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Covas pertencente à União de freguesias do Vade, Vila Verde, vai organizar de 2 a 5 de agosto 2018, as Festividades em Honra da Senhora das Neves, conheça abaixo todo o programa:



O famoso artista minhoto Jorge Loureiro será um dos que irá marcar presença nestas festas na sexta-feira, dia 3 de agosto pelas 22h30, reveja abaixo o videoclip de um dos seus mais famosos temas "Sou calceteiro":

Fonte cartaz facebook Zona do Vade



Octagenária sofreu queimaduras de 1.º, 2.º e 3.º graus, “um pouco por todo o corpo”. Bombeiros suspeitam que fogo possa ter começado numa lareira.

O Município de Vila Verde aprovou, esta manhã, a celebração de dois Protocolos de cedência de instalações municipais (antigas escolas do 1º ciclo) ao Centro Social da Paróquia de Covas e ao Lar do Trabalhador de Prado, cuja efectivação permitirá às duas IPSS´s o desenvolvimento em melhores condições das suas actividades de âmbito social. Com esta deliberação, o Município de Vila Verde cumpre duas funções importantes: «contribuir para a criação de melhores condições no apoio social prestado pelas nossas instituições particulares de solidariedade social, importantes parceiros nesta área; e a (re)activação de um importante património concelhio que se encontra sem utilidades pública».

A aprovação das minutas para o estabelecimento dos referidos protocolos foi aprovada esta manhã, «uma medida de amplo alcance social e de apoio a duas instituições que têm vindo a desenvolver um meritório trabalho na área social, uma na zona norte do concelho e outra numa área também sensível, a Vila de Prado», sustenta o Presidente da Câmara Municipal de Vila Verde, Dr. António Vilela. 

No caso do Centro Social da Paróquia de Covas, a cedência, em regime de comodato, das instalações da Escola Básica do 1º Ciclo e Jardim-de-Infância local (desactivada por força do reajustamento da rede escolar, a partir do ano lectivo 2012-2013), permitirá à instituição utilizar aquele edifício para o desenvolvimento das suas actividades de âmbito social, nas valências de SAD e SADI, particularmente destinadas à população idosa e pessoas dependentes nas freguesias na área de influência daquela IPSS. 

Em relação ao Lar do Trabalhador de Prado, sob a égide da Fábrica da Igreja de Santa Maria de Prado, este recebe, a título precário e gratuito, as instalações da Escola Básica do 1º Ciclo da Vila e respectivo logradouro, equipamento também desactivado por força do reajustamento da rede escolar, a partir do ano lectivo 2013-2014. A instituição vai ali promover acções e projectos destacados no âmbito das actividades regulares de apoio à Terceira Idade. 
«São parceiros importantes do Município de Vila Verde na concretização de projectos de apoio à primeira-infância e à Terceira Idade, bom como de pessoas dependentes, pelo que o que agora concretizamos é apenas a materialização de um apoio efectivo em ordem à melhoria da qualidade do serviço de relevo que têm prestado», assinala o edil vilaverdense. Para o Dr. António Vilela, «esta é mais uma medida de entre muitas outras que temos aprovado no sentido de melhorar a prestação de serviços nas camadas mais frágeis da população vilaverdense».



Decorreu a apresentação do candidato Manuel Costa Pereira à Junta de Freguesia da União de Freguesias do Vade, por Luís Filipe Silva.

Mais uma vez, a apresentação de um candidato a uma junta de freguesia por Luís Filipe Silva, mostrou ser uma verdadeira onda de esperança para os respectivos habitantes. A multidão que se deslocou à EB 1 de Atães, fez perceber que o povo das freguesias de Atães, Covas, Codeceda, Penascais e Valões, agora unidas sob o nome de União de Freguesias do Vade, procuram uma Mudança real nas suas vidas.

Costa Pereira, candidato socialista à União de Freguesia do Vade, defendeu efusivamente as medidas que reclama para a população que representa, nomeadamente o “não encerramento do centro saúde, os investimentos na rede de saneamento, nas infraestruturas viárias e na rede pública de abastecimento de água”. A respeito da água pública, Costa Pereira afirmou, com “todas as letras”, que “nunca aceitará a privatização da rede de abastecimento de água, nomeadamente as que foram construídas pelas próprias freguesias”. Entre muitas outras propostas, Costa Pereira apontou o “apoio ao associativismo como forma de dinamizar a zona do Vade, não esquecendo a construção do Centro Escolar do Vade, obra que consta da Carta Educativa, que tem sido promessa dos executivos de António Vilela e que tem sido constantemente esquecida”.

Luís Filipe Silva destacou a forma emocionada como Costa Pereira sempre defende a Zona do Vade, referindo ainda as suas valias profissionais e o muito que pode fazer pelas freguesias do Vade. Luís Filipe Silva continuou dizendo que “não pode estar satisfeito com os resultados da actual gestão de António Vilela, pois, passados 16 anos ainda se continua a falar de falta de água, de falta de saneamento e de emprego”. Face a esse panorama, Luís Filipe Silva lançou aos presentes o desafio para que cada um imaginasse o seu “ideal de concelho” e pediu-lhes para caminhar nesse sentido, apoiando-o na mudança que Vila Verde precisa.

*** Nota do PS Vila Verde ***


Uma árvore caiu sobre um automóvel que circulava na via pública, ao final da manhã de hoje, na freguesia de Covas, Vila Verde. O incidente não passou de um valente susto para o condutor da viatura que acabou por não apresentar qualquer ferimento. No local estiveram os Bombeiros de Vila Verde (com uma viatura e dois elementos), bem como a GNR e um piquete da EDP.


Um incêndio numa habitação na freguesia de Covas, em Vila Verde, ontem, destruiu metade da cozinha da residência. De acordo com os Bombeiros Voluntários de Vila Verde as chamas destruíram alguns móveis e equipamentos e não houve feridos.





O novo mapa do concelho de Vila Verde vai ter apenas 33 juntas de freguesia. A proposta da câmara (PSD) acaba de ser aprovada em Assembleia Municipal, tendo reduzido 25 das 58 juntas existentes até agora.

Mesmo assim, a proposta inicial - que apontava para uma nova reorganização do concelho com um total de 34 juntas de freguesia - ainda foi sujeita uma alteração), solicitada pela própria Junta de Freguesia de Atães (cuja agregação não estava prevista), pedindo para ser agregada à União de Freguesias do Vade - que inclui ainda Covas, Penascais, Codeceda e Valões. Um pedido ainda contestado por um elemento da Assembleia de Freguesia de Atães, que se tinha manifestado contra a agregação.

O mapa final ficou reorganizado em 33 juntas de freguesia. 

Do leque de uniões de freguesias constam: 1 - União das Freguesias do Vade, 2 - União de Freguesias de Aboim da Nóbrega e Gondomar, 3 - União de Freguesias de Valbom (S. Pedro), Passô e Valbom (S. Martinho), 4 - União de Freguesias de Oriz (Sta. Marinha) e Oriz (S. Miguel), 5 - União de Freguesias de Sande, Vilarinho, Barros e Gomide, 6 - União de Freguesias de Pico de Regalados, Gondiães e Mós, 7 - União de Freguesias de Esqueiros, Nevogilde e Travassós, 8 - União de Freguesias de Carreiras (S. Miguel) e Carreiras (Santiago), 9 - União de Freguesias da Ribeira do Neiva, 10 - União de Freguesias de Marrancos e Arcozelo, 11 - União de Freguesias de Escariz (S. Mamede) e Escariz (S. Martinho) e 12 - União de Freguesias de Vila Vede e Barbudo.
As juntas de freguesia que se mantêm são Atiães, Cabanelas, Cervães, Coucieiro, Dossãos, Freiriz, Geme, Lage, Lanhas, Loureira, Moure e Oleiros.

Maioria dos deputados votou a favor

Os presidentes das juntas de Barros, Escariz S. Mamede, Pico de Regalados e Gondiães, ainda propuseram a desagregação das suas freguesias, mas sem eficácia, uma vez que a maioria dos deputados da Assembleia Municipal (68) aprovou a proposta da câmara, com 24 votos contra e duas abstenções.


Fonte Correio do Minho por Marta Caldeira

Covas: Foto de Rio Vade (por © SuperFaria)


Ponte medieval de perfil em cavalete assente sobre dois arcos desiguais de volta redonda 
(por © Ana Maria Amorim).


Covas: Vídeo com imagens da ponte românica da Agrela (séc. XIV/XV)



Por Ana Maria Amorim


Um incêndio florestal em Covas (Vila Verde), no distrito de Braga, foi dado por dominado, mas lavram dois outros fogos em mato nos distritos de Bragança e Coimbra, segundo a Proteção Civil.

O incêndio em mato na região do Minho foi combatido por 28 bombeiros, apoiados por sete veículos operacionais e um helicóptero bombardeiro pesado.

No distrito de Bragança, desde as 10:30, em Rebordelo (Vinhais) lavra um incêndio em mato com uma frente ativa e que está a ser combatido por 62 efetivos, apoiados por 15 veículos e um helicóptero bombardeiro pesado.

Desde as 16:30 lavra um fogo, atualmente com uma frente ativa, em Casal da Azenha (Penela), no distrito de Coimbra.

Segundo também a Autoridade Nacional de Proteção Civil, este fogo, que lavra numa "zona de difícil acesso", está a ser combatidos por 65 bombeiros, apoiados por 20 viaturas e um helicóptero bombardeiro pesado.

Dos 138 incêndios registados desde as 00:00 de hoje, lavram atualmente 11.




Um homem de 32 anos foi detido, em Vila Verde, pelo Núcleo de Investigação e Apoio a Vítimas Específicas (NIAVE) do Comando Territorial de Braga da GNR no âmbito de um inquérito por violência doméstica. De acordo com o que foi possível apurar, o homem é suspeito do crime de violência doméstica sobre a ex-companheira residente na freguesia de Covas.

A casa onde a vítima reside, juntamente com a filha e outras familiares, foi palco de um incêndio, na madrugada do último sábado. O incêndio foi detectado pela 01h30 e só a pronta intervenção dos vizinhos e dos Bombeiros Voluntários de Vila Verde impediu que tivesse consequências mais graves para as quatro moradoras.

O incêndio foi detectado pelos vizinhos que alertaram as moradoras a tempo. O incêndio ainda está a ser investigado pela Polícia Judiciária. No âmbito de outra investigação, que o NIAVE tem em curso há cerca de dois meses, o homem de 32 anos foi detido anteontem.
O NIAVE cumpriu o mandado de detenção emanado pelo Tribunal Judicial de Vila Verde, onde o suspeito foi ontem ouvido em primeiro interrogatório. O suspeito saiu em liberdade, sob termo de identidade e residência, mas está proibido de se aproximar da vítima.

O Tribunal determinou ainda que o suspeito se mantenha afastado da residência da ex-compa-nheira. O indivíduo está também proibido de requerer qualquer licença de uso e porte de arma.
A investigação pelo crime de violência doméstica prossegue. Em causa está um crime continuado de violência doméstica. O casal está separado, mas o alegado agressor continuava a ameaçar a vítima.

Fonte Correio do Minho por Teresa M. Costa


Três mulheres e uma menina tiveram de ser retiradas de casa em Covas, Vila Verde, a meio da noite, por causa de um incêndio. Suspeita-se que o fogo tenha sido ateado pelo pai da criança, transtornado com a separação da mãe.

(Imagem ilustrativa)

"Ele queria matá-las. Meteu lá dentro quatro garrafas de gás que só por sorte não explodiram", diz, angustiada, Rosa Antunes, ao olhar para o que restou da casa das vizinhas, em Covas, Vila Verde, que ontem de madrugada foi consumida por um incêndio.

A família suspeita de fogo posto e culpa o ex-marido da dona da casa. Ao que o CM apurou, antes do incêndio, o homem, um madeireiro cadastrado, com cerca de 30 anos, ligou à filha garantindo-lhe que era a última vez que falavam. A Polícia Judiciária investiga.
"Desde que se separaram ele não lhe dá descanso. Persegue-a para todo o lado e está sempre a ameaçá-la", relatou ao CM Rosa Antunes, a vizinha mais próxima da casa, no Lugar de Fundevila, em Covas, destruída ontem pelo fogo.
O incêndio começou cerca da 01h00, quando as quatro moradoras, uma menina de sete anos, a mãe, de 27, a avó, de 50 e uma tia, de 96 anos, dormiam.
O latir dos cães acordou a filha da vizinha, que ficou sobressaltada com o intenso cheiro a fumo. "Saímos logo e não se via a casa, só havia fumo", relatou a mulher. A vizinha acordou as moradoras, que saíram da habitação, e alertou os bombeiros.
O fogo começou numa arrecadação de lenha e propagou-se pelos fundos da casa. A intervenção dos bombeiros, que retiraram de imediato as quatro garrafas de gás colocadas no anexo, impediu o pior.
A PJ de Braga esteve no local a recolher indícios e já identificou o possível incendiário.

Fonte Correio da Manhã por Fátima Vilaça


Covas: Vídeo de sementeira à "moda antiga" (Por José Fernandes)



Covas: Vídeo da participação da Freguesia de Covas no 9.º cantares dos Reis



Dois acidentes de viação, em troços diferentes da Estrada Nacional 101 (EN 101), causaram ontem dois feridos graves e um ligeiro no concelho de Vila Verde.
Um jovem de 16 anos é um dos feridos graves que resultou de um dos acidentes ocorrido, ontem de manhã, pelas 07h10, no limite das freguesias de Atães e de Covas.
A viatura ligeira onde a vítima seguia com a irmã - que era a condutora e sofreu também ferimentos ligeiros - entrou em despiste e foi colidir com um autocarro.
Para o local foram mobilizados vários meios. Os Bombeiros Voluntários de Vila Verde acorreram com três viaturas; os Bombeiros Voluntários de Amares com a sua viatura de desencarceramento; a delegação de Prado da Cruz Vermelha Portuguesa com uma ambulância e a VMER do Hospital de Braga.
As duas vítimas são residentes na Lage, também em Vila Verde, e foram assistidas no Hospital de Braga.
O autocarro, que não transportava passageiros, sofreu apenas danos materiais.
Na estrada molhada havia vestígios de óleo, o que pode ter estado na origem do despiste.
A GNR, através do Posto Territorial de Vila Verde, registou o acidente.
Também na EN 101, em Prado, registou-se outro acidente, na madrugada de ontem.
O acidente, que ocorreu às 04h48, causou um ferido grave.
De acordo com o que possível apurar, a vítima terá sido cuspida da viatura.
Foi socorrida pelos Bombeiros Voluntários de Vila Verde, que mobilizaram uma ambulância, e pela VMER do Hospital de Braga para onde foi transportada.
O condutor foi submetido ao teste de alcoolemia e acusou uma taxa passível de contra-ordenação, tendo-lhe sido aplicada uma coima de 500 euros, confirmou fonte policial.
O jovem que saiu ferido deste despiste tem 23 anos e reside no concelho da Póvoa de Lanhoso. Ontem mantinha-se internado no Hospital, depois de submetido a cirurgia.
Este acidente foi registado pelo Destacamento de Trânsito de Braga da GNR.


Fonte Correio do Minho por Teresa M. Costa



A neve que ontem caiu durante a tarde nalgumas freguesias de Vila Verde obrigou os alunos a irem para casa mais cedo.

Hoje, e face às previsões de persistência de neve e frio, a EB1 de Aboim da Nóbrega vai estar de portas fechadas, avançou ao ‘Correio do Minho’ a vereadora da Educação da Câmara Municipal de Vila Verde, Júlia Fernandes.

Cerca de uma centena de alunos de freguesias como Aboim da Nóbrega, Valdreu e Covas ficam hoje em casa, estima Júlia Fernandes.
Ontem, a articulação com as empresas que asseguram o transporte escolar permitiu evacuar os alunos mais cedo e antes que a neve se acumulasse nas estradas.
Os pais também colaboraram, afirmou a vereadora da tutela.

Situações idênticas às referidas viveram-se também em Fafe, especialmente em Revelhe.
Nesta freguesia, foram quatro os veículos de todo-o-terreno dos Bombeiros Voluntários, tripulados por outros tantos elementos da corporação que, desde às 16, 49 horas, transportaram alunos da EB 2,3 para as diferentes zonas do concelho.
Em matéria de circulação de veículos, as situações vividas no Viso — com corte na estrada secundária — e na ligação Lameira-Gandarela, normalizou-se com a chuva caída ao fim da tarde, ajudando a limpar as estradas.

Bloqueio por dias

Na área do Parque Nacional da Peneda-Gerês, por volta das 19,30 horas, o bloqueio na EN 308/1 mantinha-se. Nos próximos dias, o corte de estrada entre a vila do Gerês e Portela do Homem não deverá sofrer alteração, depois de, durante a tarde de ontem, se ter registado uma contínua queda de neve. Caso semelhante vivia-se igualmente no concelho de Vieira do Minho.
Manteve-se cortada, à noite, a estrada de ligação entre as Cerdeirinhas e Chaves.
Em Salamonde, por exemplo, o muito gelo que se formou no pavimento impediu a circulação automóvel nessa área. Uma impossibilidade extensiva também a veículos todo-o-terreno. Fonte Correio do Minho por Teresa M. Costa


O histórico e sonhado abraço rodoviário sobre o rio Homem, nas freguesias de Valbom S. Pedro (Vila Verde) e Souto (Terras de Bouro), foi concretizado este domingo após décadas de luta protagonizada por autarcas de ambas as margens do rio Homem.

Os autarcas de Vila Verde (António Vilela) e Terras de Bouro (Joaquim Cracel) foram felizes ao escolher o nome do Dr. Artur Adriano Arantes para a nova ponte pela qual lutaram autarcas como António Cerqueira, Bento Morais, José Manuel Fernandes, na margem direita, e José Araújo, Ferreira Afonso, na margem esquerda.

A Ponte Dr. Artur Adriano Arantes vem «abrir novas pontes para o desenvolvimento conjunto dos dois lados do rio Homem, dos dois Municípios, destas terras ‘banhadas’ por este rio e por todos aqueles que procuram e anseiam por novas oportunidades» — disse o presidente da Câmara Municipal de Vila Verde, Dr. António Vilela. O seu homólogo de Terras de Bouro, Dr. Joaquim Cracel Viana, falou de «uma obra útil e essencial para o progresso e bem-estar das populações destes dois concelhos e para aqueles que a utilizam».

Médico dos pobres perpetuado

As freguesias que se unem directamente nesta travessia uniram-se e atribuíram o nome do médico Dr. Artur Adriano Arantes, um ‘filho dos dois concelhos’ e figura grata das gentes do Vale do Homem.

O ‘médico dos pobres’ vê perpetuado o seu nome num equipamento público que as gentes do Vale do Homem ambicionavam desde a década de quarenta do século passado. «Uma surpresa inesperada», acabaria por afirmar a sua filha, a professora já aposent ada Ernestina Arantes, presente na cerimónia. Para Joaquim Cracel Viana, trata-se de uma “justa homenagem a um médico altruísta, que pôs a sua vida à disposição das gentes destas terras».

Os autarcas de ambos os lados nunca desistiram e sempre pugnaram por esta obra e pela afirmação do Vale do Homem que necessita agora da Via Intermunicipal Homem-Lima, uma via essencial ao desenvolvimento desta zona.
Esta via é um passo decisivo e forte no combate à desertificação que atinge esta zona.
Para o presidente da Câmara Municipal de Terras de Bouro, Dr. Joaquim Cracel Viana, «esta ponte é um bem de todos, o resultado do esforço de muitos autarcas e das gentes deste Vale. Aplaudo, por isso, os que se envolveram na concretização desta ponte».

Já antes, o presidente da Junta de Freguesia de Souto, Terras de Bouro, Horácio Costa, lembrava que «foi uma obra muito ansiada», recuando aos anos 40 do século passado.
Recordou que a ponte começou a ser reclamada após a morte de sete pessoas que atravessavam o rio provenientes da Feira de Covas. «Mas, só após o 25 de Abril, é que a obra voltou a ser lembrada», vincou, para notar que «para chegar de automóvel ao outro lado do rio era necessário percorrer 25 kms, passando a ponte de Rodas, em Caldelas».

Só em 2005, muitos anos após alimentar o sonho, «após persistência dos autarcas de então», o Governo assina um contrato que permite lançar a obra.
De Valbom S. Pedro, João Alberto Dias afirma: «estávamos ligados pela tradição, pela partilha cultural e por fortes laços de amizade, mas esta ponte torna essa aproximação ainda maior». Fonte Notícia/Imagem Correio do Minho por Costa Guimarães


Só com grande esforço e a preciosa ajuda de dois helicópteros é que os bombeiros conseguiram, ontem à tarde, evitar que as chamas em mato atingissem o Parque Industrial de Gandra, no concelho de Valença, naquele que foi um dos mais de sessenta incêndios a assolar a região do Minho.

O que mais meios envolveu foi o de Britelo, Ponte da Barca, o primeiro a lavrar neste Verão no Parque Nacional da Peneda-Gerês. Foi combatido por 72 bombeiros, ajudados por 21 viaturas e ainda por três meios aéreos.

No entanto, a situação mais perigosa viveu-se no lugar da Matosa, concelho de Mesão Frio, onde um fogo que deflagrou na quinta-feira à noite e chegou a ser dado como extinto se reactivou, tendo as chamas rondado uma zona habitacional de Cidadelhe. De acordo com os bombeiros, as principais dificuldades foram os "difíceis acessos e o mato muito alto e velho, em algumas zonas com cerca de um metro".

Preocupantes foram também os incêndios de Covas, Vila Verde (arderam mais de 40 hectares), Freixieiro (Viana do Castelo), Prozelo (Arcos de Valdevez) e Carreiras, (Ponte de Lima). Fonte Correio da Manhã