
Os vereadores do Partido Socialista (PS) de Vila Verde criticaram, ontem, o “estado em que as ditas ‘praias fluviais’ de Vila Verde se encontram”.
Em comunicado à imprensa, o PS aponta o dedo às condições existentes “na ‘praia da Malheira’ e a ‘praia da Ponte Nova’, dois locais que estão num estado de degradação contínua de ano para ano”.
A falta de indicações quanto à qualidade da água, os espaços verdes por tratar, a falta de mobiliário urbano e de equipamentos de apoio à prática balnear, os amontoados de lixo em torno dos contentores, a indisciplina no trânsito e parqueamento, o campismo selvagem e o foguear sem regras nem cuidados “são apenas exemplos do que de muito mau se passa nestes locais”, enumeraram os vereadores Luís Filipe Silva e Porfírio Correia.
E vão mais longe: “um concelho que quer aproveitar as suas potencialidades ambientais como pilar de uma oferta turística não se pode dar ao luxo de deixar que isto aconteça”.
“Uma breve passagem pelos locais mais emblemáticos das margens dos rios que banham o concelho dá-nos essa certeza e, inevitavelmente, deixa-nos um mi sto de vergonha e de tristeza”, sublinharam, ainda, os vereadores.
Reacção
Contactado pelo ‘Correio do Minho’, o presidente da Câmara Municipal de Vila Verde lamentou que se estejam a “confundir
praias fluviais com zonas de lazer”, espaços com condições muito específicas. “Nós não controlamos as pessoas que passam o dia lá (‘praia da Malheira’ e a ‘praia da Ponte Nova’)”, justificou o autarca, referindo que “no dia seguinte o lixo é recolhido” e que “o concelho não se restringe apenas a esses dois locais”.
De acordo com António Vilela, “o município está a preparar toda a zona ribeirinha - desde Valbom S. Martinho até Cabanelas - para a criação de zonas de lazer”, aprazíveis aos visitantes.
Destacando as intervenções
realizadas junto às zonas de lazer de Prado, Soutelo e Cabanelas, o presidente da câmara garantiu que o município está “a preparar com cuidado esta época balnear, em condições de segurança e de lazer” para todos os veraneantes que poderão, assim, usufruir das margens dos rios Homem e Cávado, no concelho de Vila Verde. Fonte Correio do Minho por Vera Batista Martins
Fonte imagem
Em comunicado à imprensa, o PS aponta o dedo às condições existentes “na ‘praia da Malheira’ e a ‘praia da Ponte Nova’, dois locais que estão num estado de degradação contínua de ano para ano”.
A falta de indicações quanto à qualidade da água, os espaços verdes por tratar, a falta de mobiliário urbano e de equipamentos de apoio à prática balnear, os amontoados de lixo em torno dos contentores, a indisciplina no trânsito e parqueamento, o campismo selvagem e o foguear sem regras nem cuidados “são apenas exemplos do que de muito mau se passa nestes locais”, enumeraram os vereadores Luís Filipe Silva e Porfírio Correia.
E vão mais longe: “um concelho que quer aproveitar as suas potencialidades ambientais como pilar de uma oferta turística não se pode dar ao luxo de deixar que isto aconteça”.
“Uma breve passagem pelos locais mais emblemáticos das margens dos rios que banham o concelho dá-nos essa certeza e, inevitavelmente, deixa-nos um mi sto de vergonha e de tristeza”, sublinharam, ainda, os vereadores.
Reacção
Contactado pelo ‘Correio do Minho’, o presidente da Câmara Municipal de Vila Verde lamentou que se estejam a “confundir
praias fluviais com zonas de lazer”, espaços com condições muito específicas. “Nós não controlamos as pessoas que passam o dia lá (‘praia da Malheira’ e a ‘praia da Ponte Nova’)”, justificou o autarca, referindo que “no dia seguinte o lixo é recolhido” e que “o concelho não se restringe apenas a esses dois locais”.
De acordo com António Vilela, “o município está a preparar toda a zona ribeirinha - desde Valbom S. Martinho até Cabanelas - para a criação de zonas de lazer”, aprazíveis aos visitantes.
Destacando as intervenções
realizadas junto às zonas de lazer de Prado, Soutelo e Cabanelas, o presidente da câmara garantiu que o município está “a preparar com cuidado esta época balnear, em condições de segurança e de lazer” para todos os veraneantes que poderão, assim, usufruir das margens dos rios Homem e Cávado, no concelho de Vila Verde. Fonte Correio do Minho por Vera Batista Martins
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