
O Ministério Público do Tribunal de Braga está a concluir um inquérito a dirigentes e árbitros da Associação de Futebol de Braga, por alegada corrupção, que envolve 11 arguidos.
O caso surgiu na sequência de uma queixa do Sporting Clube da Ucha, de Barcelos, que denunciou um alegado pedido de 7.500 euros feito por um funcionário associativo do Conselho de Arbitragem "para beneficiar o clube em jogos de futebol", segundo disse fonte policial à Lusa.
Está também a ser analisado um outro caso de suposta tentativa de corrupção, denunciado pelo Laje, de Vila Verde, contra um árbitro da divisão distrital.
No caso do Ucha, o inquérito considera estar-se perante ilícitos de natureza criminal, nomeadamente a prática de crimes de corrupção passiva e activa.
A fonte salientou que a denúncia apontava o funcionário da AFB João Lamosa Pinto - entretanto suspenso e alvo de processo disciplinar - como sendo suspeito de, na época 2000/2001, ter mantido dois encontros com dirigentes do Ucha, a quem terá pedido aquele montante para que o clube "subisse de divisão", no caso à III Divisão.
O funcionário terá, alegadamente, sugerido que, com a entrega do dinheiro, lhe fosse fornecida uma lista de árbitros que fossem os "desejados" para arbitrarem os jogos daquela equipa.
Os dirigentes do Ucha sublinhavam na carta enviada à AFB que, como não aceitaram o pedido, "a partir dessa data, as arbitragens foram realizadas de forma diferente, prejudicando constantemente a equipa".
Um dos principais suspeitos é o árbitro Alberto Abreu, que terá solicitado ao presidente do Ucha, Fernando da Silva Pinto, prendas para si e para a mulher, nomeadamente um telemóvel Nokia, no que não foi atendido.
Durante o inquérito, o funcionário da arbitragem disse que foram os dirigentes do Ucha que lhe ofereceram- Fonte Record
O caso surgiu na sequência de uma queixa do Sporting Clube da Ucha, de Barcelos, que denunciou um alegado pedido de 7.500 euros feito por um funcionário associativo do Conselho de Arbitragem "para beneficiar o clube em jogos de futebol", segundo disse fonte policial à Lusa.
Está também a ser analisado um outro caso de suposta tentativa de corrupção, denunciado pelo Laje, de Vila Verde, contra um árbitro da divisão distrital.
No caso do Ucha, o inquérito considera estar-se perante ilícitos de natureza criminal, nomeadamente a prática de crimes de corrupção passiva e activa.
A fonte salientou que a denúncia apontava o funcionário da AFB João Lamosa Pinto - entretanto suspenso e alvo de processo disciplinar - como sendo suspeito de, na época 2000/2001, ter mantido dois encontros com dirigentes do Ucha, a quem terá pedido aquele montante para que o clube "subisse de divisão", no caso à III Divisão.
O funcionário terá, alegadamente, sugerido que, com a entrega do dinheiro, lhe fosse fornecida uma lista de árbitros que fossem os "desejados" para arbitrarem os jogos daquela equipa.
Os dirigentes do Ucha sublinhavam na carta enviada à AFB que, como não aceitaram o pedido, "a partir dessa data, as arbitragens foram realizadas de forma diferente, prejudicando constantemente a equipa".
Um dos principais suspeitos é o árbitro Alberto Abreu, que terá solicitado ao presidente do Ucha, Fernando da Silva Pinto, prendas para si e para a mulher, nomeadamente um telemóvel Nokia, no que não foi atendido.
Durante o inquérito, o funcionário da arbitragem disse que foram os dirigentes do Ucha que lhe ofereceram- Fonte Record
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