Segunda-feira, 31 de Maio de 2010

Moure: Supercross está de regresso, Domingo dia 6 de Junho pelas 14h00


As grandes emoções dumas das mais fantásticas provas de duas rodas, o SuperCross, estão de volta a Moure (Vila Verde), no próximo Domingo dia 6 de Junho pelas 14h00. Esta prova contará com alguns dos melhores pilotos Portugueses e Espanhóis, para abrilhantarem o espectáculo nos saltos duplos e triplos que a pista proporciona.
A organização continua a cabo da Associação Juvenil de Moure e da Comissão de Festas em Honra de São Bento e Stº. André 2010.

O evento:
- Terá lugar numa pista já conhecida pela maior parte dos pilotos onde a sua dificuldade é considerada média/alta, preparada para receber todas as classes do Motocrosse. A pista situa-se na Estrada Nacional 201 de Braga para Ponte de Lima a seguir à freguesia de Prado mais concretamente, acima do conhecido eucalipto “grosso”.
- Conta-se com a presença de alguns dos melhores pilotos nacionais;
- A actividade terá o apoio do "Associação de Quads e Motocross Norte";

Fonte Moure2010.com

Vila Verde: Festas concelhias decorrem entre os dias 9 e 13 de junho



Conseguir o sucesso dos anos anteriores é o objectivo da organização das Festas de Santo António, de Vila Verde.

As festas concelhias decorrem entre 9 e 13 de Junho e têm este ano como novidade o 1º Festival da Febra, disse António Vilela, presidente da autarquia.

As Festas de Santo António têm este ano um orçamento de 100 mil euros, um orçamento de contenção diz este responsável. Fonte Antena Minho

Vídeo: Novas Instalações Municipais em Vila Verde

Domingo, 30 de Maio de 2010

Vila Verde: Vilaverdense conquista Taça da A. F. Braga



O Vilaverdense conquistou a Taça Associação de Futebol de Braga por 1-0 ao vencer a formação do Forjães em jogo disputado no Estádio Cidade de Barcelos. Fonte Antena Minho


Vila de Prado: Grupo Desportivo vence Troféu Disciplina 2009/2010

A Associação de Futebol de Braga em parceria com o Jornal Correio do Minho e a Rádio Antena Minho, vai premiar a equipa mais disciplinada.

A consagração e a respectiva entrega do Troféu ao G.D. Prado será na festa do futebol distrital.

O RANKING FINAL ESTÁ ASSIM ORDENADO:

1º G D Prado 78

2º Ass.D.Esposende 86
3º Atl. Cabeceirense 88
4º GDU Torcatense 88
5º Vilaverdense FC 94
6º Sta.Eulália Vizela 108
7º GD Silvares 109
8º Arões Sport Clube 111
9º CCD Desp. Ronfe 114
10º GD Louro 116
11º Acad FC Martim 121
12º A D Águias da Graça 122
13º C Caçadores Taipas 129
14º GD Apúlia 129
15º ACD Pica 140
16º GD Porto D´Ave 142

Fonte Site A.F.Braga

Vila Verde: Equipa Feminina do Vilaverdense sobe à I Divisão



A equipa feminina do Vilaverdense FC venceu esta tarde o Maia e ascendeu à I Divisão do Futebol Nacional. Uma excelente campanha das pupilas de Xana Coutada que, assim, cumpriram um dos objectivos traçados no inicio da temporada. No jogo da tarde de hoje as "meninas" de Vila Verde apenas necessitavam de conquistar um ponto, mas conseguir sair do Estádio Municipal de Vila Verde com uma vitória. Fonte Jornal O Vilaverdense

Barcelos: Vilaverdense e Forjães à conquista da Taça A.F. Braga

Já falta pouco para a final da Taça Associação, um filme envolvido na festa dos campeões, qual episódio fulcral e marcante na vida de diversos actores. O final está por escrever, todavia a caneta está nas mãos de Zequinha e Fernando Pires, os timoneiros de Vilaverdense e Forjães.

Amigos e rivais, numa nuvem envolvente, num misto de quentes e frios. Elogios e jogos psicológicos a marcarem uma conversa intensa, um encontro único. Prepare-se o palco, as estrelas querem avançar.

Na época passada reinou o Santa Maria no Estádio D. Afonso Henriques. A formação orientada por João Salgueiro conseguiu juntar o título de campeão à Taça Associação, algo que pode acontecer esta temporada com o Forjães. Passageiro inesperado, foi desbravando caminho, atirando para fora do trilho emblemas de alto calibre, com outro estatuto. Apúlia, Torcatense, Águias da Graça e até o campeão distrital Taipas foi eliminado pela formação orientada por Fernando Pires até ao momento final, até colocar os pés na passadeira vermelha. Vai entrar pela porta grande no Estádio Cidade de Barcelos, num dos anfiteatros minhotos, num dia que será memorável. Aliado a esse facto, os jogadores do Forjães vão ainda receber as faixas de campeão distrital da I divisão, tendo dupla função no desfile dos campeões.

O Vilaverdense é um histórico na competição. Já não vence a prova há quase uma década e tem na final de Barcelos um momento para pintar a temporada com toque dourado, depois de cedo ter ficado arredado da luta pelo trono na Divisão de Honra.

Foi deixando pelo caminho os adversários, mostrando a sua força, a sua raça, impondo a sua condição de favorito e, nas meias-finais, puxou dos galões e marcou a sua condição, o seu desejo de voltar a erguer a Taça Associação mais uma vez na sua história.

Zequinha e Fernando Pires não escondem o enorme desejo de conquistar o troféu. Para ambos, a acontecer será pela primeira vez e vai ficar o carimbo em duas carreiras de dois técnicos em clara curva ascendente. São dois timoneiros na moda, cujo percurso está longe de estar escrito. Os olhos brilham quando se fala no futuro, naquilo que poderá estar reservado para ambos...



As escolhas para o onze ... do adversário

ZEQUINHA:
Em jeito de brincadeira, foi pedido a Zequinha para lançar o onze provável...do adversário. O conhecimento profundo da equipa orientada por Fernando Pires leva o técnico do Vilaverdense a disparar quase de imediato os onze atletas que devem subir ao Estádio Cidade de Barcelos por parte do campeão distrital da série A, da I divisão.

Na baliza vai estar Paulinho e o quarteto defensivo vai ser formado por Ricky e Jony nas faixas do terreno, enquanto que o eixo central estará entregue a Evandro e Mané.
No meio campo, tendo previsto algumas cautelas na segunda zona de pressão, Zequinha avança com Américo, Celso e Zé Carlos, sendo que Xiço tem igualmente entrada directa no onze. Os homens mais focalizados em chegar aos golos vão ser, na óptica do técnico do Vilaverdense, Zé Manel e Armindo.


FERNANDO PIRES:
O treinador do Forjães, Fernando Pires, foi igualmente desafiado a lançar o onze provável do Vilaverdense. O extenso conhecimento do adversário, bem como do futebol distrital, leva Pires, à imagem do que sucede com Zequinha, a ter poucas dúvidas.

A baliza vai estar entregue a Hélder e a defesa vai ser composta por Luís, Nélson Feliz, Borges e Talaia.

No meio-campo, Fernando Pires aponta para um duplo pivot formado por Agostinho e Russo, sendo que o papel de organizador de jogo vai estar entregue a Geane.
Quanto ao trio de ataque, Fernando Pires dispara de forma imediata e acredita que vai ser composto por Bispo, Armando e Bruno. Fonte Correio do Minho por Rui Miguel Graça

Sexta-feira, 28 de Maio de 2010

Laje: Acolhe edição do Green Rock Fest, dia 28/29 de Maio


Green Rock Fest é uma iniciativa do Live Rock Bar [bar concerto em Braga], por onde já passaram mais de 50 bandas e que teve desde o seu primeiro momento apoio incondicional da Junta de Freguesia da Laje.

A principal motivação que ambas entidades pretendem é divulgar e apoiar a cultura.

As eliminatórias do concurso de bandas, realizaram-se no Live Rock Bar.

A final contará com grandes nomes da música nacional divididos numa de noite de Metal e outra de Rock.


Realizar-se-à em recinto fechado ao ar livre (Campo de jogos da Laje / Vila Verde)

O transporte é gratuito, consulte o site pela seguinte ligação.
PROGRAMA:

Dia 28

22:00h - Heaven Denied
23:00h - Men Eater
24:00h - Demon Dagger



Dia 29

21:30h- ArtLeak
22:00h - Orag. Tre
22:30h - Pulse
23:00h - The 1969 revolutionary orgy
23:30h - Let The Jam Roll
24:00h - Monstro Mau

Fonte Notícia
Fonte Imagem

Quinta-feira, 27 de Maio de 2010

Moure: Ameaça de Bomba força evacuação da escola EB 2,3


Uma ameaça de bomba levou à evacuação da EB 2, 3 de Moure. Por volta das 15h15, a telefonista da escola recebeu um telefonema e uma voz masculina disse que havia explosivos no local.
A direcção da escola decidiu activar o plano de emergência e, três minutos depois, todos os alunos tinham saído do edifício. Entretanto, no local compareceu uma equipa da Brigada de Minas e Armadilhas, bem como a GNR de Vila Verde e Prado.
Uma hora depois, os alunos foram conduzidos para a zona do campo de futebol que já tinha sido inspeccionada pelas forças da ordem. A Brigada de Minas e Armadilhas, composta por três homens e um cão, terminou a inspecção à escola. às 17h30, não tendo encontrado qualquer explosivo no local. Fonte Jornal O Vilaverdense

Vila Verde:Tribunal adiou julgamento de família acusada de escravizar rapaz com deficiência



O Tribunal de Vila Verde adiou o julgamento de quatro membros de uma família proprietária de uma exploração agrícola, acusados do crime de escravidão, por alegadamente terem mantido nessa situação, durante 25 anos, um jovem com deficiência moderada. O adiamento ficou a dever-se à necessidade de o Tribunal calendarizar a audição das mais de 70 testemunhas de defesa e acusação arroladas no processo.

A acusação, deduzida contra um casal e os seus dois filhos, concluiu que a vítima foi sujeita, numa quinta em Coucieiro, Vila Verde, a trabalhos duros, sem direito a qualquer recompensa, sob maus tratos, agressões violentas e condições de vida desumanas.

A vítima, o Rui Manuel, atualmente com 36 anos, encontra-se ao cuidado da Segurança Social de Braga que o entregou a uma família de acolhimento na freguesia de Revenda.

Foi libertado da alegada escravidão em novembro de 2004, graças à intervenção conjunta de uma equipa da GNR de Vila Verde e de técnicos da Segurança Social.

Segundo o Ministério Público, foi encontrado num estado de grande degradação, física e psicológica.

Os quatro arguidos, Casimiro Alves (proprietário da quinta), a mulher e os seus dois filhos, foram acusados de terem privado Rui Manuel da "consciência da sua própria liberdade e de toda a dignidade humana".

O despacho de acusação refere que os arguidos agrediram fisicamente o Rui Manuel, com recurso a todo o tipo de objetos e em diferentes parte do corpo, por não desempenhar na perfeição as tarefas exigidas, por pedir comida aos vizinhos, ou mesmo sem qualquer motivo aparente.

O Ministério Público acusa os arguidos de nunca terem tratado a vítima como membro da família ou sequer como pessoa de direitos. Fonte Sic Notícias/Lusa

Amares: Feira do Livro (Report. MinhoActual.TV)

Segunda-feira, 24 de Maio de 2010

Braga: 7ª Edição do evento "Braga Romana" está de volta entre 27 e 30 de Maio


A sétima edição Braga Romana está de volta.Decorre entre os dias 27 e 30 deste mês e mais uma vez vai fazer recuar a cidade de Braga aos tempos da bracara augusta com um conjunto de actividades históricas.

Foi apresentada esta segunda-feira mais uma edição da Braga Romana que vai animar a capital minhota entre os dias 27 e 30 deste mês.

Este ano vai ser colocado um acampamento militar
romano no largo do Paço que será dinamizado pela Equipa Espiral .

No Rossio da Sé fica instalada uma tenda pedagógica da responsabilidade do Museu D.Diogo de Sousa que vai ter sessões e palestras sobre Bracara Augusta e diversas oficinas dedicadas á construção de mosaicos romanos,brinquedos..armas e bijouteria.

A vereadora da cultura assinalou o facto de cada vez mais se registar uma adesão dos bracarenses á Braga Romana...e a edição de uma pequena brochura onde se pode encontrar um conjunto de informações sobre o patrimonio romano visitavel na cidade

Ilda Carneiro fala também de um maior rigor nos artigos para venda nas tendas montadas no centro hisotrico de Braga.

A vereadora da cultura da câmara de Braga na apresentação da edição numero sete da Braga Romana que decorre na cidade entre os dias 27 e 30 deste mês.

Para alem da area alimentar ha um conjunto de iniciativas como é o caso do espectaculo de fogo e luta de gladiadores o circo romano.. a recepção ao imperador na manhã do dia 27 e o cortejo romano marcado para o dia 28 á noite. Fonte Antena Minho

Braga: Cortejo Académico 2010 (Report. MinhoActual.TV)

Vila Verde: Sá de Miranda foi mote para Feira Quinhentista



Mais pareceu um ‘regresso ao passado’ ao período renascentista aquele que ontem se viveu em Vila Verde, com a realização de uma missa de época na igreja matriz de manhã e de uma feira quinhentista à tarde, atraindo várias centenas de pessoas ao centro da vila.

Mas tudo, afinal, não passou de uma recriação histórica, dinamizada pela autarquia vilaverdense, em parceria com a ‘Proviver’ e agrupamentos de escolas do concelho, para fazer jus ao poeta Sá de Miranda - cuja presença marcou passagem por terras vilaverdenses ao longo de mais de 20 anos.

As crianças das escolas foram, todavia, os grandes protagonistas da recriação, onde não faltou um cortejo, com música e danças palacianas da corte, composto por uma série de figuras de época como os falcoeiros, o encantador de serpentes, os cavalos, os jograis e bobos e, claro, os jogos populares, doçarias e ervas aromáticas, além de uma taberna de ‘comes e bebes’.

Corte, jograis e bobos animaram vila à tarde

António Vilela, presidente da Câmara de Vila Verde, desta vez não se trajou à época e foi mesmo a vereadora Júlia Rodrigues que o fez, integrando o cortejo histórico que percorreu as principais artérias da vila.

O autarca faz, todavia, um ba-lanço positivo das várias actividades que foram sendo promovidas ao longo de toda a semana, de forma a assinalar a importância que tem para o município o escritor Sá de Miranda.

“Esta iniciativa foi um sucesso particularmente porque envolveu as escolas que foram desenvolvendo as iniciativas no seio escolar e esta foi, também, uma forma prática de terem um contacto mais próximo com Sá de Miranda, tal como a população pode fazer através deste cortejo histórico, tendo assim a oportunidade de entender melhor quem foi o escritor renascentista e perceber que ele passou por cá”, sublinhou António Vilela.

“Esta é, também, uma forma de valorizar um poeta que estava esquecido e que tem uma obra do renascimento muito preciosa”, apontou.
Mas não só. António Vilela destacou, ainda, a publicação de um Boletim Cultural dedicado a Sá de Miranda, ressalvando que “este é o único documento publicado exclusivamente sobre o autor”. Fonte Notícia/Imagem Correio do Minho por Marta Caldeira

Sábado, 22 de Maio de 2010

Vila de Prado: GNR bate à porta dos idosos



Maria do Rosário, ou D. Mariquinhas, como é conhecida, recebe os dois elementos da GNR de Prado e o presidente da junta de freguesia local em sua casa com um sorriso. A conversa faz-se das dificuldades do dia-a-dia. D. Mariquinhas, de 75 anos, tem a seu cargo três netas, com idades entre os 4 e os 10 anos, e admite que o dinheiro da sua reforma e do marido não chega.
“Às vezes, vou à farmácia buscar fiado e à mercearia também” conta esta avó, que ficou com as netas para impedir que fossem para uma instituição.

D. Mariquinhas é um dos mais de 400 idosos que já foram contactados por militares do Posto Territorial (PTER) de Prado ao abrigo da iniciativa ‘+ 65’, que congrega a Junta de Freguesia de Prado e a GNR.
O ‘Correio do Minho’, acompanhou o presidente da Junta de freguesia, Rui Pedrosa, e dois militares da GNR de Prado que têm levado, não só segurança, mas algum alento a quem vive com dificuldades.

É o caso da D. Mariquinhas que não recebe um cêntimo por ter as netas a cargo, há mais de quatro anos, e reconhece que aceitaria algum apoio alimentar.
Depois desta visita, a família passou a receber algum apoio a este nível, assegurado pela equi-pa das Conferências Vicentinas.
Num verdadeiro policiamento de proximidade, a GNR ausculta o sentimento de segurança das pessoas e deixa em cada casa visitada um panfleto informativo com conselhos para prevenir burlas e outros crimes de que os idosos são alvos preferenciais.

Ficam também os contactos a que as pessoas podem recorrer em caso de necessidade, com os telefones da GNR de Prado, da Cruz Vermelha de Prado e dos Bombeiros Voluntários de Vila Verde.
É com lágrimas nos olhos que António Fernandes, reformado e com 80 anos feitos, dá conta dos seus problemas ao guarda Morais e à guarda Gonçalves à porta da sua velha casa, mesmo no centro da vila de Prado. “A gente recebe aquele bocadinho ao fim do mês. Paga o aluguer, paga tudo e fica-se logo sem dinheiro” relata com a voz embargada.

O octogenário vive com um neto de 25 anos que e stá desempregado e tem problemas de toxicodependência. Tem dificulda-des de audição e precisava de um aparelho, mas também regista carências económicas.
A GNR participou o caso às entidades competentes.

E como não é todos os dias que se ‘apanha’ na rua o presidente da junta e a GNR, juntos, há quem aproveite para apresentar outras queixas. A vizinha de António Fernandes relata vários problemas, mas percebe também que “a Guarda não está só para multar, está para ajudar” e, nessa missão, tem andado a bater a centenas de portas.

‘+ 65’ traz à luz problemas sociais

Outra casa, mais problemas sociais é o que encontram os militares da GNR e a Junta de Fre-guesia de Prado que têm levado a iniciativa ‘+ 65’ ao terreno.
João Vieira, de 72 anos, tem a esposa acamada há cinco anos com as pernas amputadas. Os gastos com medicamentos são muitos numa casa onde vivem o casal, um filho (também reformado) e um neto a cargo.

João Vieira conta com apoio domiciliário, ao nível das refeições e higiene, mas é pago à sua custa. Por isso, desabafa: “se me derem uma pequena ajuda, eu agradeço”.
“Uma pequena ajuda” é o que esperam a D. Mariquinhas, o Sr. António e o Sr. João, agora que as carências estão a nu.
O presidente da Junta de Freguesia de Prado, Rui Pedrosa, explica que a autarquia quer ajudar os idosos mais necessitados e a iniciativa ‘+ 65’ “é uma forma de conhecer as carências que existem”.

O papel da junta de freguesia e também da GNR tem sido encaminhar as situações para as diferentes entidades.
No caso de António Fernandes, estão a ser feitas diligências junto do Centro Distrital de Segurança Social para comparticipar um aparelho auditivo, revelou Rui Pedrosa ao ‘Correio do Minho.

A Junta de Freguesia de Cabanelas também já abriu a porta à iniciativa '+ 65' que também avança nesta localidade da área de intervenção do PTER de Prado da GNR.
Em Cabanelas, a acção deverá chegar a meio milhar de idosos. Fonte Correio do Minho por Teresa M. Costa

Vila Verde: Feira da EPATV mostra projectos inovadores



Um túnel de lavagem automática de automóveis, um carro ecológico ou um sistema de separador de lixo reciclável num prédio de três andares são alguns dos protótipos de projectos inovadores, fruto da imaginação e da componente prática dos alunos da Escola Profissional Amar Terra Verde (EPATV), de Vila Verde, patentes na segunda Feira Mostra do Empreendedorismo.

Estes e outros trabalhos podem ser apreciados pela comunidade até ao dia de hoje, num mega-stand disposto no parque em frente à escola, onde decorre, paralelamente, a primeira Lan Party e que agrega, também, várias mostras de actividades e ofertas formativas dos vários estabelecimentos de ensino do concelho.

João Luís, director da EPATV, destaca a “cooperação nesta feira entre as várias escolas do concelho, com o objectivo de mostrar às famílias, sociedade económico-empresarial e instituições as suas ofertas educativas, constituindo-se também como uma ajuda para as famílias escolherem a sua formação”.
O responsável destacou, ainda, uma série de ofertas da EPATV, desde estágios na Europa através do programa ‘Leonardo da Vinci’ aos projectos de energias renováveis.

Mais projectos na manga para breve

O director da EPATV falou, ainda, da importância da implantação do Centro de Incubação de Jovens Cientistas neste ano lectivo, que já permitiu, por exemplo, o desenvolvimento de produtos específicos para o evento ‘Namorar Portugal’, como os licores e os perfumes que este ano foram apresentados ao público e que também estão expostos nesta f eira mostra.

Um dos próximos projectos que será apresentado muito em breve, em Julho próximo, será um carro com assento elevatório para deficientes motores - “e que ao nível de aplicação prática
lhes permite sentar à mesa ou chegar a um armário facilmente”, explicou mais detalhadamente o director da EPATV.

Amadeu Costa, de 17 anos, de Pedregais, Vila Verde, está a frequentar o Curso Técnico de Análise Laboratorial (Análise de Resíduos Sólidos Urbano - Plásticos) na EPATV e não tem dúvidas quanto ao facto de esta ser “uma excelente aposta formativa”.

“Em primeiro lugar, penso que este curso me vai dar grandes bases para o meu futuro, já que além de ter uma saída profissional dirigida para o mercado de trabalho, me garante uma formação mais específica na área de Química, em que quero prosseguir depois os estudos ao nível universitário”, indicou o aluno, no meio do stand que representava o seu curso.

Esta segunda feira mostra da EPATV foi animada com a realização da primeira Lan Party, promovida pela área das Tecnologias da Informação e da Comunicação, envolvendo 160 alunos, numa disputa directa de jogos digitais entre 16 equipas.

“Esta iniciativa é interessante para os alunos porque lhes permite fomentar o espírito de equipa e a participação em actividades que envolvem tecnologias e que são uma oportunidade para perceberem, por outro lado, o funcionamento de projectos em rede, bem como dos problemas que podem surgir”, disse o professor de TIC na EPATV, João Morais. Fonte Correio do Minho por Marta Caldeira

Quinta-feira, 20 de Maio de 2010

Vila Verde: Casal julgado por injúrias a um médico



A acusação particular, representada pelo advogado Marcelino Pires, pediu sexta-feira última, no Tribunal Judicial de Vila Verde, a condenação do casal julgado em três sessões, sob acusação de ter injuriado o médico que, no dia 1 de Julho de 2008, dava consultas no consultório da Extensão de Saúde de Prado.

Por sua vez, em defesa dos arguidos, o advogado Álvaro Ribeiro entende que, depois de tudo o que se passou na sala de audiências sobre este julgamento, os arguidos devem ser absolvidos, ainda que sob o princípio jurídico ‘in dubio pro reo’. A absolvição arrasta o indeferimento do pedido de indemnização de 5 000 euros requerido pelo ofendido.
Estes os dois pontos de vista sobre expressos no decurso das alegações finais, após ouvidos os depoimentos das últimas oito testemunhas, entre as da acusação, do pedido cível e das de defesa dos arguidos.

O julgamento é presidido pelo juiz Francisco Peixoto, estando o Ministério Público (MP) re-presentado pela procurador da República, Carla Gomes.
Os factos passaram-se a 1 de Julho de 2008, por volta das 13,30 horas, na Extensão de Saúde de Prado.
Inicialmente, os arguidos alegaram que, naquela data, o médido agrediu, no seu consultório, o primeiro dos dois arguidos com um murro no pescoço.

Sem prova disso, prevaleceu a queixa do médico Manuel Maurício Esteves contra o casal C. Oliveira, director de empresa, de 60 anos, e Maria C., de 57.
Os dois foram agora julgados pela prática, respectivamente, de um crime de introdução em lugar vedado ao público e por injúria agravada. Oliveira foi ainda julgado pela prática de um crime de ameaça agravada.

Segundo o MP, os dois arguidos deslocaram-se, naquela data, à Extensão de Saúde de Prado porque aquele precisava de ser atendido pelo médico.
Ao chegar à Extensão, o casal foi informado de que deveria aguardar pelo final das consultas, para então poder falar com o médico em serviço.
Desagradado com essa informação, o casa l foi, mesmo assim, ao gabinete do médico Manuel Maurício no momento em que este atendia os seus doentes.

Quando um dos doentes saiu, Oliveira sentou-se numa cadeira para pacientes, colocando os pés em cima da secretária. Exigiu ser atendido de imediato.
O médico pediu-lhes que saíssem, ouvindo então, em resposta, expressões injuriosas.
C. Oliveira, segundo a queixa, agarrou o médido pelos ombros. Ficou em tronco nu e foi ameaçado de agressão quando o arguido o encontrasse no exterior daquela unidade de saúde.
Os arguidos negaram as acusações.

Entre o ‘pedagógico’ e a dúvida

O advogado do médico Manuel Maurício, ofendido no caso acima relatado, pediu ao juiz do Tribunal Judicial de Vila Verde, que aplique aos arguidos uma pena pedagógica.
Nas suas alegações finais, Marcelino Pires recordou as declarações prestadas, em separado, pelo casal arguido, delas sobressaindo as contradições entre ambos sobre os factos ocorridos.

Tais situações — falta de respeito e consideração — são frequentes nos tempos que correm e, por condenáveis, os “tribunais devem ter uma acção importante, pedagógica” — acrescentou, lembrando o imediatismo que o caso mereceu quer por parte da imprensa escrita, quer da televisão. “Este tipo de situações tem de acabar” — concluiu.
No sentido contrário alegou o defensor dos arguidos. “Estes senhores não praticaram os factos que constam da acusação”.

Álvaro Ribeiro resumiu a sua versão dos factos, devendo o tribunal dar a atençao à tese dos arguidos. Procurou desmontar a argumentação no que respeita ao pedido de indemnização formulado, pelo ofendido. Para o mesmo defensor, de todos os crimes formulados contra os arguidos “não se fez prova nenhuma”, pelo que estes devem ser absolvidos, nomeadamente aplicando o princípio jurídico “in dubio pro reo”.
O médido pede uma indemnização de 5 000 euros. Fonte Correio do Minho por Luís M. Fernandes

Terça-feira, 18 de Maio de 2010

Vídeo: Portugal na crise e problema de contas públicas (pelo Vilaverdense José Manuel Fernandes)

Vila Verde: "Escolas capazes de transmitir aos jovens o que eles precisam"


“As escolas estão a ser capazes de transmitir aos jovens o que eles precisam de ouvir: há um mundo lá fora que é competitivo, mas eles estão preparados”, afirmou ontem António Vilela, o presidente da Câmara Municipal de Vila Verde, na abertura da II Feira Mostra do Empreendedorismo, a decorrer numa tenda diante da Escola Profissional Amar Terra Verde (EPATV).

Energias renováveis e manicura, técnicos de construção civil e análise laboratorial, processo de controlo de qualidade alimentar ou digital 3d são áreas do ensino profissional em exposição naquele certame. “Uma expressão do melhor que se faz na escola”, afirmou João Nogueira, director da Escola profissional Amar Terra Verde.
Rui Silva, vereador da Câmara Municipal de Vila Verde e presidente da EPATV usou da palavra na qualidade de professor. “O futuro deste país passa cada vez mais pelo ensino profissional e não pelo ensino teórico”, considerou.

Em paralelo, no mesmo espaço, a I Lan Party e, até 23 de Maio, decorre numa Feira Quinhentista dedicada ao poeta Sá de Miranda
Na evocação de Sá de Miranda estão em exposição obras dedicadas ao público juvenil — caso de Sá de Miranda Poeta do Renascimento, editada pela Câmara de Vila Verde com selecção de textos de Júlia Rodrigues, outras tendo por alvo estudiosos, como Arte Potética — Dom, Descrença e Desafio: Horácio, Sá de Miranda e Sophia de Mello Breyner, de Maria Adelina Vieira. Fonte Correio do Minho por Rui Serapicos

Vila Verde: Aposta no ‘Turismo Activo’


Ponte Romana da Vila de Prado


Fazer do Turismo o espelho do nosso território. É este o princípio subjacente ao Programa Turismo Activo em Vila Verde, que conta com diversos intervenientes do sector, entre outros a empresa municipal Proviver, casas de turismo rural/alojamento, espaços de restauração e empresas de lazer.
É com base nas potencialidades naturais do concelho (rios e paisagem), na sua oferta gastronómica, no património histórico, no artesanato, nas tradições e no saber bem acolher que assenta toda a estratégia de promoção turística do concelho que pretende definir e projectar claramente a "marca Vila Verde" pela positiva estabelecendo novas dinâmicas no Concelho e projectando-as para o exterior.
Apostando nos recursos naturais, na oferta gastronómica e artística, no saber e nos sabores das gentes da região, foi também criado o projecto “Turismo Activo em Vila Verde” que tem como objectivo central criar e promover um conjunto de produtos turísticos de cariz desportivo, baseados na articulação entre os operadores do alojamento, da restauração e diversão nocturna e da animação turística e desportiva, que incluem empresas de animação e clubes e associações locais que organizem iniciativas de cariz lúdico e desportivo como caminhadas, canoagem, BTT entre muitas outras. Fonte Site Opção Turismo

Cervães: Três camiões incendiados



Três camiões foram totalmente destruídos pelas chamas num incêndio que deflagrou, anteontem, no estaleiro da empresa ‘Asa Pedreiras', em Cervães, concelho de Vila Verde, e que provocou avultados prejuízos.
O empresário, Alberto Alves Júnior, acredita que “houve mão criminosa”.

Os prejuízos rondam os 200 mil euros e só a intervenção rápida dos bombeiros impediu que as chamas alastrassem ao pavilhão que está cheio de máquinas, senão o prejuízo seria ainda maior, admite o empresário.
Tal como noticiou o ‘Correio do Minho’ na sua edição de ontem, o alerta foi dado, pelas 20H30, para os Bombeiros Voluntários de Vila Verde que mobilizaram cinco viaturas e 17 elementos, mas encontraram os camiões já tomados pelas chamas.

Os soldados da paz procederam ao arrefecimento de um depósito de gasóleo e do pavilhão para evitar a propagação do incêndio.
Ainda foram accionados os Bombeiros Voluntários de Barcelos, mas já não intervieram, revelou fonte da corporação vilaverdense.

O estaleiro está dotado de videovigilância, mas a câmara estava orientada para a frente dos camiões, permitindo apenas visualizar a deflagração do incêndio na parte traseira de uma das viaturas.
A GNR de Prado manteve-se toda a noite no local até à chegada dos elementos da Polícia Judiciária que ontem de manhã recolheram indícios para a investigação.

Proprietário vizinho cortou a estrada para impedir entrada de camiões

O incêndio nos três camiões não foi o único episódio que nos últimos dias afectou a empresa ‘Asa Pedreiras’.
Existem desavenças com o proprietário dos terrenos adjacentes à pedreira que, na passada quinta-feira, foi mesmo detido pela GNR de Prado, depois de ter cortado a estrada de forma a impedir a entrada dos camiões, confirmou fonte policial ao ‘Correio do Minho’.

O indivíduo foi advertido do crime várias vezes, mas acabou detido por desobediência aos militares e corte de estrada.
O empresário Alberto Alves Júnior afirma que as desavenças já têm anos, mas agudizaram-se com a setença proferida recentemente pelo Tribunal de Vila Verde que decretou que o caminho que dá acesso à pedreira é público. Fonte Correio do Minho por Teresa M. Costa

Domingo, 16 de Maio de 2010

Vila Verde: Grupo ‘Raízes’ volta a aparecer com novo CD - Sexta-Feira 13 (Grande Entrevisa no Correio do Minho)



Na noite de 24 de Abril de 2010, em Braga, o Theatro Circo está quase cheio. Apagam-se as luzes.
Pelas 22h15 o actor António Durães, de microfone emissor em riste, entra pela plateia; pede à assistência para desligar os telemóveis. “Não vamos parar a revolução por causa de um bip!”.

É aniversário de Abril e festaja-se um regresso. O mais recente registo discográfico, Caminho d'Água, já datava de 1989.
O espectáculo vai começar: os ‘Raízes’ estão de volta aos palcos, com o álbum ‘Sexta-feira 13’.
'O meu bandolim', instrumental, iniciado com som de bilha e 'Menina da saia branca', cheio de riqueza rítmica, são os dois primeiros temas de uma noite que vai evoluir em crescendo.

Convidados acrescentam sons e ritmos à festa

Os ‘Raízes’ trazem convidados: o flautista José Marques vai juntar-se ao grupo para interpretar 'Beirãs', depois entra o galego Mini Rivas, “que já conhecemos há trinta anos” — diz o Xico Malheiro. Longos e brancos cabelo e barba de visual a lembrar Georges Moustaki e voz rouca, um português quase perfeito, palavras de solidariedade entre os povos.
“É uma honra estar aqui no aniversário da véspera do dia que mudou este país e deu muita esperança do outro lado do Minho”, diz Mini Rivas, que canta, toca sanfona e fala com o público. Os galegos saudaram a madrugada de Abril que trouxe a liberdade a Portugal. “Como um irmão te falo...”. Mini Rivas toca dois temas com Mero.

A seguir o Theatro Circo parece uma rua por onde marcham os Zés Pereiras da ‘Equipa Espiral’, entra em palco o grupo de gaitas, a tocar pelas portas laterais e de fundo da plateia; os bombos ribombam; os ‘Raízes’ cantam: “Vou-me embora, vou partir”. O Grupo Espiral desdobra-se em formações: seis gaitas de foles mais nove bombos; os restantes 15 elementos marcam o ritmo nos aros dos timbalões e caixas. Segue-se a entrada do tocador de concertina Mikael Barros, toca-se o S. João e ao décimo primeiro tema o público escuta 'Sexta-feira 13', faixa que dá nome ao álbum que está agora a ser apresentado.

A controlar os sons está Giovani Goulart, mas logo a abrir a segunda parte o brasileiro deixa os botões da régie ao cuidado do produtor Fernando Andrelino, sobe ao palco e toca o piano de cauda, acrescentando à festa de sabor popular e minhoto um swing seguido da Escola Sons e Companhia, uma formação de Barcelos, mas também os Camerata Bracarense — colegas de estudo sobem ao palco e dão ao espectáculo um toque erudito.

António Silva: “parecia uma segunda primeira vez”

Dos ‘Raízes’ que lançaram sucessos como o tema ‘Boiada’ saíram vozes que, segundo parece, não vão voltar. Outros ficaram a ensaiar, todas as semanas, mesmo durante os anos mais recentes em que o grupo pareceu ter desaparecido.

António Silva, um dos resistentes da formação inicial que ficou dando continuidade ao grupo que hoje incorpora novos músicos, confirma o que é público “houve alguns contratempos, de alguns elementos, que, ou por vontade, ou forçados, se zangaram e saíram do grupo.
Houve tentativas para que regressassem, especialmente um, mas não foi possível. Perdemos a paciência e nós os três, eu, o Zeca e o Xico e convidámos amigos de longa data.”

Regresso significava não baixar os braços

Sentiu neste regresso ao palco algum nervosismo especial, como se fosse uma segunda primeira vez? — perguntamos, adiante, ao nosso interlocutor. Ele concorda: “parecia mesmo uma segunda primeira vez.
A primeira vez, no 25 de Abril de 1980, até foi mais fácil, porque não havia tanta responsabilidade. Foi quase improvisado, um micro para toda a gente, e umas escadarias. E não envolvia tanta gente”. Este regresso significava não baixar os braços, não deixar morrer o nosso gosto já antigo de 30 anos.
O que vos disseram os amigos? — indagamos. António Silva responde: “estava gente da música; no fim disseram-nos que ao princípio notaram da nossa parte algum nervosismo”.

Paulo Rocha: A primeira vez com os Raízes e logo no Theatro Circo

“Para mim foi mais difícil, porque foi a primeira vez que toquei com os ‘Raízes’, foi complicado”, admite Paulo Rocha, que ensaiou pela primeira vez com o grupo em Setembro de 2009. Estes meses foram suficientes para um entrosamento musical: “nas últimas semanas eram quase diariamente. Foi tocar duro, apertado, com horários de trabalho.”.

“Já conhecia o António, o Zeca e o Xico de outras andanças e de outros grupos. Mas há sempre o peso do nome ‘Raízes’ e do palco do Theatro Circo. Mas trazia comigo outras experiências musicais”. O novo elemento sentiu-se integrado quase de imediato: “tive alguma dificuldade no início mas durou pouco tempo; eles puseram-me à vontade e era um trabalho que já estava habituado a fazer”.

Zeca Torres: Era uma vez em Barcelos no 25 de Abril de 1982

“O meu primeiro espectáculo com os ‘Raízes’ foi em 25 de Abril de 1982 em Barcelos, lembra Zeca Torres”.
O regresso, após tantos anos de ausência de contacto com o público e com o palco “foi uma sensação boa” considera. “Ao princípio a gente está um bocadinho coisa, mas o espectáculo começa a andar e a gente arranja-se”.
As crít icas têm sido boas, adianta: “ainda há pouco estive a conversar com o António Pinto de Carvalho, construtor, e ele disse-me para o pessoal pode contar com ele para o que for preciso com instrumentos e pediu para o avisarmos quanto tivermos um espectáculo”.

“Theatro Circo encheu de forma calorosa”

“O Theatro Circo esgotou, mas mais importante do que isso foi a forma calorosa como o público acolheu o grupo” — diz-nos Fernando Andrelino.
O empresário e produtor do espectáculo que assinalou o regresso dos ‘Raízes’ realça a complexidade que implicou a articulação em palco de 125 elementos e o esforço nesse sentido desenvolvido pelo técnico de som (e pianista) Giovani Goulart. Mas deixa, contudo, uma crítica para com a administração do Theatro Circo, dizendo ter conseguido para testes de sons apenas duas horas.

“Lamentamos que não tivéssemos tido tempo suficiente para o ensaio. O palco só nos foi disponibilizado a partir das 14 horas. Porque até lá houve outro espectáculo da parte da manhã. Depois ainda houve que montar as coisas. Só ficou tudo em condições às cinco da tarde para fazer um teste de som que tinha de ser feito até às sete da tarde”, explica, considerando que

“como profissional de espectáculo custa-me a acreditar que uma sala de espectáculo com um funcionamento destes. Não me parece que seja a forma de trabalhar a cultura na cidade de Braga. Isso reflecte-se. O público não se apercebe destas coisas. Mas nós, profissionais e músicos, apercebemo-nos de pormenores, de uma ou outra coisa que falha e a razão é que não estão da melhor forma, precisamente porque não houve tempo”, desabafa, louvando, ainda assim, “a qualidade dos intervenientes, que mesmo sem tempo, conseguiram aquele som”.

“O Giovani, sem ter tempo para fazer teste de som, conseguiu um som excelente” — salienta — “e ainda foi tocar piano, director musical e orquestrador. É um homem da música, polivalente, que vai a todas”. “Mas o resultado disto tudo foi extraordinário”, remata.

Agarrar o espectáculo depois dos nervos iniciais

A festa evolui — já madrugada de 25 de Abril, os ‘Raízes’ ficam no átrio do Theatro Circo uma hora a conceder autógrafos.
Ainda antes de um convívio que vai prosseguir noite dentro no Insólito, interpelamos o Xico Malheiro. “Eu acho que na primeira parte estava um bocado nervoso”, confessa. “Mas depois agarrámos o espectáculo”, acrescenta aquele que é agora uma espécie de alma mater do grupo.

Esse nervosismo tinha a ver com os anos que estiveram sem aparecer? — questionamos.
“Nao é fácil”, responde, admitindo ter mais facilidade em tocar do que em apresentar o grupo. “Neste tempo entraram músicos novos. Nós já tocamos há vinte anos, percebemos logo quando um vai errar e logo seguir resolvíamos o problema. Mas acho que isto vai ser para durar e vamos ver se daqui a trinta anos tornamos a abrir o champanhe”.

Perguntamos ainda — foi fácil inserir e articular em palco convidados como um cantor galego, um pianista brasileiro, um grupo de bombos, e um grupo coral?
“É um bocado arriscado fazer um espectáculo destes com o mesmo número de pessoas, com diversas músicas, com variedade de sonoridades, com muita gente no palco”, responde, logo adiantando que “com trabalho a gente consegue, apesar de a gente ter a vida profissional. Penso que a pessoa que estava mais nervosa era eu. Anunciei um intervalo quando não havia intervalo, meti um bocado os pés pelas mãos. Mas acabei por me convencer que era para agarrar”.

Como sentiu a relação que estabeleceu com o público? — indagamos adiante.
“O público gostou. Depois, muitos vieram dar-me os parabéns, acho que os espectadores ficaram satisfeitos.
É o primeiro espectáculo após estarmos seis anos parados. Acho que o saldo é positivo, conseguimos agarrar o público de novo”, diz-nos ainda.
Perguntamos adiante — Estão aqui muitos amigos e muita gente da música.

O que lhe disseram? “Estou muito orgulhoso. Muita gente ligada à música e outros grupos concorrentes Por exemplo, estavam aí os do Canto d'Aqui e um grupo de Caminha. Vieram dar-me os parabéns. Disseram-me que somos como o vinho do Porto.
Claro que também há vinho do Porto que se estraga, mas nós achamos que este vinho do Porto vai ser para envelhecer e ficar cada vez melhor”.

“O público esteve connosco, colaborou nas músicas, principalmente nas que já conhecia. Na segunda parte tocámos temas de discos anteriores. O público já conhecia, agarrou o espectáculo, colaborou, bateu palmas, foi extraordinário”, conclui.

Momento alto na história — em 1989 no Luxemburgo

Um momento alto da história dos ‘Raízes’ é documentado pela edição de 28 de Fevereiro de 1989 do jornal Notícias de Vila Verde. São episódios em destaque numa visita ao Parlamento Europeu e a participação num festival de música popular, no Luxemburgo, a convite da ASTI — Association de Soutien aux Travailleurs Imigrès. O grupo ficaria no grão-ducado a actuar para dar resposta a outros convites entretanto surgidos.
A mesma publicação dá, ao fundo do mesmo texto, notícia de um terceiro álbum, a convite da etiqueta Transmédia, a mesma que editava Júlio Pereira. Fonte Correio do Minho por Rui Serapicos

Braga: Flash Mob Dance (Report. MinhoActual.TV)

Sexta-feira, 14 de Maio de 2010

Vila Verde: Recebe Martini Racing Tour de 15 a 16 de Maio



Já se iniciou a montagem do Martini Rancing Tour 2010 em Vila Verde. No próximo fim-de-semana, os vilaverdenses e demais interessados poderão tomar contacto com algumas velhas máquinas dos rallys e conviver com o espírito das grandes velocidades.

O racing truck, as tendas de bandeiras, os insufláveis e os carros martini racing vintage são parte da logística a instalar na Praça de Santo António dias 15 e 16 de Maio. Diversão não faltará para todas as idades. Comporta as corridas de carros tele-comandados, os jogos árcade sega, a mega pista de slot cars, o pit stop e as corridas de caricas.


Vila Verde é uma das dez localidades a nível nacional que acolhe um evento que desperta muitas paixões. Fonte Notícia/Imagem Site C.M.V.V.

Quarta-feira, 12 de Maio de 2010

Ponte da Barca: José Sócrates inaugura Paços do Concelho e Loja do Cidadão no proximo sábado



O Primeiro Ministro, José Sócrates, vai ser distinguido, sábado, com a medalha de ouro do concelho de Ponte da Barca, onde se desloca para inaugurar os novos Paços do Concelho e a Loja do Cidadão.

Segundo fonte da Autarquia, estes dois equipamentos estão avaliados em mais de 2 milhões de euros.

Os novos Paços do Concelho custaram mais de 1,5 milhão de euros e resultaram da recuperação e remodelação do edifício onde anteriormente funcionaram serviços como a Repartição de Finanças e o tribunal.

A Loja do Cidadão está instalada no edifício onde anteriormente funcionaram os Paços do Concelho.

A adaptação do imóvel custou mais de 450 mil euros e o apetrechamento do equipamento representou um investimento de cerca de 350 mil euros. Fonte Antena Minho

Amares: Projecto Girassol Robótico (Report. MinhoActual.TV)

Braga: Macedo Barbosa quer pôr Braga a liderar a euro-região comercial



Só com votos favoráveis, Macedo Barbosa foi eleito presidente da Associação Comercial de Braga, cargo em que sucede a Alberto Pereira. O novo “homem forte” da ACB recolheu 47 votos entre os associados dos vários concelhos, assumindo «uma postura claramente euro-regionalista» na promoção de Braga como a capital do comércio do Noroeste Peninsular.

As eleições decorreram durante a tarde e noite de anteontem, tendo o presidente interino sido reconfirmado na liderança da associação dos comerciantes de Braga, Amares, Terras de Bouro e Vila Verde, Póvoa de Lanhoso e Vieira do Minho. A posse de Macedo Barbosa está aprazada para o dia 16 de Junho, data em que é esperada a presença de representantes de Portugal e da Galiza. Fonte Diário do Minho

Segunda-feira, 10 de Maio de 2010

Braga: António Salvador atribui mérito a Domingos Paciência



A equipa do Sporting de Braga foi recebida esta manhã na Câmara Municipal, no sentido de ser homenageada pelo inédito segundo lugar alcançado na Liga Portuguesa de Futebol.

António Salvador falou à comunicação social e atribui louvores ao trabalho desempenhado por Domingos Paciência, o único técnico que sempre comungou com as ideias do presidente.


Sporting de Braga encerra a época com uma homenagem na Câmara Municipal de Braga, fruto da campanha na Liga Portuguesa de Futebol. Fonte Antena Minho


Vila Verde: "Sá de Miranda por Terras de Vila Verde" com feira e jantar quinhentista



«Este é mais um evento que vai marcar a agenda cultural de Vila Verde, uma forma de continuar a afirmar Vila Verde como terra de tradição e inovação, terra de qualidade». Foi desta forma que o Presidente da Câmara Municipal de Vila Verde, Dr. António Vilela, projectou a iniciativa ‘Sá de Miranda por Terras de Vila Verde’, que se realiza de 17 a 23 de Maio. O jantar e feira quinhentista, a par da missa da época e da Feira do Empreendedorismo/I Lan Party, são os pontos altos da ‘mega iniciativa’ promovida pelo município de Vila Verde e agrupamentos de escolas, EPATV, Proviver-EM e comunidade educativa para lembrar ‘Sá de Miranda por Terras de Vila Verde’.

«A partir deste evento, não haverá um jovem estudante de Vila Verde e um vilaverdense que não conheça a figura de Sá de Miranda», assegurou a Vereadora da Educação, Cultura e Acção Social, Dra Júlia Rodrigues Fernandes. Acompanhada do seu homólogo do Desenvolvimento, Inovação e Ambiente, Dr. Rui Silva, do Presidente do Conselho de Administração da Proviver-EM, Dr. Manuel Barros, e do Director da Escola Profissional Amar Terra Verde, Dr. João Luís Nogueira, traçou os objectivos gerais desta acção: «queremos lembrar/valorizar esta figura ilustre das letras e da cultura do País e do Mundo por via dos anos passados em Vila Verde, os melhores anos da sua vida».




De 17 a 23 de Maio, a Praça de Santo António, a Igreja Matriz, os agrupamentos de escolas de Vila Verde, Prado, Moure, Ribeira do Neiva e Pico de Regalados, assim como o Campo da Feira de Vila Verde, serão palco das mais diversas actividades «para lembrar e honrar o poeta do Neiva, um historiador e escritor estudado nas melhores universidades europeias».


A música, a dança, a poesia, o teatro de rua, os jogos populares, o torneio de armas a cavalo e os falcoeiros darão expressão a uma iniciativa que visa recriar, em todos os aspectos a época renascentista, altura em que Francisco Sá de Miranda calcorreou terras de Vila Verde. O encantador de serpentes, a doçaria de ervas aromáticas, o artesanato da época, os colóquios e outras acções vão trazer à evidência o poeta que escolheu «os melhores anos da sua vida para se instalar na Ribeira do Neiva». Foi em Duas Igrejas que Sá de Miranda se instalou durante mais de vinte anos e escreveu alguns dos mais belos poemas sobre as paisagens, os rios e as gentes do Minho.


Mais uma ‘marca’ de Vila Verde


«Mais de 500 anos depois, existem aspectos que ainda preservamos e valorizamos», assinalou o Presidente da Câmara Municipal de Vila Verde, Dr. António Vilela. Na sua óptica, «Sá de Miranda era um homem empreendedor, característica que herdamos». De resto, vincou que «Vila Verde sempre se quis afirmar pelas suas características diferenciadoras. Queremos também afirmar Vila Verde pela sua diferenciação cultural».
No que concerne ao evento, vincou que «conta com duas áreas distintas: uma ligada a mais uma edição do boletim cultural de Vila Verde exclusivamente virado para a figura de Francisco Sá de Miranda; e uma outra com o intuito de reviver/recriar a época renascentista, a passagem de Sá de Miranda por terras de Vila Verde, recriando as vivências de então».
Neste quadro, destacou a figura de Sá de Miranda como «mais uma marca para projectar/valorizar Vila Verde no País e no Mundo. A par do Professor Machado Vilela, do Abade de Priscos e mesmo do Dr. Baptista Machado, é mais uma alavanca e referência cultural do Concelho, mais um elemento para atrair a Vila Verde novos públicos. Enquadra-se também na nossa estratégia de promoção turística do Concelho».


Programa genérico


A inauguração do evento está marcada para o dia 17 de Maio, às 16hoo, em paralelo com a inauguração da Feira do Empreendedorismo e I LanParty promovida pela Escola Profissional Amar Terra Verde.
Os momentos altos do evento decorrem a 21 de Maio, com a realização do Jantar da Corte de Sá de Miranda, na Praça da Comunidades Geminadas/Campo da Feira. No dia 23de Maio, decorre mais outro momento de destaque, a Missa da Época, na Igreja Matriz de Vila Verde, pelas 11h00. No mesmo dia, das 14h30 às 19h00, realiza-se a Feira Quinhentista, na Praça de Santo António.
Em paralelo, decorre um vasto e rico programa de actividades nos agrupamentos de escolas de Vila Verde.


II Feira do Empreendedorismo/I Lan Party

Em paralelo ao evento – e enquanto evento complementar – decorre a II Feira do Empreendedorismo e das Profissões e 'I Lanparty 2010', de 17 a 20 de Maio, no Campo da Feira. Insere-se no plano actividades da EPATV, «no sentido de promover a oferta formativa da escola, assim como dar resposta à preocupação de dotar o mercado de trabalho de mão-de-obra qualificada e adequada às necessidades da região sentida pela maioria das empresas e entidades».
O evento concentrará, no Campo da Feira de Vila Verde, outros estabelecimentos de ensino e empresas da região. «Leva a que a oferta seja efectuada de forma global e articulada, evitando a realização de pequenos e inexpresssivas realizações deste género que até à data se faziam», explicita o Director da EPATV, Dr. João Nogueira.
Este ano, a Feira do Empreendedorismo insere-se na Feira Quinhentista - “Sá de Miranda por Terras de Vila Verde”, e realizar-se-á de 17 a 20 de Maio, em tenda própria no campo da feira, junto à Escola Profissional Amar Terra Verde.
Uma das novidades deste ano da Feira do Empreendedorismo é a realização da ‘EPATV, Lanparty 2010’. Durante os dias de feira, grupos de alunos de várias escolas vão estar 'a navegar' com acesso à rede LAN e wireless, em simultâneo e orientados para concursos tipo 'Torneio de Counter Stike', torneio de 'PES' inter-turmas, 'WebPaper- resolução de 'webquiz' multidisciplinar com recurso à Web, entre muitos outros.
Durante os dias de exposição, serão apresentadas várias actividades, tais como ginástica acrobática, showcooking de restauração e pastelaria, entrega de diplomas e certificados do CNO e EFA´s, workshops de pintura e comemoração do Dia Eco-escola.

Fonte Notícia/Imagem Site C.M.V.V.

Minho: Feira Franca em Amares (Reportagem MinhoActual.TV)

Domingo, 9 de Maio de 2010

Minho: OBRIGADO GVERREIROS! SC Braga 09/10

Gême: Câmara investe 1,5ME em novas instalações



Foram inauguradas ontem, no Parque Industrial de Gême, as novas instalações municipais de Vila Verde, um investimento de 1,5 milhões de euros, que representou “um grande esforço financeiro por parte da autarquia”.
Durante a cerimónia de abertura, o presidente da Câmara Municipal de Vila Verde, António Vilela, mostrou o seu orgulho e satisfação pela inauguração das novas instalações, um espaço que tem cerca de 20 mil metros quadrados de área total, sendo quatro mil área coberta.
As instalações requalificadas pertenciam a uma indústria e encontravam-se em estado de degradação, pelo que foi necessário “recuperar todo o espaço”, destacou o autarca.
“As novas instalações municipais vão ajudar a melhorar o serviço prestado aos munícipes”, disse ontem, na sua intervenção, António Vilela, referindo-se também às boas condições de trabalho que os funcionários municipais passam a dispor.
As novas instalações municipais acolhem as oficinas e o arquivo morto, funcionando também como parque de viaturas para os carros de recolha de lixo, autocarros e máquinas/viaturas destinadas às obras municipais.
A nova infra-estrutura proporciona uma maior capacidade de armazenamento de materiais e permitiu a criação de uma carpintaria própria e de uma oficina de mecânica para manutenção de veículos. Foi também criado um depósito de asfálticos e um espaço com condições para que os funcionários possam, no futuro, realizar as suas refeições.
“Hoje, Vila Verde é reconhecido a nível nacional pela qualidade do serviço que presta aos cidadãos”, sublinhou António Vilela, referindo-se ao processo de certificação dos serviços municipais, que ainda decorre. Fonte Correio do Minho por Vera Batista Martins

Sábado, 8 de Maio de 2010

Gême: Despiste de camião ‘apanha’ idoso na berma



Um ferido em estado grave foi o resultado do despiste de um camião ocorrido na freguesia de Gême, em Vila Verde.

O acidente registou-se por volta das duas e meia da tarde, junto ao cruzamento da Estrada Nacional 101, com a Avenida da Igreja.

Por razões desconhecidas, o motorista do camião, que seguia no sentido Vila Verde - Pico de Regalados, despistou-se, atropelou uma pessoa e embateu no muro de uma casa. O ferido grave é um homem de 77 anos que seguiria na berma da estrada.
No piso eram visíveis marcas d e travagem com cerca de 70 metros.

Segundo alguns populares presentes no local, o motorista do camião terá dito à GNR que o idoso se encontrava a atravessar a via.
Uma facto desmentido pelos proprietários e clientes do café existente na zona, que disseram ao ‘Correio do Minho’ (CM) que o idoso “vinha todos os dias ao café e seguia sempre pela berma.”
Transportado ao Hospital de S. Marcos, o idoso (conhecido por “Piroleta”) entrou ventilado e apresentava várias fracturas. Fonte Notícia/Imagem Correio do Minho por Miguel Viana

Braga: José Manuel Fernandes afirma que "Europa demorou a responder à crise"



O eurodeputado José Manuel Fernandes defendeu ontem, em Braga, a criação de uma agência de “rating” e um fundo monetário europeus, a par de um mecanismo de monitorização e vigilância dos défices.
Considerando que a Europa “está numa encruzilhada” e que demorou “a dar resposta à crise financeira e ao ataque ao euro”, José Manuel Fernades propôs que a União Europeia fale “a uma só voz”.
As ideias do eurodeputado do PSD foram expressas num almoço com empresários promovido pela Associação Cristã de Empresários e Gestores e num encontro com alunos da Escola Secundária de Maximinos.

O representante do Minho no Parlamento Europeu dedicou o dia de ontem à celebração do “Dia da Europa”, antecipando os 60º aniversário da Declaração Shuman que ocorre amanhã.
Perante alunos do 12º ano da “Secundária” de Maximinos, José Manuel Fernandes considerou “imoral” que os estados-membros da União Europeia ganhem dinheiro com os empréstimos à Grécia.
O eurodeputado entende que “esta crise financeira transformou-se numa crise económica e social e, agora, num ataque aos estados-membros mais frágeis da zona euro” e que a própria União Europeia “tem responsabilidade no agravamento desta crise”.
José Manuel Fernandes está convencido de que o atraso no apoio à Grécia está relacionado com as eleições regionais deste domingo na Alemanha, já que a opinião pública alemã é contrária a qualquer apoio àquele país.
Na visita à Escola Secundária de Maximinos, o eu rodeputado reencontrou alguns alunos que recentemente se deslocaram ao Comité Económico e Social Europeu, em Bruxelas.
Cátia Ribeiro, Bruno Alcaide e Débora Escadas, alunos do 12º ano, falam desse contacto directo com um organismo comunitário como uma “experiência enriquecedora” que os ajudou a perceber melhor a história da construção europeia que lhes é ensinada no âmbito da disciplina de História.
Os três jovens juntaram-se a dezenas de colegas para ouvir José Manuel Fernandes falar um pouco do funcionamento do Parlamento Europeu e para anunciar o lançamento, no próximo ano lectivo, do concurso “O Minho e a Europa”. Aos alunos do Ensino Secundário vencedores do concurso, o eurodeputado natural de Vila Verde, irá oferecer uma viagem a Bruxelas.

Erasmus 1º emprego

José Manuel Fernandes revelou também a aprovação pelo Parlamento Europeu da sua proposta de “Erasmus 1º Emprego”, que poderá vir a ter a designação de “Euro First Job”.
“Trata-se de um programa para combater o desemprego juvenil através de apoios ao primeiro emprego em todos os 27 estados-membros da União Europeia”, explicou.
Na sessão organizada pelo Clube Europeu da Escola Secundária de Maximinos, o eurodeputado explicou, num discurso mais simples aquilo que, pouco tempo antes, tinha dito aos empresários da região: que as taxas de execução dos fundos comunitários atribuídos a Portugal “são péssimas”, ou seja, ainda só gastámos 9 por cento das verbas do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN). Fonte Correio do Minho por José Paulo Silva

Quinta-feira, 6 de Maio de 2010

Ponte de Lima: Apresentação das Festas da Vila mais antiga de Portugal (Report. MinhoActual.TV)

Portugal: 240 praias vão hastear a Bandeira Azul



Catorze novas praias foram hoje contempladas com a Bandeira Azul, que abrange este ano 240 zonas balneares em todo o país e corresponde a mais de metade das praias oficialmente classificadas.

Para o responsável, este número recorde de praias com Bandeira Azul deve-se à preocupação de todos os portugueses em preservar a orla costeira.

Há uma preocupação das entidades no investimento e nas infraestruturas que colocam nas praias, dos concessionários na forma como gerem as praias e das pessoas na forma como as utilizam, afirmou.

José Archer lembrou que a atribuição da Bandeira Azul é também um programa de educação ambiental e sublinhou que ao fim de 20 anos o comportamento mais adequado está intrinsecamente em cada pessoa.

O presidente da ABAE defendeu que ainda é possível melhorar, mas considerou o número alcançado este ano de praias com Bandeira Azul é muito satisfatório.

Estamos acima dos 50 por cento de praias com Bandeira Azul, o que é uma percentagem muito boa. É de longe, dos países do sul da Europa, o que tem a maior percentagem de praias com Bandeira Azul, disse.

Para José Archer, este é o resultado de um ótimo trabalho.

Este ano, a região norte vai hastear 56 Bandeiras Azuis (mais 13 do que em 2009).

O aumento deve-se à candidatura de sete novas praias (Silvade, Fraga da Pegada, Angeiras Norte, Pedras Brancas, Azul, Leça da Palmeira e Gondarém), sendo ainda de registar sete regressos (Vila Praia de Âncora, Frente Azul, Rua 37, Paramos, Suave Mar, Fão-Ofir e Valadares Sul) e uma saída (Congida).

O centro terá 19 bandeiras, mais uma do que em 2009, devido à reentrada da praia de Esmoriz.

A região do Tejo registou a maior descida, com menos 11 bandeiras atribuídas em relação ao ano passado, devido à saída de três concelhos: Sintra, Cascais e Figueiró dos Vinhos.

No Alentejo foram galardoadas 23 praias, mais duas do que em 2009, devido à reentrada da Fonte do Cortiço e Califórnia.

O Algarve continua a ser a região com maior número de Bandeiras Azuis, tendo sido contempladas 69 praias, e é também a região que mais aumentou o número de praias galardoadas (mais 15 do que em 2009).

No sul do país há três novas praias com Bandeira Azul (Galé Oeste, Arrifes e Batata), a saída de duas (Pego Fundo e Faro Ria) e a reentrada de 13 distribuídas pelos municípios de Vila do Bispo (oito praias) e Silves (duas) e ainda Fuseta-Mar, Salgados e S. Rafael.

Na Madeira, apesar dos danos causados pelas derrocadas, o número de Bandeiras Azuis diminuiu em cinco nas praias e uma em marinas, tendo um total de 16 praias contempladas.

Os Açores foram a única região que manteve o número de praias galardoadas com 28 Bandeiras Azuis, resultado de duas saídas (Escaleiras e S. Lourenço), uma reentrada (Fogo) e uma nova (Baía do Refugo).

Irão ainda hastear a Bandeira Azul 14 marinas, menos uma do que em 2009, oito das quais no continente: Porto de Recreio de Oeiras e Parque das Nações (Lisboa e Vale do Tejo), Tróia e Porto de Recreio de Sines (Alentejo) e quatro no Algarve.

Mantém-se cinco marinas nos Açores e uma na Madeira.

As Bandeiras Azuis são atribuídas anualmente a praias e portos de recreio que cumpram um conjunto de critérios de natureza ambiental, de segurança e conforto dos utentes, informação e sensibilização ambiental. Fonte Antena Minho

Quarta-feira, 5 de Maio de 2010

Vila do Conde: Bruno Gama «Benfica ou Braga é-me indiferente»



Natural de Vila Verde e formado no Sporting de Braga, Bruno Gama também já passou pelo FC Porto. Aos 22 anos, continua a ser um dos avançados portugueses com grande futuro e esta época foi indiscutível na equipa de Carlos Brito.

Na abordagem ao jogo da Luz, saiu também a jogar rápido: "Sou profissional de futebol e é-me indiferente que o campeão seja o Benfica ou o Sp. Braga". Por isso, vinca: "Não vamos à Luz para participar na festa de ninguém, vamos estar lá para fazer o que fazemos sempre: tentar ganhar.". Fonte Record


Vídeo: Amigos da Concertina de Vila Verde

Terça-feira, 4 de Maio de 2010

Braga: Feira do Livro (Report. MinhoActual.TV)

Segunda-feira, 3 de Maio de 2010

Vila Verde: Assembleia Municipal aprova regulamento que diminui taxas de construção


A Assembleia Municipal de Vila Verde aprovou uma nova tabela de taxas com "reduções claras e significativas nas áreas que importa incentivar para fixar população", disse, hoje, fonte autárquica.

o Presidente da Câmara, António Vilela, adiantou à Lusa que "a nova tabela promove e incentiva a fixação da população e o investimento interno, para além de atrair novos investimentos, criar emprego e gerar riqueza".

A título de exemplo, o autarca do PSD apontou o caso da taxa de licença para construção de uma moradia de 200 metros quadrados, com um muro de 100 metros lineares, que, pelo regulamento anterior, pagaria 573,08 euros e que, pela nova tabela, paga apenas 397,31 euros, menos 176,00 euros, o que significa perto de 31 por cento de redução. Fonte DN

Vila Verde: Acidente provoca dois feridos graves



Quatro pessoas morreram e sete ficaram feridas, no sábado, em resultado de vários acidentes rodoviários, disse este domingo à Lusa fonte do comando geral da GNR.

O último acidente, um despiste de um automóvel de que resultaram dois feridos graves, aconteceu às 19:55 na Estrada Nacional 101, em Vila Verde (Braga).

Às 19:45, o despiste de um tractor no lugar de Vale de Azares (Celorico da Beira), fez um morto e um ferido grave.

Às 18:10, um carro despistou-se numa avenida de Penafiel provocando ferimentos graves num dos ocupantes.

Durante a madrugada, dois peregrinos que se dirigiam a Fátima foram atropelados mortalmente na estrada nacional 238, na Aldeia Porto de Luz, em Cernache do Bomjardim (Sertã).

Outra pessoa morreu numa colisão entre uma mota e um automóvel, na Estrada Nacional 109-107, em Ílhavo, às 03:35. Fonte IOL Diário

Sábado, 1 de Maio de 2010

Barcelos: Tapetes de flores naturais são atracção na Festa das Cruzes



Milhares de pessoas visitam por estes dias o templo do Senhor Bom Jesus da Cruz, em Barcelos, atraídas pelos tradicionais tapetes de pétalas de flores naturais, um dos ex-líbris da Festas das Cruzes.

Os dois tapetes floridos estendem-se defronte dos altares laterais, do Senhor da Saudade e do Senhor da Cruz, revelando uma execução verdadeiramente artística pautada pela minúcia e o trabalho aturado de selecção de flores.

Segundo Martinho Gonçalves, zelador do templo, os tapetes ficaram concluídos na tarde da passada quarta-feira, depois de três dias de trabalho que envolveu quase duas dezenas de pessoas.

As flores foram recolhidas há cerca de mês, em campos de Barcelos, Esposende, Póvoa de Varzim e Vila Verde, por grupo de pessoas contratadas e depois escolheram-se as melhores. «Vieram dezenas cestos, mas só se aproveita cerca de cinco por cento das flores recolhidas», disse José Macedo, mesário da Real Irmandade do Senhor Bom Jesus da Cruz.

Os arranjos, que contêm pétalas de camélias, japoneiras, pampilos, nubeleiras, chorões e soajos, entre outras flores, vão estar em exposição até à próxima quarta-feira, dia 5 de Maio, se não houve nenhuma contrariedade.

Martinho Gonçalves teme que o processo de decomposição das pétalas aconteça mais rápido do que o habitual, porque este ano houve muita chuva e as flores ficaram com muita humidade. Fonte Diário do Minho por Jorge Oliveira


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