Vila Verde: Chapéus, houve muitos... mas não chegaram ao Guiness (via C.M.)


Não foram suficientes para entrar no Guiness World Records, mas deram nas vistas. Foram cerca de 300 os chapéus que ontem se viram desfilar em Vila Verde, numa iniciativa da AMUTER — Associação de Amigos do Museu Terras de Regalados, inserida no programa da Festa das Colheitas 2013.

Ainda antes do desfile dos chapéus, era já ponto assente que a organização pretende repetir a iniciativa. Sem ter conseguido quebrar o recorde (que é actualmente de 342 chapéus), este evento passou assim a ser encarado como um excelente ensaio para uma próxima tentativa.
Júlia Fernandes, vereadora da Cultura, meteu mãos à obra e juntou-se ao secretariado do evento. Aí constatou que a afluência de pessoas foi muito elevada, mas que nem todos tinham percebido as regras: “Veio muita gente a pensar que a organização é que fornecia o chapéu. A organização apenas certifica se o chapéu está ou não está conforme, pois tem de ser um chapéu decorado”, contou.

A vereadora faz um balanço positivo, sobretudo pela novidade” e pela forma como o evento mobilizou as pessoas. “Numa outra oportunidade conseguir-se-á bater o recorde”, acredita.
Júlia Fernandes destacou ainda que muitos participantes apostaram nos motivos das colheitas para decorar os chapéus, facto que denota a importância do certame.

José Pinto acreditou até à última que o evento ia para o Guiness, mas não ficou desmoralizado por não ter conseguido esse feito. mas conseguiu atingir um dos objectivos subjacentes a esta organização: cativar as pessoas e fazer com que se fale de Vila Verde. O responsável da AMUTER recordou que esta ideia surgiu com o objectivo “de cativar gente para a região, para dar nome à terra e fomentar o turismo”. Também não escondeu que contava com maior afluência: “hoje há muitas vindimas e isso prejudica a afluência das pessoas. Também temos de admitir que as eleições prejudicaram um bocado a divulgação da iniciativa. Mas, vamos voltar e da próxima conseguiremos”, afirmou.

Fonte Correio do Minho por Marlene Cerqueira

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