e em jeito de conselho ao autarca de Vila Verde, o professor da Universidade do Minho, Luis Amaral afirmou que o concelho deve apostar na rentabilização da fibra óptica existente e no acesso de banda larga móvel.

Fonte Correio do Minho por Isabel Vilhena

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