Moure: Organiza espectáculo de Stand-up Comedy "Senta-te e Ri" com Fernando Rocha, já no próximo sábado, 6 de fevereiro


A Associação Juvenil de Moure e a Comissão de Festas em Honra de São Bento e Stº André 2010 irão realizar no próximo dia 6 de Fevereiro pelas 21h30, um evento com o fim de angariar fundos para as festas populares na freguesia de Moure a ocorrerem no mês de Agosto do corrente ano.

Este evento consiste num espectáculo de Stand-Up Comedy, baseado no famoso programa televisivo “Levanta-te e Ri!” da SIC. O evento será intitulado como "Senta-te e Ri!" e ocorrerá no dia 6 de Fevereiro de 2010 às 21h30 na Quinta de Gondramaz.


O evento irá contar com a participação de alguns dos mais famosos humoristas Portugueses:

- Fernando Rocha

- João Seabra

- Hugo Sousa

- Miguel 7 Estacas


Sendo o espectáculo apresentado pelo famoso apresentador da Tuna de Veteranos de Viana do Castelo, Antero Gama. O espectáculo terá lugar no salão de festas da Quinta de Gondramaz em Moure, evento que terá lotação limitada.

As entradas terão como valor 10 anedotas por pessoa, e já se encontram à venda em alguns dos principais estabelecimentos comerciais de Moure (Vila Verde), tal como poderá reservar a sua entrada pelo nº de telemóvel 93 53 94 999.


Todas as informações sobre este evento estarão disponíveis no site que poderão consultar em http://www.moure2010.com/

Soutelo: Vinte anos de Adere-Minho com reforço da certificação



Depois de 20 anos a promover o desenvolvimento sustentado da região, a Associação para o Desenvolvimento Regional do Minho (Adere-Minho) pretende continuar a trabalhar na certificação e qualificação do artesanato e produtos regionais, bem como na qualificação das micro- empresas de artes e ofícios tradicionais.

Fundada a 14 de Setembro de 1990, a Adere-Minho tem em 2010 “um ano de desafios importantes no quadro do desenvolvimento, onde teremos de ter a capacidade de apoiar os agentes de dinamização da economia regional, sobretudo os artesãos e as micro empresas”, salientou o presidente da associação, Abílio Vilaça, na hora do balanço de duas décadas de trabalho em prol da comunidade.

‘20 Anos da Adere-Minho - Reencontro com a Memória’ é a marca das comemorações 2010, um programa que integra um conjunto de iniciativas que culminam com a festa de aniversário no dia 14 de Setembro.

“A reunião da família Adere-Minho”, para a qual foram convidados todos os funcionários, integra uma conferência que vai contar com a presença do comissário do desenvolvimento regional, referiu a directora-geral da Adere-Minho, Teresa Costa.
A promoção dos lenços de namorados do Minho, da olaria e figurado de Barcelos e do bordado de Guimarães, do Fórum Cívico e do Projecto Igualdade estarão em destaque ao longo deste ano.

Secretária de Estado inaugura exposição

De sali entar que o plano de actividades arranca já na próxima segunda-feira com a inauguração da exposição ‘Os Lenços de Namorados Certificados - as suas categorias’, patente ao público na sede da Adere-Minho, em Soutelo, Vila Verde.
Organizada pela associação e integrada no âmbito do evento ‘Namorar Portugal’ 2010, a mostra é inaugurada pelas 10 horas pela secretária de Estado da Igualdade, Elza Pais.

Paralelamente, a Adere-Minho lança no mês de Novembro o concurso ‘Inovarte’ 2011.
Perante o actual cenário de crise e desemprego, Abílio Vilaça destacou ontem, durante a apresentação do Plano de Actividades para 2010, que é necessário “apoiar e fomentar a capacidade empreendedora e criativa dos jovens e fomentar a promoção dos projectos integradores e de desenvolvimento das capacidades individuais e colectivas das populações para solucionar os problemas actuais da região”.

A certificação dos lenços de namorados do Minho, da olaria e figurado de Barcelos e, recentemente, do bordado de Guimarães - um ícone da Capitala Europeia da Cultura 2012 - “são a demonstração que os artesãos têm na Adere-Minho uma entidade que os protege e dignifica”, salientou Abílio Vilaça.
Com o intuito de continuar a impulsionar o tecido empresarial da região, o presidente da Adere-Minho rematou: “somos uma entidade inconformista que acredita nas suas gentes e na sua região”. Fonte Correio do Minho por Vera Batista Martins

Vila Verde: Voluntários ajudam a "Limpar Portugal"



Muitas são as instituições e autarquias que se juntam este ano à iniciativa ‘Mãos à Obra - Vamos Limpar Portugal’, no próximo dia 20 de Março. Vila Verde não é excepção e associa-se ao projecto, promovido por um grupo local, com o apoio da autarquia.
Uma iniciativa que António Vilela, presidente da Câmara Municipal de Vila Verde, destacou “não só por ter saído da sociedade civil, mas por ter inerente uma causa que o município já ‘abraçou’ há já alguns anos”, recordando a propósito as campanhas levadas a cabo nesse âmbito como ‘Vila Verde + limpo’ e ‘Vila Verde cada vez + limpo’, entre outras acções de sensibilização e promoção de práticas de defesa do meio ambiente.

Sabemos que acções deste género, por muito boas intenções e empenhos que encerram, não têm os efeitos desejados se não contarem com o envolvimento de todos”, referiu.
Todavia, o responsável notou que “a preservação/protecção do meio ambiente passa por pequenos gestos de cada um de nós, desde o papel que não é atirado para o chão, à chiclete que abandonamos em qualquer local, ou mesmo o cigarro que lançamos para qualquer local de passagem. Para não falar de outros atentados ambientais de gravidade ainda mais gritante, como o sofá velho que é encostado à beira de uma estrada, ou os restos de um piquenique que ficam depositados no meio da natureza”.
“O município de Vila Verde estará sempre disponível para apoiar causas com este alcance”, em prol da defesa de “um concelho ambientalmente protegido e com consciência ecológica”. Fonte Correio do Minho


Braga: Vídeo Fonte do Ídolo (Report. MinhoActual.TV)

Pico dos Regalados: Recebe exposição «Vestes da Fé»



Durante os meses de Fevereiro e Março, o salão paroquial da vila de Pico de Regalados, Vila Verde (diocese de Braga) vai acolher uma exposição subordinada ao tema das vestes religiosas usadas ao longo de décadas, em diversas celebrações da região. Durante a visita, o público poderá obter toda a informação necessária relativa ao uso e significado dos diversos paramentos.

Esta exposição marca o início de um ciclo que contempla ainda outras duas mostras, no âmbito do projecto de gestão artística e cultural do Museu de Arte Sacra Terras de Regalados, da autoria de Flora Oliveira.

«Vestes da Fé» integra ainda uma palestra, marcada para o dia 21 de Março, tendo o Cón. José Paulo Abreu como principal orador. Fonte Agência Ecclesia

Vila Verde: Fevereiro para Namorar Portugal



Vila Verde volta a namorar Portugal. Assim, o mês de Fevereiro é destinado ao romance, envolvendo todos os agentes económicos do concelho, numa dinâmica que visa dignificar os valores culturais e o património e que extravaza fronteiras.

Desde a primeira edição do programa "Namorar Portugal" até aos nosso dias, sete anos decorreram, com iniciativas que projectaram um ícone da cultura local numa marca emergente do turismo nacional. A "colagem" ao glamour do mundo da moda também contribuiu para que os holofotes das passarelas retivessem um olhar perscrutador sobre tão enigmáticos poemas do povo, bordados em cores garridas, tipicamente minhotas.

O epicentro do Amor ficará sediado no coração da sede de concelho, numa tenda gigante, onde desfilarão os jovens concorrentes que aderiram ao repto de reinventarem as criações com base nos lenços. Ali terá lugar, também, o mega-jantar de dia de Namorados, onde terá lugar o maior jantar romântico do país, aberto a 800 pessoas. O desfile de estilistas e modelos consagrados contará com peças de Anabela Baldaque, Elsa Barreto, Nuno Gama, Nuno Baltazar, Maria Gambina e Fernando Nunes, apresentados nos corpos de Núria Madruga, Andreia Dinis, Flor, Sofia Baessa, Telma Santos e Pedro Guedes.

"Vamos continuar a promover a nossa cultura e os valores e património do concelho, mas com contornos diferentes, envolvendo todos os agentes económicos locais", assegurou António Vilela, presidente da Câmara de Vila Verde. Os restaurantes terão papel de destaque, tal como as casas de turismo rural e os produtores de artesanato. Exposições e conferências completam a oferta.

"Este ano assistiremos a uma viragem, com a participação de duas escolas da Galiza. Os bares locais também são chamados a participar, para envolver os mais novos", destacou Manuel Barros, da Proviver que alertou o poder central para a necessidade de apoiar estes eventos que "são um activo da promoção do país". Fonte JN por PEDRO VILA-CHÃ

Braga: Quer ser Capital Europeia da Juventude



A Câmara Municipal de Braga acaba de formalizar, junto do Fórum Europeu da Juventude, a sua candidatura a entidade organizadora da Capital Europeia da Juventude em 2012 (‘European Youth Capital’).
De acordo com o vereador municipal da tutela, Hugo Pires, a proposta ora remetida enuncia um eclético programa de actividades, centradas em temas como a participação activa dos jovens na sociedade, espaços ao ar-livre para cultura jovem, espaços para aprendizagem informal e/ou diálogo inter-geracional, novas e inovadoras abordagens ao emprego jovem e multi-culturalismo e integração.

Remete igualmente para programas internacionais de cooperação jovem, a que se juntam o desporto e qualidade-de-vida, ambiente e desenvolvimento sustentável, cultura e inclusão social.
“A organização deste programa sob a marca ‘Capital Europeia da Juventude’ é um propósito por nós assumido há algum tempo, tendo em conta, aliás, o enquadramento social e demográfico da ‘velha’ cidade de Braga; esperamos agora a selecção da nossa proposta, que é apoiada por entidades de particular importância para esta causa”, justifica o jovem vereador Hugo Pires.

Entre as entidades a que se refere este responsável, declararam já o seu apoio à candidatura de Braga a Secretaria de Estado da Juventude, o Conselho Nacional da Juventude, o Instituto Português da Juventude, a Agência Nacional do Programa Juventude em Acção, a Reitoria da Universidade do Minho e algumas estruturas associativas. “Honra-nos, desde já, o facto de sermos a primeira cidade portuguesa a candidatar-se à organização de tal evento.

Tendo como primeiro subscritor Mesquita Machado, a proposta indica um membro do Gabinete de Apoio ao vereador da tutela como coordenador da organização e como parceiros locais o Centro Jovem de Santo Adrião, a Equipa Espiral — Associação Humanitária, Cultural e Recreativa de Braga, a Companhia de Teatro ‘Só Cenas’ e a Juventude Cruz Vermelha.

Refira-se que a 17 de Fevereiro de 2010 será afixada a listagem dos candidatos a esta organização em 2012 e que a proposta final, “um melhoramento da agora apresentada”, terá de ser entregue até 17 de Março de 2010. O anúncio oficial do vencedor acontece a 8 Abril, no congresso dos membros do Fórum Europeu da Juventude.

Motivações e projectos

Entre as motivações que suportam a proposta, o Município de Braga releva a afirmação e promoção de Braga na euroregião; o estreitamento de relações entre os jovens cidadãos e as instituições europeias. “Temos um bom conjunto de ide ias, bem fundamentadas, que, por certo, serão do agrado de quem vai tomar a decisão, até porque cumprem plenamente os objectivos das “capitais europeias de juventude; estamos esperançados em que resulte vencedora”, conclui o vereador Hugo Pires.

Quanto à pré-proposta de actividades, a organização bracarense refere o ‘yWorld’, evento de abertura da ‘Capital Europeia da Juventude 2012’, que pretende dar a conhecer junto da comunidade local “a vida dos jovens nos cinco continentes”, isto com a intenção de que “apontem soluções que promovam a integração, inclusão e protecção dos direitos humanos, assumindo corresponsabilidades nas políticas públicas”.

A par das cimeiras internacionais enquadradas neste propósito, merece ainda destaque o festival ‘Music of the World’, com músicos jovens oriundos dos cinco continentes que representem tendências musicais das respectivas origens.

‘AtCampus’ é outra da proposta de Braga para 2012, consubstanciada na oferta de 27 bolsas de estudo para frequência universitária para estudantes não contemplados no programa ‘Erasmus’, mas que provem carências financeiras. Contrapartida: cada contemplado obriga-se a relatar num ‘weblog’ as suas experiências.

Promover a divulgação das origens históricas da cidade é a pretensão do ‘Bracara From Augustus’, uma iniciativa materializada num curso intensivo de história da cidade e no ‘YDig’, ou seja, um treino especializado de escavação arqueológica na cidade.

Outros projectos previstos

Uma espécie de praça pública (‘Youth Think Tank’) dedicado à discussão de temas como participação e cidadania, criatividade, cultura e inovação, juventude e o mundo, emprego e empreendedorismo, ambiente e desenvolvimento sustentável, igualdade e inclusão social, saúde e bem-estar é outra das propostas apresentadas.

‘Y. Help’, dedicado ao tema do voluntariado; ‘European Youth Parliament - Erasmus’, uma simulação do Parlamento Europeu; ‘Youth City Makers’, dedicado a reforçar a participação política dos mais novos; ‘Create Your Future’, uma festa tecnológica digital, muito semelhante às ‘lan party’ já organizadas em Braga; ‘Urban Art’, várias expressões de arte urbana, onde se incluem, desde já, o ‘Mimarte’ e os ‘Encontros da Imagem’; e ‘Breathe The Future’, dedicado às questões ambientais são outras iniciativas que dão corpo à proposta agora formalizada. Fonte Correio do Minho

Braga: Eurodeputado europeu José Manuel Fernandes defende a elaboração de uma carta social


O deputado europeu José Manuel Fernandes defende a elaboração de uma carta social que garanta mais eficiência e transparência ao nível das respostas sociais em todo o território nacional e europeu. A importância da iniciativa foi realçada pelo eurodeputado em reunião com a directora do Centro Distrital de Solidariedade e Segurança Social de Braga, Maria do Carmo Antunes.

O encontro decorreu no âmbito do compromisso de José Manuel Fernandes em desenvolver uma política de proximidade com o Minho e promover a mobilização de esforços a favor do desenvolvimento desta região.

José Manuel Fernandes reclama que se avance rapidamente para “uma verdadeira Carta Social”.

O encontro na Segurança Social serviu para constatar os problemas sociais que mais afectam o distrito de Braga, num quadro agravado pela crise económica, onde se destacam os aumentos dos índices de pobreza, do desemprego em geral – sobretudo de longa duração –, pedidos de insolvência e falências de empresas.

Perante a situação actual do distrito, foi consensual a constatação de que se impõem medidas que assegurem melhores condições de protecção para os grupos mais desfavorecidos. Fonte Antena Minho


Amares: Festival das Papas de Sarrabulho volta a marcar a rota gastronómica


O Festival das Papas de Sarrabulho volta a marcar a rota gastronómica do norte do país, no fim-de-semana de Carnaval.

O certame, organizado pela Associação Comercial de Braga e Câmara Municipal de Amares, realiza-se há oito anos, consecutivos.

Este ano, o Festival acontece nos dias 13, 14, 15 e 16 de Fevereiro, na EB 2,3 de Amares e conta com a participação de 27 expositores, entre os quais dez restaurantes e 17 tasquinhas de produtos regionais (artesanato, vinhos, queijos, doçaria, fumeiro, entre outras iguarias).

O Festival contribui para a preservação e valorização de um prato típico da região do Minho, feito à base de sangue e carnes de porco e pão ou farinha de milho.

As papas - confeccionadas apenas no Inverno, por altura da matança do porco - são servidas como sopa, acompanhadas por rojões à moda do Minho e regadas com vinho verde tinto. Fonte Antena Minho

Oleiros: Caçadores resgataram águia ferida

Águia de asa arredondada

Uma águia de asa redonda foi encontrada ferida na freguesia de Oleiros, concelho de Vila Verde, e entregue ao Núcleo de Protecção Ambiental (NPA) do Destacamento Territorial (DTER) de Braga da GNR que a encaminhou para tratamento.


A ave de rapina foi encontrada por um grupo de caçadores numa jornada de caça naquela zo-na, na passada quinta-feira.

A águia tinha ferimentos de tiro de caçadeira na asa esquerda, confirmou fonte policial ao ‘Correio do Minho’.
De acordo com o que foi possível apurar, os ferimentos já tinham alguns dias e terão sido provocados por outros caçadores.

Os caçadores aperceberam-se da ave e recolheram-na. Contactaram a GNR e o NPA do DTER de Braga interveio transportando a águia para o Centro de Recuperação de Fauna Selvagem, uma valência do Instituto de Conservação da Natureza e Biodiversidade (ICNB) a funcionar no Parque Nacional da Peneda-Gerês.
Trata-se, à partida, de um caso recuperável, mas só o tempo o dirá.

Graças ao grupo de caçadores que a recolheu e entregou à GNR, salvou-se um exemplar de uma espécie que vai sendo rara por esta zona.
Um bom exemplo de que há caçadores respeitadores da natureza, até porque este tipo de aves de rapina é predador da caça que normalmente procuram.
O NPA da GNR de Braga tem desenvolvido vária acções de fiscalização do acto venatório na sua área de intervenção. Fonte Correio do Minho por Teresa M. Costa


Esqueiros: Vídeo dos Cantares dos Reis pela Escola Primária

Vila Verde: Mulher de limpeza ganha processo contra o Estado



Maria Adelaide Faria Alves, ex-funcionária de limpeza do Tribunal Judicial de Vila Verde, vai receber do Estado a quantia global de 9 759,05 euros, acrescida de juros de mora sobre 7.475 euros, a título de indemnização, confirmou o Tribunal da Relação do Porto no acórdão que apreciou o recurso do Ministério Público sobre a decisão tomada pelo Tribunal do Trabalho de Braga.

Na edição de 18 de Junho de 2009, noticiámos que, na sequência do respectivo julgamento, o Tribunal do Trabalho de Braga deu razão àquela funcionária.
Maria Adelaide havia intentado contra o Estado uma acção com processo comum, alegando ter sido alvo de “despedimento ilícito” em 31 de Outubro de 2007.

A decisão do Tribunal do Trabalho deu razão à ex-funcionária, condenando o Estado a pagar-lhe a quantia global de 9 759,05 euros, acrescida de juros de mora.
Inconformado com a decisão, o Estado, através do Ministério Público, recorreu da sentença para o Tribunal da Relação do Porto, defendendo a inexistência de qualquer vínculo de natureza laboral entre as partes.

O Ministério Público alegou que Maria Adelaide se obrigou perante si a prestar serviços de limpeza como trabalhadora independente, sem qualquer subordinação jurídica.
Para o Ministério Público, não ocorreu qualquer despedimento, sublinhando que foi a própria Maria Adelaide quem procedeu à entrega das chaves e afirmou que, a partir de 8 de Setembro de 2007, deixava de fazer limpeza do tribunal. Fonte Correio do Minho por Luís M. Fernandes

Vila de Prado: "Feira dos Vinte" vai ser ampliada e reorganizada



A feira de gado da festa de São Sebastião da vila de Prado, Vila Verde, vai ser ampliada e reorganizada no próximo ano.
O anúncio foi feito ontem pelo presidente da Junta de Freguesia, Rui Pedrosa, depois de confrontado com as queixas de alguns criadores e negociantes de gado que estiveram no recinto em frente à capela do Bom Sucesso, onde decorreu mais uma “Feira dos Vinte”. Fonte Diário do Minho por Jorge Oliveira

Atães: População bloqueia acesso a capela


Cerca de uma centena de populares impediu ontem, a realização de actos religiosos na nova capela de Santo Amaro, em Atães, concelho de Vila Verde.


A população recorreu ao uso de máquinas e camiões para impedir o acesso, num acto que teve o apoio da Comissão Fabriqueira (CF). “Achamos que não estão reunidas todas as condições para a inauguração da capela. Não tem bancos e não tem santos”, disse ao Correio do Minho (CM) um membro da CF.

Ainda assim, o pároco manteve a decisão de inaugurar ontem a nova capela, mas não conseguiu.
No sábado à noite, a procissão em honra de Santo Amaro chegou a saír da igreja paroquial em direcção à nova capela, mas teve de voltar para trás.
“Fomos com os andores e tivemos de voltar para trás porque não nos abriram a porta”, disse ao CM uma moradora de Atães, que acusou alguns elementos da CF presentes ontem de manhã à porta da igreja paroquial de estarem“a dividir a freguesia.”

Abaixo-assinado

Na origem do diferendo estará um eventual abaixo assinado que circulou na freguesia, e onde é dado a conhecer alguns actos alegadamente cometidos pelo pároco.
“O abaixo assinado fala do padre ter crianças com 10 anos a dar a Catequese, das reuniões de escuteiros e grupos paroquiais em que ele não participa e de haver missas aos domingos de 15 em 15 dias”, disse o membro da CF.

A população diz que o documento era para mandar o padre embora “o abaixo-assinado que mandaram a minha casa era para mandar o padre embora. Não dizia nada nas missas”, argumentou um outro morador da freguesia. A autoria do documento foi atribuída a um membro da direcção da CF.

“O senhor padre queria que esse membro pedisse desculpa pelo abaixo-assinado. Só que não foi ele que o escreveu. Antes da reunião da CF, o senhor padre chamou esse membro e disse-lhe se não tinha que lhe pedir desculpa. O membro disse que não foi ele, e o senhor padre disse-lhe que não pregava nem mais um prego na comissão& rdquo;, disse o mesmo membro da CF.

Por solidariedade os restantes membros demitiram-se das funções, facto que, segundo a CF, impediria a inauguração da capela. Mesmo assim o padre foi avante com os convites para a inauguração, o que levou a população a colocar as máquinas à porta.
A GNR foi chamada ao local, mas não chegou a intervir.
O padre Filipe recusou fazer comentários alegando que tinha de celebrar a Missa.

Mensagem enviada “era anónima”

A situação vivida em Atães foi comunicada, recentemente, ao Arcebispo de Braga.
Num encontro com a Comissão Fabriqueira (CF), “o senhor Arcebispo achou lamentável toda esta situação. Só nos disse que recebeu um email (mensagem de correio electrónico) sem referências ao membro da CF que dizem ter feito o abaixo-assinado”, adiantou um membro da CF, que fez questão de salientar que “nunca pedimos a saída do senhor padre. Apenas denunciamos algumas situações que deviam ser do conhecimento da Arquidiocese”.

O CM tentou, durante a tarde de ontem, falar com o Arcebispo de Braga, D. Jorge Ortiga, mas tal não foi possível por o mesmo se encontrar em serviço pastoral.
A CF alega também, ter contactado o arcipreste de Vila Verde, que terá dito “para o padre Filipe não realizar agora a inauguração, mas o padre não acatou os conselhos”.
O CM tentou, também durante o dia de ontem, falar, via telefone com o arcipreste de Vila Verde, padre António Rodrigues, mas não obteve qualquer resposta em tempo útil.

Falta de diálogo

Além das questões relacionadas com a inauguração da capela de Santo Amaro, a CF acusa o pároco de Atães de falta de diálogo.
“Estamos sempre a pedir diálogo com o senhor padre, mas isso nunca aconteceu. Este padre nunca fez nada por esta paróquia e por esta freguesia”, disse a CF.
Apesar da insistência do CM, o padre Filipe manteve sempre a recusa em falar sobre a situação remetendo o caso para a Arquidiocese de Braga. Fonte Correio do Minho por Miguel Viana

Vila de Prado: ‘Sabores do Cávado’ qualifica mulheres no mercado



Longe vai o tempo em que Isaura Pinto, de 35 anos, de Escariz São Martinho, Vila Verde, procurava de novo emprego, depois do desemprego lhe ter batido à porta, entregando-lhe um mundo cheio de incertezas. Está a terminar a sua formação na empresa de inserção social ‘Sabores do Cávado’, da delegação de Braga da Cruz Vermelha Portuguesa instalada em Prado, Vila Verde, o que lhe abriu uma nova porta de emprego num lar de idosos.

“Trabalhava num espaço de Actividades de Tempos Livres (ATL) e gostava muito. Ajudava a dar as refeições às crianças e também na cozinha, por isso, quando vim para aqui já tinha também uma noção do trabalho”, confidenciou à equipa de reportagem do jornal ‘Correio do Minho’.

O ATL onde trabalhava acabou por encerrar, depois da reestruturação operada ao nível dos prolongamentos de horários no ensino. “Quando vim para aqui andava à procura de trabalho e não sabia o que fazer. Acabaram por me contratar aqui e completarei a minha formação ao longo de dois anos e meio no próximo mês de Junho”, indicou, sorridente, com as perspectivas de trabalho num lar de idosos que vai abrir, em breve, na freguesia onde reside.

“Quem vem para aqui tem que ter muita responsabilidade e tem, acima de tudo, que ser uma pessoa muito dinâmica”, referiu. “O mais importante é que se aprende a lidar com muita gente e sei que esta foi uma boa aposta para a minha empregabilidade”.

Com expectativas de ingressar num novo posto de trabalho está, também, Rosa Maria Peixoto, que aos 48 anos, foi ‘obrigada’ a encontrar um novo rumo profissional, depois de ter trabalhado na têxtil ‘Maconde’ durante 24 anos.
“Quando fiquei desempregada decidi que não ia cruzar os braços e pedi trabalho na Junta de Freguesia de Prado para ir servir refeições numa escola. Foi através da junta que vim também fazer esta formação na ‘Sabores do Cávado’ aqui no centro comunitário”, recordou.

“Esta foi, sem dúvida, uma boa experiência, sobretudo, porque não estava parada. Com a minha idade já não há muito que procurar, por isso, agarrei a oportunidade”.
Talvez porque soube agarrar a oportunidade no momento certo, Rosa está agora também na iminência de assinar um contrato de trabalho com um hipermercado, onde irá laborar, em princípio, na secção dos frescos.

Refeições

A ‘Sabores do Cávado’ é responsável, actualmente, pela confecção e distribuição de 1350 refeições para 25 estabelecimentos de ensino e jardins de infância do concelho.
Mas Cristina Ferreira, a coordenadora da empresa de inserção da CVP bracarense, pretende subir a fasquia para as 1700 refeições - o máximo para “garantir a qualidade alimentar”.

Também ela traça um “balanço extremamente positivo” da empresa, salientando vários casos em que as formandas saíram da formação para um posto de trabalho.
“É muito gratificante ver que as pessoas saem daqui, já com uma qualificação, e encontram trabalho na área”, destacou, apontando que do ponto de vista social é uma batalha ganha. Fonte Correio do Minho por Marta Caldeira


Vila Verde: Cooperativa VisitMinho celebra acordos com 22 operadores



A cooperativa VisitMinho, que junta 12 casas de turismo rural de Vila Verde e Amares, celebrou acordos com 22 operadores turísticos para trazer turistas à região.
Braz Mateus, presidente da cooperativa, adianta à agência Lusa que os contratos, a assinar dentro de dias, envolvem 17 operadores e cinco agentes. "Juntámo-nos para termos dimensão e para podermos divulgar o nosso produto de excelência no quadro de uma rota turística do Vale do Homem".

A cooperativa foi criada em Setembro de 2009, após a Bolsa de Turismo de Lisboa, durante a qual as casas de turismo sentiram que, individualmente, não poderiam crescer. "Decidimos trabalhar em rede, investir na promoção e na divulgação, partilhar despesas e lucros", sublinha.

O organismo, criado numa óptica regional, integra por isso as câmaras municipais de Amares e Vila Verde, a Adere-Minho, Associação de Desenvolvimento Regional do Minho e as associações Comercial de Braga e Industrial do Minho. Fonte Dinheiro Digital


Vila de Prado: Idália Moniz inaugura creche



A Casa do Povo da vila de Prado, Vila Verde, inaugurou, ontem, formalmente, a nova valência de creche, com as honras da presença de Idália Moniz, secretária de Estado Adjunta e da Reabilitação e de muitas outras individualidades políticas do concelho, entre as quais, o eurodeputado José Manuel Fernandes e o presidente da Câmara de Vila Verde, António Vilela.

Este foi mais um dos projectos apoiados pelo Programa de Alargamento da Rede de Equipamentos Sociais - que só no distrito de Braga possibilitou a criação de mais 38 novas creches.

E este foi, também, o primei- ro dos quatro projectos aprovados pelo PARES no concelho de Vila Verde a ser inaugurado, a par do Centro Social de Escariz S. Martinho (que disponibiliza uma creche e um lar de idosos). Recentemente foram também aprovadas mais duas candidaturas da lista de oito projectos apresentados pelas associações locais.

O projecto da creche passou pela requalificação de um imóvel em avançado estado de de- gradação, junto à ponte medieval e onde foram investidos aproximadamente 700 mil euros (incluindo a aquisição do imóvel, a sua recuperação e depois a empreitada).

O equipamento foi financiado pelos PARES em cerca de 200 mil euros, para além de 60 mil euros dos cofres da autarquia vilaverdense, que também teve à sua responsabilidade a execução dos projectos e os trabalhos de carpintaria.

Para Armandino Carvalho, director da Casa do Povo de Prado, a creche da instituição era já “um sonho antigo”, além do mais porque “vem também colmatar uma das grandes necessidades da freguesia e das redondezas”, confidenciou aos jornalistas, salientando também que o projecto é fruto igualmente do trabalho do seu antecessor António Rodrigues Oliveira e ainda de Francisco Vieira.

“Depois da primeira infância, é altura, agora, de nos preocuparmos com a t erceira idade”, indicou o responsável, avançando com um outro projecto: a construção de um centro de dia, com a criação de um serviço de apoio domiciliário para 40 utentes.

“O projecto já está aprovado pelo PARES e estamos, neste momento, a desenvolver esforços para tentar comprar outro imóvel degradado no centro da vila, no sentido de o requalificar, readaptando-o para as novas funções sociais para os mais idosos”, explicou Armandino Carvalho.

António Vilela sublinhou, por seu turno, o facto de o novo equipamento ser “fundamental” para o desenvolvimento social do concelho de Vila Verde. “A Casa do Povo de Prado presta um serviço essencial na área da infância, dando a possibilidade às famílias de deixarem os seus filhos entregues num espaço com segurança e com qualidade”.

“De cada vez que o concelho vê erguer um novo equipamento social, damos por cumpridas as políticas sociais”. Políticas estas que o autarca pediu ao governo para que continuem a ser seguidas.

A secretária de Estado elogiou, por sua vez, o facto de o projecto ter requalificado um edifício degradado, dignificando o centro da própria vila.

A responsável governamental disse, todavia, que a linha a seguir, doravante, será numa lógica de “complementaridade”, entre instituições que integrem a mesma rede social.
Idália Moniz destacou, ainda, o facto de as instituições sociais desempenharem um papel relevante na sociedade actual, por- que “as famílias têm que deixar ali os seus dependentes”.

Mas não só. A responsável sublinhou, também, a questão de estes no-vos equipamentos” permitirem empregar jovens licenciados que assim podem regressar à sua terra natal e constituir família e mulheres, na casa dos 40 e 45 anos, que têm uma taxa de empregabilidade reduzida”. Fonte Correio do Minho por Marta Caldeira

Vila Verde: Apelos à unidade nos Bombeiros



Os novos corpos sociais dos Bombeiros Voluntários de Vila Verde, presididos por Carlos Braga, tomaram ontem posse no rescaldo da acesa disputa eleitoral de Dezembro, o que fez com que a cerimónia fosse marcada por fortes apelos à unidade da corporação e do seu corpo activo por parte de todos os responsáveis internos e políticos locais. Fonte Diário do Minho por José Carlos Lima

Vídeo: O Natal e as Escolas (Ponte de Lima)

Vila Verde: "Ameaça’" de bomba evacua Escola Secundária



Um telefonema anónimo alertou ontem para explosivos na Escola Secundária de Vila Verde, o que obrigou à evacuação de cerca de mil pessoas, entre alunos, professores e funcionários.
A ameaça não foi real, pelo menos desta vez. Há uns anos, a Escola Secundária de Vila Verde recebeu mesmo um telefonema a alertar para a presença de explosivos.

Ontem, tratou-se de um simulacro com o objectivo de testar o plano de emergência da Escola, envolvendo os vários intervenientes e treinando os procedimentos.
A Equipa de Inactivação de Engenhos Explosivos e Subsolo do Comando Territorial de Braga da GNR acorreu à escola, bem como a delegação de Amares da Cruz Vermelha Portuguesa e os Bombeiros Voluntários de Vila Verde.

As equipas da Cruz Vermelha de Amares e dos Bombeiros Voluntários de Vila Verde socorreram as duas vítimas simuladas, personificadas por dois alunos, que foram evacuados de ambulância.
Foi também alertado o Serviço Municipal de Protecção Civil, que se fez representar.
Foi accionado o plano integral de emergência, abrangendo todos os pavilhões, explicou o professor responsável pela área, Manuel Rodrigues, no final do simulacro.

O docente realça o carácter pedagógico da acção. “Os alunos que fazem estes treinos estão preparados para enfrentar qualquer situação fora da escola: no cinema, num estádio de futebol, num concerto de rock, onde é preciso, perante um alerta, ter os mesmos comportamentos que é seguir ordeiramente, em silêncio, nada de atropelos e seguir as orientações dadas pelas equipas de segurança e sinalética existente”.

Há ordens claras dadas aos vários intervenientes e a escola fecha, permitindo apenas a entrada de veículos e forças de intervenção.
Os próprios professores já sabem como agir com a turma perante uma situação de emergência.
O plano de segurança inclui várias fases. A primeira envolve os directores de turma, no início do ano lectivo.

Ao nível da turma, é feito um exercício, de modo aos alunos aprenderem os procedimentos, os cuidados a ter e como se devem comportar.
Ao fim de três ou quatro semanas, é feito uma evacuação da escola, mas só a nível interno, para aferir se todos os passos foram dados.
A partir daí, é feito um treino já com intervenções do exterior.
O simulacro de ontem foi apenas uma amostra. “Numa situação real os meios seriam todos redobrados”, referiu Manuel Rodrigues.

Balanço positivo

“Serviu para vermos o comportamento dos alunos, dos professores, das forças e o conhecimento da área de intervenção, porque a escola tem vários percursos” sublinhou o responsável pelo plano de emergência.
Alguns alunos da disciplina da Área de Projecto do 12.º D colaboraram na preparação do exercício.
Manuel Rodrigues fez um balanço positivo do simulacro de ontem. “O comportamento dos funcionários foi correcto, os alunos também estiveram de uma forma ordeira”, afirmou.
A Escola Secundária de Vila Verde é frequentada por cerca de 1400 alunos. Fonte Correio do Minho por Teresa M. Costa

Vila Verde: Empresário Fafense desapareceu e diz ter sido sequestrado



Um empresário de Fafe, que estava dado como desaparecido, foi encontrado ontem na zona de Vila Nova de Infantas, no limite dos concelhos de Guimarães e Fafe.


Vítima alega ter sido sequestrada, mas as autoridades ainda estão a investigar. O homem de 46 anos foi dado como desaparecido na segunda-feira de manhã por familiares. O empresário da construção civil, J. C. Lopes, costuma passar pelo estaleiro, na freguesia de Cepães, em Fafe, logo cedo pela manhã.


Anteontem, J. C. Lopes não estava no estaleiro, à hora do costume, pelas 06H00, onde é habitual encontrar-se com os irmãos com quem trabalha.

A sua carrinha foi encontrada no local, de portas abertas, e com todos os objectos pessoais no seu interior, incluindo carteira e telemóvel.
Do estaleiro, também nada foi dado como furtado.
Um irmão acabou por dá-lo como desapareci do junto das autoridades.

A GNR realizou buscas em vários locais, com o apoio de um binómio da Equipa Cinotécnica, incluindo nas imediações do sítio onde acabou por ser encontrado, ao final da manhã de ontem, confirmou fonte policial.
Durante mais de 24 horas, familiares e funcionários 'bateram' vários locais à procura do empresário e acabaram por encontrá-lo, a pé.

Estava todo molhado e apresentava ferimentos na zona do pescoço, apurou o 'Correio do Minho'.
O empresário alega ter sido sequestrado por um grupo de indivíduos, embora se desconheça o motivo.


De acordo com testemunhos recolhidos pelo 'Correio do Minho' no estaleiro do empresário, a vítima alega ter sido levada para a zona de Vila Verde e aí abandonada. Terá caminhado até ser encontrado pelos irmãos.


A alegada vítima foi encaminhada para o hospital para ser avaliada. Fonte Correio do Minho por Teresa M. Costa

Vídeo: Hortas urbanas - Ponte de Lima

Moure: Acidente provoca ferido grave


Saiu do local como ferido grave, mas acabou por falecer a vítima de um acidente ocorrido, ao final da tarde de anteontem, em Vieira do Minho.

A colisão entre um veículo ligeiro e um motociclo aconteceu pelas 18H20, na vila, tendo provocado um ferido.

Os Bombeiros Voluntários de Vieira do Minho acorreram ao acidente, tal como a Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) do Hospital de Braga.
A vítima foi estabilizada e transportada para o Hospital de Braga, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu durante a madrugada de ontem, revelou fonte da corporação vieirense.

O sinistrado tinha 34 anos de idade, casado e pai de um bebé de seis meses de idade. Era natural da freguesia de Mosteiro, no concelho de Vieira do Minho.
Foi a segunda vítima mortal, no distrito, este fim-de-semana. Na sexta-feira, um adolescente de 13 anos foi vítima de atropelamento, em Carreira, Vila Nova de Famalicão, e acabou por falecer a caminho do hospital.

Na madrugada de ontem, em Moure, concelho de Vila Verde, outro acidente de viação causou ferimentos graves num homem de 32 anos.
Tratou-se de despiste de um automóvel ligeiro.
O ferido grave é o condutor da viatura que embateu contra o muro de uma habitação, no Lugar de Caraceira.

Os Bombeiros Voluntários de Vila Verde foram alertados às 02H45 e mobilizaram uma ambulâncias e três elementos.
No local, esteve também a VMER de Braga e a GNR de Prado.
A vítima saiu do local inconsciente. O seu estado era ontem estável, apesar da gravidade, confirmou o chefe de equipa do Serviço de Urgência do Hospital de Braga ao ‘Correio do Minho’.

A vítima é residente na freguesia de Lage, também no concelho de Vila Verde.
Em Tamel S. Veríssimo, Barcelos, um despiste, pelas 00H18 de ontem, causou um ferido.
A vítima foi transportada ao Hospital de Barcelos pelos Bombeiros Voluntários de Barcelos que mobilizaram uma ambulância.

Vítima mortal é criança de sete anos

O menor de sete anos morreu na sequência de um acidente de viação, ocorrido, ao início da noite de anteontem, na vila de Arcos de Valdevez.
A criança era um dos ocupantes da viatura que se despistou, pouco antes das 20H00 de sábado, na zona do Largo da Feira.

Do acidente resultou ainda um ferido ligeiro que ontem mesmo teve alta do hospital, sabe o ‘Correio do Minho’.
De acordo com o que foi possível apurar, a vítima era residente no concelho de Arcos de Valdevez.

No local estiveram os Bombeiros Voluntários de Arcos de Valdevez, com três ambulâncias, viatura de desencarceramento e ainda uma viatura para limpeza da via, a que se juntou a VMER do Hospital de Viana, cujo médico confirmou o óbito.
A GNR, através do Posto Territorial de Arcos de Valdevez, tomou conta da ocorrência. Fonte Correio do Minho por Teresa M. Costa

Loureira: Lei impede emigrante de fazer negócio



Fernando Silva, natural de Vila Verde, emigrante há vários anos nos Estados Unidos da América no Estado de New York, está “transtornado” com a burocracia portuguesa, depois de não ter conseguido fazer a escritura na Conservatória do Registo Predial de Vila Verde de um terreno que pretendia vender.

“Eu vim de propósito cá, juntamente com um colega com quem ia negociar, precisamente para fazer este negócio e vender um dos terrenos que tenho em Loureira, no concelho de Vila Verde, mas na Conservatória de Vila Verde impediram-me de o realizar, porque a procuração que trouxe refere, apenas, a possibilidade de vender “bens ou valores localizados em Portugal”.
Segundo o que foi explicado naquele serviço a Fernando Silva, em vez de “em Portugal”, a procuração deveria dizer explicitamente “em Braga ou em Vila Verde”.

Burocracia

“O meu negócio foi completamente ‘por água abaixo’ e eu acho que não está certo quererem que tenha lá escrito Braga ou Vila Verde, porque se está escrito na procuração que são bens em Portugal, eu penso que Braga e Vila Verde fazem parte de Portugal, ou não?”, questionou o emigrante, indignado com a burocracia portuguesa.
“Eu não entendo”, lamenta. “Eu fiz tudo direitinho nos EUA, procurei informar-me no consulado, paguei muito para ter esta procuração e acabo por chegar cá e não fazer o negócio”.

O que acontece é que a legislação portuguesa, no artigo nº 1684 do Código Civil anotado de Abílio Neto, no que concerne à matéria de consentimento conjugal, indica que quando se trata de vender património familiar dos cônjuges tem que estar restringido na procuração exactamemente a freguesia ou cidade onde se encontram os bens que se pretendem vender.
Segundo o parecer técnico da lei, esta é uma forma de proteger o património familiar, uma vez que poderia acontecer que o cônjuge da pessoa em questão pudesse vir a anular o acto. Fonte Correio do Minho por Marta Caldeira

Minho: Batido recorde na recolha de lixo



As 14 mil toneladas de lixo recolhido pela Braval permitem à empresa que procede à recolha em seis concelhos consolidar o trajecto ascendente. Mas o propósito do Estado em privatizar a recolha dos lixos industriais não perigosos pode inviabilizar o ecoparque.

A reciclagem de lixos não perigosos aumentou 12,5% na área de intervenção da Braval, ou seja, nos concelhos de Amares, Braga, Póvoa de Lanhoso, Terras de Bouro, Vieira do Minho e Vila Verde. A recolha selectiva iniciou-se em 2000, com mil toneladas recolhidas. Em 2009 foram atingidas 14 mil toneladas.

"Para este resultado, muito contribuiu o aumento do número de ecopontos existentes na área Braval que, ao longo dos últimos anos, fez um grande esforço financeiro que tem vindo a dar frutos e que será para continuar", refere o administrador Pedro Machado, que destaca, ainda, a sensibilização ambiental como factor determinante para estes resultados. Lembre-se que, durante 2009, a Braval recebeu mais de seis mil visitas e procedeu a acções de sensibilização junto da população.

"A Braval felicita a população por estes resultados que muito nos orgulham, mas que são possíveis apenas pela sensibilização, pela consciência ambiental daqueles que separam os seus resíduos, colocando-os nos ecopontos", reconhece o administrador.

Apesar dos bons resultados, Pedro Machado está apreensivo com o futuro de alguns projectos, como o ecoparque. "Preocupa-me bastante e estar a colocar em causa toda a estratégia da Braval, que é a estratégia nacional de resíduos, pois pareceu-me ser intenção desta tutela privatizar os resíduos industriais não perigosos. Fizemos uma candidatura de 15 milhões de euros para valorizar resíduos orgânicos e nesses incluem-se os lixos industriais não perigosos. Seremos todos penalizados, porque as tarifas serão mais elevadas. Na Braval é, actualmente, de 33 euros", lembrou Pedro Machado. Fonte JN por PEDRO VILA-CHÃ

Vila de Prado: Adolescente sequestrada não quis voltar a casa




A jovem de 15 anos que foi alvo de um alegado sequestro, anteontem, na casa onde vive, em Prado, concelho de Vila Verde, ‘abandonou’, pelo menos por algum tempo, o local do crime devido ao trauma aí vivido.

O tio e proprietário da residência onde ocorreu o alegado furto com sequestro, anteontem de manhã, Irineu Costa, revelou ontem ao ‘Correio do Minho’ que a adolescente “ficou traumatizada”.

A jovem nem queria entrar no quarto quando foi a casa buscar o que precisava, quer em termos de roupas, quer de material escolar, para voltar à sua vida normal.
A adolescente, que o alegado ladrão amordaçou e amarrou, além de lhe cortar o cabelo e pintar a cara, de acordo com o que a vítima relatou aos familiares e às autoridades policiais, estava sozinha em casa quando tudo aconteceu.

Os contornos do caso são bizarros, já que o alegado ladrão não se limitou a furtar: o corte de cabelo, a pintura do rosto são actos que denunciam uma tentativa de humilhação da vítima.
O tio, que criou a jovem como filha desde pequena e que a acolhe, juntamente com a mãe, não acredita que tenha sido a sobrinha a ‘encenar’ o sequestro.
Eram reais as lágrimas que verteu quando voltou a entrar, anteontem, em casa, depois de avaliada no hospital de Braga e de ser ouvida na Polícia Judiciária, que está a investigar o caso, refere o tio.

Irineu Costa garante que a sobrinha “é uma moça excelente”.



A adolescente terá voltado ontem à escola. Estuda numa escola secundária em Braga.
O proprietário da residência já facultou às autoridades a lista do que terá sido furtado. Além de ouro, pertencente à jovem e à mãe, desapareceram as chaves de dois automóveis.
Irineu Costa vai mudar as fechaduras das várias portas.
Desconhece-se por onde o alegado ladrão, que se apresentou de rosto tapado, entrou.
A investigação prossegue. Fonte Correio do Minho por Teresa M. Costa


Vila Verd: "Casa do Conhecimento" a concurso



A Câmara de Vila Verde aprova até final de Janeiro o lançamento do concurso público para a construção de uma ‘Casa do Conhecimento’, um projecto de 2,5 milhões de euros financiado por fundos comunitários, disse ontem fonte da autarquia.


O presidente da câmara, António Vilela, adiantou à Lusa que o projecto, já aprovado pelo Programa Operacional da Região Norte - que financia 70 por cento do custo -, envolve um investimento de 1,5 milhões de euros no edifício e de um milhão em equipamentos informáticos e software.

A ‘Casa do Conhecimento’, que se previa pudesse estar concluída em 2010, sofreu um atraso de mais de um ano, devendo agora ficar pronta no último trimestre de 2011.

O futuro organismo, projectado em parceria com o Centro de Computação Gráfica da Universidade do Minho, terá as valências de teatro virtual, CAVE (Ambiente Automático Virtual), área de exposição interactiva, salas de formação, sala internet e wi-fi.

O projecto contempla, ainda, um auditório dotado de um sistema de projecção estereoscópio (projecção 3D interactiva), uma CAVE assente no conceito Edutainment (Educação e Entretenimento), e uma área de exposição interactiva 'com percepção da realidade aumentada, na qual o público pode intervir com módulos interactivos'.

Terá ainda, segundo o autarca, salas de formação equipadas com sistemas de projecção multimédia, quadros interactivos e videoconferência, formação presencial e em regime de b-learning, sistema que é um misto de ensino presencial e à distância.

Nesta área, permite um sistema de formação de largo espectro em termos de conteúdos e públicos, que 'passam pela iniciação, pelo aperfeiçoamento, pela reciclagem ou pela especialização tecnológica, indo de encontro ao conceito de formação ao longo da vida'.
A ‘Casa do Conhecimento’ vai dispor, também, de uma sala internet, dentro do formato tradicional, com computadores, impressoras, equipamento multimédia e acesso à rede. Fonte Correio do Minho

Vila de Prado: Escuteiros cultivam valores que a sociedade tenta aniquilar



O agrupamento n.º 16 do Corpo Nacional de Escutas de Prado, concelho de Vila Verde, celebrou ontem os 50 anos da sua fundação. O dia de festa serviu para recordar que o movimento escutista, à luz das orientações deixadas por Baden Powell, continua a cultivar nos jovens a riqueza dos valores que a sociedade de hoje está a perder ou que tenta mesmo aniquilar.

A festa das Bodas de Ouro foram vividas sob o signo da Epifania de Jesus e, segundo o pároco de Prado, padre Severino Pereira Fernandes, num “clima festivo, de sufrágio pelos escuteiros que faleceram e de acção graças pelo trabalho e alegrias conquistadas ao longo dos 50 anos”. Fonte Agência Ecclesia

Minho: Aldeia dos Presépios de Garfe (Reportagem MinhoActual.TV)

Braga: primeira menina de 2010 é Vilaverdense


Este ano, o primeiro bebé a nascer no Hospital de Braga foi um menino. O segundo, também é do sexo masculino. Só ao terceiro parto é que nasceu a primeira menina. Chama-se Rita Lomba Araújo e é uma bela vilaverdense que não quis perder a oportunidade de festejar o aniversário num feriado.
“Estava previsto a Rita nascer no dia 20 de Janeiro, mas ela apressou-se e não quis esperar”, contou a mãe, Maria Elisabete Oliveira Lomba, ao ‘Correio do Minho’.

Foi ontem de manhã, por volta das 8 horas, que Elisabete sentiu “uma ruptura nas águas”. Veio ao hospital e poucas horas depois nascia a Rita, de parto normal.
“Nasceu às 14,55 horas e correu tudo muito bem. Pesa 2,750 Kg e só não sabemos quanto mede porque ainda não a mediram”, revelou-nos a mãe, acabada de sair do bloco de partos e mesmo à porta do ‘quarto sete’ da maternidade, onde viria a ser instalada.

Rita é a terceira filha de Elisabete e José Carlos

Rita nasceu às 37 semanas de gestação, de parto normal, e junta-se aos irmãos Diogo, de cinco anos de idade, e Beatriz, de sete anos.
A mãe confessa que esta não foi uma gravidez planeada, mas frisa que a filha foi muito querida. “Aconteceu e estamos muito felizes” — diz, enquanto olhar procura o do marido, numa confirmação daquilo que acaba de pronunciar.

O pai, José Carlos Pereira Araújo, também confessou que estava muito feliz: “Ser pai é sempre uma felicidade. A sensação é sempre a mesma para o primeiro, o segundo e o terceiro filho. Não se perde nenhum entuasiasmo”.
O casal de empresários — é proprietário de lojas de vestuário — pensa que a família irá ficar por aqui, a não ser que volte a acontecer alguma surpresa. “Vamos ficar aqui, pelo me-nos é o que esperamos”, diz Elisabete.

O casal mostra-se por feliz por ter uma família grande para os tempos que correm e não teme responsabilidades.
“Nos dias de hoje, temos consciência de que não é fácil para um casal jovem criar três filhos, mas também é certo que o país precisa de mais crianças, pois a população está cada vez mais envelhecida”, referiu a mãe, dando conta de que gostava de ver as taxas de natalidade mais risonhas.

Depois de desfrutar da licença de maternidade, Maria Elisabete vai deixar a Rita aos cuidados da Creche da Santa Casa da Misericórdia de Vila Verde. “Foi inscrita ainda antes de nascer”, revelou a mãe.
A primeira menina a nascer no Hospital de Braga é toda ela vilaverdense de gema. Elisabete e José Carlos moram no centro de Vila Verde e são originários de localidades vizinhas também deste mesmo concelho minhoto: Prado São Miguel e Portela do Vade. Fonte Correio do Minho por Marlene Cerqueira

Vila Verde: Cinquenta candidatos ao concurso de moda



Continuam abertas até ao dia 18 de Janeiro de 2010 as inscrições para a sétima edição do Concurso Nacional de Criadores de Moda em Vila Verde, enquadrado na Iniciativa Namorar Portugal 2010’.
Segundo disse ao ‘Correio do Minho’ Paula Isaías, da Aliança Artesanal, até ao momento foram apresentadas ao concurso 50 candidaturas de alunos de escolas de Barcelos, Guimarães, Porto, Pombal e Lisboa.

De salientar que na edição anterior foram apresentadas ao concurso, no total, 97 criações elaboradas pelos estudantes de escolas de moda do país, em homenagem a S. Valentim.
As peças apresentadas a concurso serão exibidas no desfile de moda a realizar no próximo dia 14 de Fevereiro de 2010, Dia dos Namorados, com início às 21 horas, numa tenda montada no Campo da Feira, em Vila Verde.

As três melhoras propostas serão distinguidas pelo júri do concurso com os prémios de 800, 400 e 250 euros, respectivamente. Será ainda atribuído o prémio Jovem Revelação, no montante de 200 euros, ao cria-dor mais jovem cuja criação mereça destaque.
Os cheques serão entregues aos vencedores no final do desfile de moda, em Vila Verde.

A iniciativa dinamizada pela Câmara Municipal de Vila Verde/Proviver-EM, em articulação com a Cooperativa Aliança Artesanal, conta com o apoio da Entidade Regional de Turismo Porto/Norte de Portugal e da Delegação de Braga do Instituto Português da Juven tude (IPJ).
O concurso tem por objectivo a promoção dos ‘Lenços dos Namorados’ como elementos de arte e tradição local, desafiando designers e estilistas a conceberem peças contemporâneas, inspiradas na tradição genuína, que remonta ao séc. XVIII.

O desfile no Campo da Feira contará com a presença de manequins conceituados.
De acordo com fonte da Câmara de Vila Verde, só na segunda quinzena de Janeiro é que de-verão ser conhecidos os modelos de renome nacional que irão desfilar na passerelle com as propostas dos jovens criadores de moda.

Em todos os trabalhos apresentados a concurso é obrigatória a utilização de bordados ou bainhas abertas, alusivas aos “Lenços de Namorados”, podendo recorrer a mão-de-obra especializada, como bordadeiras ou outros profissionais.
Uma noite de glamour, beleza, encanto e brilho é o que promete mais uma edição do Concurso Nacional de Criadores de Moda.

De acordo com o autarca, António Vilela, “ninguém passa indiferente aos Lenços dos Namorados de Vila Verde, daí o município ter sabido valorizar esse potencial, partindo da tradição para traçar novos desafios”.
O edil destaca, ainda, que “o município abriu as portas a muitos artesãos e agregados familiares que encontraram na produção dos lenços certificados um importante complemento financeiro. Em paralelo, deu oportunidade aos jovens talentos”. Fonte Correio do Minho por Vera Batista Martins